Por que esse inverno será diferente dos outros? g1 explica

Onça-pintada Juçara é flagrada ‘tomando um solzinho’ no Parque Estadual do Morro do Diabo; VÍDEO
Temperaturas devem subir mais por causa da bagunça meteorológica causada pelo El Niño. Vídeo explica como acontece o fenômeno e por que cientistas estão falando em Super El Niño em 2023. G1 Explica: Inverno atípico
O inverno de 2023 vai ser diferente: as temperaturas devem subir mais por causa da bagunça meteorológica causada pelo El Niño. Muita gente costuma definir o fenômeno como o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico. Mas o que acontece, na verdade, é um não resfriamento das águas.
No vídeo acima, o g1 Explica como acontece o El Niño e por que ele muda a temperatura do planeta. Você também vai entender porque, neste ano, os cientistas estão falando em Super El Niño.
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g1 Explica sobre inverno atípico
Editoria de arte/g1

Vídeo mostra teju comendo filhote de tartaruga em praia de Fernando de Noronha

Onça-pintada Juçara é flagrada ‘tomando um solzinho’ no Parque Estadual do Morro do Diabo; VÍDEO
Ninhos de tartaruga-verde são monitorados, com armadilhas fotográficas, em praias do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. Vídeo mostra teju comendo filhote de tartaruga em praia de Fernando de Noronha
Um teju foi filmado enquanto comia um filhote de tartaruga na Praia do Leão, em Fernando de Noronha (veja vídeo acima). As imagens foram gravadas pelo pesquisador Arthur Thomazi Moreira em armadilhas fotográficas instaladas pelo Centro Tamar e Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) para monitorar ninhos de tartarugas.
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Para fazer esse registro, foram utilizadas câmaras chamadas de trap, que também fotografam e filmam de forma automática. Nesta temporada, os equipamentos foram instalados nas praias do Parque Nacional Marinho em abril.
Registro mostra teju predando filhote de tartaruga
Arthur Thomazi Moreira/Divulgação
Segundo o oceanógrafo Tunan Tomé, que atua como voluntário nas duas instituições, interações dos tejus com os ninhos de tartarugas são registradas diariamente. Em três vezes, foi possível comprovar que o teju se alimenta dos filhotes.
“Nós armamos a câmera, geralmente no final da tarde, e existe um sensor. Com o movimento, o equipamento dispara e faz o registro, inclusive no período noturno. No dia seguinte, nós avaliamos o material capturado”, explicou Tomé.
A tartaruga-verde, que tem nome científico Chelonia mydas, é a única espécie que se reproduz em Fernando de Noronha. O pesquisador explicou por que a predação não é constante.
“O teju ainda não consegue cavar o buraco inteiro e chegar na profundidade dos filhotes. O teju é oportunista, espera as tartarugas saírem do ninho”, afirmou Tomé.
O oceanógrafo Cláudio Bellini, do Centro Tamar, disse que as armadilhas fotográficas mostraram grande potencial para compreender as relações ecológicas em praias de desova de tartarugas marinhas e o comportamento dos predadores.
“Foi observada a intensa atividade de teju (Salvator merianae), espécie exótica invasora em Noronha, ao redor dos ninhos em todos os pontos, o que inclui, além das imagens, a observação dos rastros nas praias. Por terem hábitos necrófagos [animais que se alimentam de restos orgânicos], eles são atraídos por ovos e filhotes em estado de putrefação”, disse Bellini.
Tejus
Pesquisadores indicam que o teju, ou teiú, é o maior lagarto das Américas e pode ser encontrado no Brasil todo. Apesar de estar incluído na convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (Cites) devido à caça predatória, ele é considerado um predador oportunista com enorme capacidade adaptativa.
Em locais onde são introduzidos, os tejus atuam como espécie invasora e causam desequilíbrio ecológico. De acordo com o veterinário Paulo Rogério Mangini, do Instituto Tríade, o teju come, além das tartarugas, ovos de aves, mabuyas (lagartixa local), caranguejos, entre outras espécies.
Pesquisadores monitoram ninhos de tartaruga em Fernando de Noronha
Arthur Thomazi Moreira/Divulgação
Estudiosos indicam que o teju foi introduzido, provavelmente, no início do século 19 e, em 1950, já havia relato da presença do animal na ilha.
Atualmente é realizado o controle da população de tejus em Fernando de Noronha pelo Programa de Manejo de Exóticas e Invasoras do ICMBio. Esse animal representa uma ameaça para as espécies nativas ou endêmicas, incluindo espécies ameaçadas de extinção.
“A predação dos ninhos é um dos impactos causados pela população invasora de teju em Noronha. Isso reforça a importância do manejo que é realizado e o objetivo é a erradicação da espécie. O monitoramento é uma ferramenta importante para avaliação dos resultados para a conservação”, disse Bellini.
Tunan Tomé reforçou a necessidade de parcerias para o manejo dos tejus. “É importante que parcerias sejam feitas para apoio ao manejo de espécies invasoras. Esse trabalho tem um custo alto, e o ICMBio precisa de financiamento para aquisição de armadilhas e pessoal especializado para ampliar as ações nessa área”, contou.
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Esse registro foi feito pelo pesquisador Arthur Thomazi Moreira, mas câmaras chamadas de trap, também fotografam e filme de forma automática. Nesta temporada os equipamentos foram instalados desde o mêsdabril nas praias do Parque Nacional Marinho.

