Polícia Ambiental resgata cervo-do-pantanal atropelado em estrada vicinal em Panorama

Caracóis africanos: bióloga orienta forma correta de combater proliferação do molusco no período chuvoso
Animal vai ficar sob os cuidados de uma entidade em Assis (SP) até se recuperar. Cervo-do-pantanal foi atropelado em Panorama (SP)
Polícia Militar Ambiental
A Polícia Militar Ambiental resgatou nesta quinta-feira (8) um cervo-do-pantanal que havia sido atropelado na Estrada Vicinal Carvalho Sobrinho, em Panorama (SP).
Quando chegaram ao local, no km 5 da via, os policiais constataram que o animal não tinha condições de locomoção.
Após o resgate, o cervo foi levado até a Associação Protetora dos Animais Silvestres de Assis (SP), entidade que é identificada pela sigla de Apass, onde permaneceu sob os cuidados de profissionais habilitados.
Quando estiver curado e em condições, o animal será devolvido ao seu hábitat natural.
De acordo com as informações disponibilizadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus) é a maior espécie de cervídeo da América Latina, alcançando até 130 quilos, e habita várzeas das planícies de inundação dos grandes rios e seus tributários.
A espécie é considerada vulnerável (VU), em relação ao risco de extinção, mas, no Estado de São Paulo, está criticamente em perigo (CR).
Cervo-do-pantanal foi atropelado em Panorama (SP)
Polícia Militar Ambiental
Cervo-do-pantanal foi atropelado em Panorama (SP)
Polícia Militar Ambiental
Cervo-do-pantanal foi atropelado em Panorama (SP)
Polícia Militar Ambiental
Cervo-do-pantanal foi atropelado em Panorama (SP)
Polícia Militar Ambiental
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Fernando de Noronha vai receber evento internacional sobre proteção dos oceanos; veja atrações confirmadas

Caracóis africanos: bióloga orienta forma correta de combater proliferação do molusco no período chuvoso
Encontro 'De mãos dadas por oceanos sem plástico' acontece em 30 de junho. Programação reúne especialistas, ativistas e gestores ambientais para discutir preservação. Tartaruga marinha em Fernando de Noronha
Michele Roth/Acervo pessoal
Fernando de Noronha sedia, no dia 30 de junho, o encontro internacional "De mãos dadas por oceanos sem plástico". A programação inclui apresentações artísticas, palestras, rodas de conversas, performances, atividades para crianças, exposição fotográfica e lançamento de livros.
O encontro acontece das 15h às 22h, no Forte Nossa Senhora dos Remédios, e conta com transmissão pela internet. O evento é realizado pelo projeto Lab Noronha Pelo Planeta em parceria com o Forte Noronha e a Administração da Ilha.
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Segundo os organizadores, o encontro vai reunir especialistas, ativistas e gestores ambientais para discutir preservação ambiental. Também vai ter a presença de representantes de entidades ligadas à proteção dos oceanos, além de formadores de opinião, empreendedores e jornalistas.
Entre os palestrantes, está confirmado o jornalista Francisco José, que tem título de cidadão noronhense e mergulhou em todos os oceanos do planeta ao fazer reportagens para a TV Globo. Quem também participa do evento é a arte-educadora infantil Lulu Araújo, conhecida como Fada Magrinha.
Também está prevista a exibição de filmes e vídeos com mensagens de lideranças nacionais e internacionais na área de meio ambiente. Além disso, o forte vai receber a feirinha NoronhArte, com produtos feitos na ilha.
No encerramento do encontro, vai acontecer uma dança de ciranda, simbolizando a união de forças e ideias para barrar poluições e retirar os plásticos dos ambientes naturais. O comando fica por conta do mestre cirandeiro Anderson Miguel, da cidade de Nazaré da Mata, na Zona da Mata, que se apresenta na ilha pela primeira vez.
O Maracatu Nação Noronha e artistas da ilha também participam do encontro. A programação completa do evento não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem.
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VÍDEO: Espécie ameaçada de extinção que inspirou personagens da animação Madagascar já pode ser visitada no Zoo de Brasília

Caracóis africanos: bióloga orienta forma correta de combater proliferação do molusco no período chuvoso
Casal de lêmures passou por quarentena e agora está em espaço definitivo. Julien e a Pandora são da espécie lêmure-de-cauda-anelada e vieram do Zoológico de Itatiba, em São Paulo, em abril. Lêmures podem ser visitados no Zoológico de Brasília
Um casal de lêmures – animais ameaçados de extinção que inspiraram personagens da animação Madagascar – já podem ser visitados no Jardim Zoológico de Brasília. Nesta segunda-feira (12), Julien e Pandora ganharam um recinto definitivo (veja vídeo acima).
Eles chegaram ao Distrito Federal no dia 24 de abril passado, vindos do Zoológico de Itatiba, em São Paulo. Após 49 dias em isolamento, a partir desta terça (13) eles podem se vistos pelo público.
Lêmures ameaçados de extinção, que inspiraram personagem do filme Madagascar, podem ser visitados no Zoológico de Brasília
Caio Cavalcante
O espaço reservado a eles, além de vegetação, tem galhos e cordas para que se movimentem. O casal é da espécie lêmure-de-cauda-anelada, que depende de esforços em cativeiro para não desaparecer.
Enquanto estiveram em São Paulo, Julien e Pandora geraram seis filhotes, mas Pandora precisou ser castrada durante uma gestação de risco. A expectativa é que o Zoo de Brasília receba outra fêmea que possa se reproduzir com Julien.
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‌Lêmure-de-cauda-anelada
Lêmures ameaçados de extinção, que inspiraram personagem do filme Madagascar, podem ser visitados no Zoológico de Brasília
Caio Cavalcante
Existem 19 espécies de lêmures, todas exclusivas da Ilha de Madagascar, ao leste da África. O lêmure-de-cauda-anelada é o mais comum de se encontrar em zoológicos no mundo, com aproximadamente dois mil indivíduos em cativeiro.
Os lêmures-de-cauda-anelada vivem em grupos familiares de até 30 indivíduos. Com hábitos diurnos, são predominantemente herbívoros. No Zoológico de Brasília, Julien e Pandora são alimentados com frutos, folhas, legumes e insetos.
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Menor oferta de alimentos para baleias-francas traz incertezas sobre vinda dos animais a SC; entenda

Caracóis africanos: bióloga orienta forma correta de combater proliferação do molusco no período chuvoso
Temporada de reprodução no Brasil ocorre entre julho e novembro, com picos em setembro. Baleias-francas passam por Santa Catarina
Grupo Australis/Divulgação
A temporada de reprodução das baleias-francas no Brasil, que ocorre anualmente entre julho e novembro, vai começar com incertezas este ano, segundo pesquisadores que monitoram a chegada dos mamíferos marinhos a Santa Catarina.
Isso porque, segundo o gerente de pesquisa do Projeto ProFranca, Eduardo Renault, o ciclo reprodutivo dos animais sofreu alterações nos últimos anos. "Isso faz com que a gente não consiga prever como vai ser esta temporada", disse.
A suspeita, segundo Karina Groch, bióloga e diretora do Projeto ProFranca é de que a mudança esteja ligada diretamente com a baixa na oferta de alimentos.
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Ela explica que o intervalo normal de reprodução dos animais é uma vez a cada três anos. No primeiro inverno do ciclo, as baleias acasalam, mas não necessariamente se deslocam até as águas mais quentes.
Especialista fala sobre expectativa da chegada de baleias-francas a SC
Já no segundo ano, as fêmeas se afastam das baixas temperaturas e se dirigem ao litoral brasileiro, onde os filhotes nascem longe dos predadores.
"Tendo o filhote aqui, elas têm a garantia que vão ter a tranquilidade para cuidar e amamentá-los", explicou.
No seguinte, e último do ciclo reprodutivo, elas entram no período de descanso, que dura normalmente um ano. Durante o período, a fêmea se recupera para iniciar uma nova etapa.
"O que tem acontecido é esta etapa tem se estendido. Isso pode ser porque ela não encontrou alimento suficiente e, com isso, vai adiar a próxima reprodução até estar mais forte para fazer o investimento de acasalar" explica.
Duas baleias-franca adultas foram avistadas na manhã de sábado (12) em Palhoça
Reprodução/NSC TV
Redução de alimentos
Conforme a pesquisadora, a redução na quantidade de alimento tem relação com as oscilações climáticas.
"Quando está mais quente tem menos alimento e, às vezes, ela vai nadar mais para encontrar, e isso pode fazer com que ela demore para estar bem fisicamente".
Primeira baleia-franca da temporada é avistada no litoral
Baleias-francas passeiam com filhotes no mar
Baleia-franca
Ben Ami Scopinho/Arte
Visitas a SC
De acordo com o ProFranca, 228 baleias foram encontradas em Santa Catarina em 2022, número mais alto em cinco anos. Somente em dois dias, entre 20 e 21 de setembro de 2022, mês em que ocorre o pico, os sobrevoos detectaram cerca de 250 delas, entre mães e filhotes.
Nos anos anteriores, a quantidade de registros foi menor. Em 2021, por exemplo, 120 baleias foram encontradas no estado. Um ano antes, os pesquisadores da ProFranca encontraram 42 animais. Em 2019 passaram 53 mamíferos da espécie. Já em 2018, quando houve o maior registro desde a década de 1980, 273 animais foram identificados.
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Caracóis africanos: bióloga orienta forma correta de combater proliferação do molusco no período chuvoso