Turista se depara com jacaré de mais de 2 metros durante passeio de lancha no Balneário da Amizade: ‘Fiquei impressionado’

Onça-pintada Juçara é flagrada ‘tomando um solzinho’ no Parque Estadual do Morro do Diabo; VÍDEO
Gerente de vendas Emanuel Gazola, de 38 anos, estava acompanhado de amigos, quando encontrou o réptil na divisa entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP). O gerente de vendas Emanuel Gazola flagrou jacaré em um banco de areia, no Balneário da Amizade, entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP)
Emanuel Gazola
A aparição de um jacaré no Balneário da Amizade deixou o gerente de vendas Emanuel Gazola, de 38 anos, impressionado. Ele estava no local a passeio com dois amigos e conseguiu flagrar o animal "descansando" em um banco de areia, na divisa entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP), na região oeste do Estado de São Paulo.
Em conversa com o g1, na tarde desta quinta-feira (29), Gazola contou sobre o momento em que encontrou o jacaré, enquanto andava de lancha pelo lago, e qual foi a sua reação.
"A foto foi tirada no meio da represa, em um banco de areia, lá onde fica a nascente do balneário, já perto da Estrada da Amizade. Não fiquei assustado, porém, fiquei impressionado com o tamanho do animal. Já vi vários outros jacarés em represas e rios, mas não deste tamanho", disse.
De acordo com Gazola, o animal, visto nesta quarta-feira (28), aparentava ter 2,5 metros de comprimento e, além dele, também havia outro, que não foi fotografado. Questionado se já havia visto jacarés pelo Balneário da Amizade, Emanuel disse que esta foi a "primeira vez”.
Jacaré-do-papo-amarelo foi flagrado no Balneário da Amizade, entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP)
Emanuel Gazola
Apesar disso, o biólogo e professor André Gonçalves Vieira, em entrevista à reportagem do g1, explicou que o “achado do animal na represa não é novidade”.
"Pela imagem, este animal apresenta ter mais de 1,8 metro. O achado do animal na represa não é novidade, pois ela é conectada por outros corpos hídricos, sendo um deles o Rio Santo Anastácio, que deságua no Rio Paraná. É um corredor natural para esses animais. Devemos ter ciência de que esse animal faz parte do topo da cadeia alimentar e possui poucos predadores naturais. Os acidentes entre as pessoas e jacarés não são muito comuns e podem ocorrer, em alguns casos, como defesa própria, defesa de filhotes e defesa de alimentos", argumentou Vieira.
O biólogo ainda citou que a lei federal 9.605/98, em seu artigo 29, aborda que é crime contra a fauna "matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida".
'Comum na região'
O biólogo Luiz Waldemar de Oliveira informou ao g1 que o animal fotografado se trata de um jacaré-do-papo-amarelo (Caiman crocodilus) e que a espécie é comum na região.
"Estes avistamentos são significativos, indicam uma recuperação da população desta espécie na nossa região. Geralmente os indivíduos se deslocam para novos hábitats, dispersão, para estabelecer novas populações", mencionou o biólogo.
Jacaré-do-papo-amarelo foi flagrado no Balneário da Amizade, entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP)
Emanuel Gazola
Riscos
De acordo com Oliveira, o risco de um ataque "sempre existe quando o animal sente-se ameaçado".
"Qualquer tipo de aproximação ou investida de um humano mais curioso ou maldoso acarretará numa reação de defesa do animal. O correto é não se aproximar do animal, literalmente ignorá-lo. O jacaré está ali como predador e é inofensivo quando não é incomodado", reforçou ao g1.
Ainda conforme o biólogo, o balneário fornece ao jacaré um “excelente hábitat para se alimentar e procriar”.
Sobre a espécie
O jacaré-do-papo-amarelo pode atingir 3 metros de comprimento. Mas esse tamanho é raro. Normalmente mede de 1,5 a 2 metros. É um animal esverdeado, quase pardacento, com o ventre amarelado e o focinho pouco largo e achatado. O focinho dele é menor do que o das outras espécies. E atrás da cabeça ele ainda tem escamas em fileiras cervicais.
A fêmea permanece perto do ninho para evitar ataques de predadores, como o lagarto teiú, o quati e o mão-pelada. Quando os ovos estão para eclodir, os filhotes vocalizam chamando a mãe, que desmancha o ninho usando os membros anteriores e posteriores e o focinho. A fêmea carrega cada um na boca até a água, cuidadosamente.
O macho cuida dos recém-nascidos que já estão na água e os pais permanecem perto dos filhotes, protegendo-os contra os predadores, em especial garças e outras aves grandes.
Esse animal exibe traços herdados dos antepassados. É um réptil contemporâneo dos grandes dinossauros que habitavam a Terra há milhões de anos e que conseguiu sobreviver às grandes transformações do planeta.
Jacaré-do-papo-amarelo foi flagrado no Balneário da Amizade, entre Álvares Machado (SP) e Presidente Prudente (SP)
Emanuel Gazola
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Pesquisadores estudam interferência de ruídos de Fernando de Noronha no comportamento de golfinhos

Onça-pintada Juçara é flagrada ‘tomando um solzinho’ no Parque Estadual do Morro do Diabo; VÍDEO
Estudiosos da Universidade Federal de Juiz de Fora instalaram um hidrofone no Porto de Santo Antônio para comparar com os sons emitidos pelos animais na Baía dos Golfinhos. Pesquisadores estudam interferência de ruídos na comunicação de golfinhos em Noronha
Pesquisadores Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, instalaram um hidrofone no Porto de Santo Antônio, em Fernando de Noronha, para analisar os sons emitidos pelos golfinhos na área (veja vídeo acima). O objetivo é analisar a interferência do barulho faz na comunicação desses mamíferos.
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Os estudiosos vão a comparar a comunicação dos animais nessa região com os sons emitidos pelos cetáceos na Baía dos Golfinhos, que também é monitorada por equipamentos de áudio
“Na Baía dos Golfinhos, que é uma área protegida, não há presença humana. O Porto de Santo Antônio tem características naturais similares. A diferença dos dois locais é que no porto tem uma grande atividade humana”, explicou o professor e pesquisador da UFJF, Raul Ribeiro.
O estudioso, que é especialista em bioacústica de cetáceos, também é coordenador da organização não governamental Ocean Sound. Ribeiro afirmou que a atividade humana provoca uma poluição invisível, o chamado ruídos antrópico.
“Esse ruído interfere na comunicação dos golfinhos. No médio e longo prazo, esse barulho exige que os animais se adaptem para fazer as atividades cotidiana, como se comunicar, encontrar alimentos e fugir de predadores. Isso exige um custo biológico para essa adaptação ao ruído nesses locais”, disse o pesquisador.
Equipamento foi colocado na Baía dos Golfinhos
Ismael Escote/Atlantis
Para Raul Ribeiro, o comportamento dos animais muda por conta da maior quantidade de barulho. Por isso é importante realizar as gravações.
“Nós vamos gravar desde a comunicação íntima entre mãe e filhote, reações agonísticas e até a comunicação nas relações de reprodução. Sabemos que os barcos fazem muitos ruídos e queremos saber qual é o impacto desses sons na comunicação dos animais”, falou o estudioso.
Os equipamentos instalados têm bateria de longa duração. O hidrofone vai realizar gravações no Porto de Santo Antônio por um mês e meio, e na Baía dos Golfinhos por quatro meses.
“Vamos coletar informações 24 horas por dia e traduzir isso em dados científicos, para contribuir com a conservação marinha em Fernando de Noronha. O tempo é suficiente para fazer esse tipo de avaliação”, disse o pesquisador Raul Ribeiro.
A pesquisa tem o acompanhamento do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio). O trabalho na ilha conta com o apoio da operadora Atlantis.
Raul Ribeiro mostrou o hidrofone
Ana Clara Marinho/TV Globo
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Onça-pintada Juçara é flagrada ‘tomando um solzinho’ no Parque Estadual do Morro do Diabo; VÍDEO

Onça-pintada Juçara é flagrada ‘tomando um solzinho’ no Parque Estadual do Morro do Diabo; VÍDEO
Animal avistado às margens do Rio Paranapanema, em Teodoro Sampaio (SP), participou de uma enquete com mais de 700 votos para receber o nome. Onça-pintada é flagrada às margens do Rio Paranapanema, em Teodoro Sampaio
A onça-pintada Juçara foi flagrada no Parque Estadual do Morro do Diabo, enquanto ‘tomava um solzinho’, às margens do Rio Paranapanema, neste domingo (2), em Teodoro Sampaio (SP)(veja o vídeo acima). Segundo o gestor da reserva florestal, Eriqui Inazaki, a fêmea foi identificada por meio da análise das rosetas, as manchas do animal, que funcionam como uma digital.
Ao g1, Inazaki ainda pontuou, na tarde desta segunda-feira (3), que a imagem foi feita “durante uma fiscalização de guarda-parques da Fundação Florestal (FF)”. Eles gravaram a cena em um vídeo.
Onça-pintada Juçara foi flagrada neste domingo (2), no Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP)
Rodrigo Alves e Maycon Ferreira/Fundação Florestal
No ano passado, a onça participou de uma enquete, nas redes sociais, para receber um nome. Na ocasião, a votação foi realizada durante dez dias e contou, no total, com mais de 700 votos. Juçara teve 32% dos votos na categoria das fêmeas.
“Onças-pintadas adultas têm o hábito de caminhar em trilhas e descansar ao sol em locais abertos, como visto no vídeo. A espécie é listada pelo ICMBIO (2022) no Brasil como Vulnerável e em São Paulo (2018) como Criticamente Ameaçada”, acrescentou Inazaki ao g1.
Onça-pintada Juçara foi flagrada neste domingo (2), no Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP)
Rodrigo Alves e Maycon Ferreira/Fundação Florestal
Onças no Morro do Diabo
De acordo com gestor Eriqui Inazaki, os animais “não moram em uma Unidade de Conservação em específico, e sim trafegam por grandes corredores ecológicos do Estado”.
“O Projeto MonitoraBioSP, programa de monitoramento da biodiversidade da Fundação Florestal, identificou no último ano, por meio das câmeras trap, armadilhas fotográficas instaladas dentro das matas, cerca de 11 diferentes animais, identificados por meio de suas rosetas, as manchas que são como uma impressão digital”, argumentou ao g1.
Por se tratar de uma espécie do topo da cadeia alimentar, a presença das onças, ainda segundo Inazaki, é um indicador de outros animais da floresta e sua escassez indica o declínio da saúde da floresta.
“Um dos principais motivos para sua ausência é a supressão da vegetação e a caça. Muitas vezes, quando as onças não encontram alimento na mata, buscam animais domésticos, ampliando os riscos que estão levando a espécie à extinção: os proprietários dos animais as consideram como uma ameaça econômica. Além disso, em rodovias que cortam áreas de preservação, é importante respeitar os limites de velocidade e redobrar a atenção com relação à passagem de fauna”, concluiu.
Onça-pintada fêmea recebeu o nome de Juçara com 32% dos votos
Fundação Florestal
A espécie
A onça-pintada (Panthera onca) é o maior felino do continente americano. Tem até 1,90 metro de comprimento e 80 centímetros de altura. Os machos pesam cerca de 20% a mais do que as fêmeas, podendo chegar a 135 quilos.
A onça-pintada pode viver em vários tipos de hábitats, desde que uma parte da vegetação seja densa. É um animal solitário e territorial. Tem hábitos noturnos. Pode ocupar áreas de 22 km² a mais de 150 km² (dependendo da disponibilidade de presas). A espécie era encontrada desde o sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Mas está oficialmente extinta nos Estados Unidos e já é uma raridade no México.
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Espécie criticamente ameaçada, onça-pintada filhote morre atropelada em rodovia que corta o Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio
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Na onça-pintada, ocorre também o fenômeno do melanismo, comum em outros felinos. A coloração amarela é substituída por uma pelagem preta. Dependendo da luz em que o animal se encontra, percebem-se as rosetas. O animal na forma melânica é chamado de onça-preta.
As populações vêm diminuindo devido ao confronto com atividades humanas, como a pecuária. A espécie é classificada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) e pelo Ibama como vulnerável e está no Apêndice I da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (Cites).
Ou seja, o risco de extinção está associado ao comércio e sua comercialização só é permitida em casos excepcionais, mediante autorização expressa.
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