Caracóis africanos: bióloga orienta forma correta de combater proliferação do molusco no período chuvoso
Achatina fulica, nome científico do molusco terrestre, são originários da região Centro Norte da África e não têm predadores naturais no Brasil. Veja como combater proliferação de caracóis africanos no quintais
Neste período ainda chuvoso em Macapá, traz além de transtornos como alagamentos, dificuldades de locomoção pela cidade, traz proliferação de alguns “bichinhos” indesejáveis. É o caso dos caracóis africanos, também chamados de “caracóis gigantes”, que começaram a invadir quintais das casas de amapaenses e ambientes públicos que estão abandonados ou sem manutenção de limpeza.
A Achatina fulica, nome científico do molusco terrestre, são originários da região Centro Norte da África e não têm predadores naturais no Brasil. Pela cidade de Macapá, o caracol pode ser visto em maior quantidade no período chuvoso, em que da terra encharcada eles emergem do solo e aumentam a reprodução.
Achatina fulica, nome científico do molusco terrestre, são originários da região Centro Norte da África
Camila Karina Ferreira / g1
Os caracóis se alimentam de qualquer tipo de material orgânico, como restos de comida, fezes, plantas e lixo em geral. Por isso, higienizar adequadamente alimentos que são consumidos crus para evitar possíveis contaminações, além de limpar os ambientes, quintais e jardins é essencial para impedir a proliferação destes animais.
bióloga Tatiane Barbosa informou que no Brasil, a espécie foi trazida para a região sul do país, na década de 80
Camila Karina Ferreira / g1
De acordo com a bióloga Tatiane Barbosa, a espécie foi trazida para a região sul do país, na década de 80 para ser utilizada como iguaria, já que algumas pessoas apreciam o escargot. A ideia inicial era produzir numa escala maior mas para o paladar do brasileiro, não foi a melhor escolha.
“Aqui em Macapá nós tivemos o primeiro registro por volta de 2008, e uma publicação científica a respeito da situação em 2012. E esta não é a proliferação mais intensa dos moluscos terrestres. A ocorrência de achatina fulica já aconteceu tanto em Macapá quanto em Santana. Atualmente" não observamos as piores infestações”, ressaltou.
"Caracóis gigantes”, começaram a invadir quintais das casas de amapaenses
Camila Karina Ferreira / g1 AP
Os três principais problemas com a infestação dos caracóis
Há três problemas em relação a presença da achatina fulica no território brasileiro:
questão ecológica – pois ela pode competir, trazer prejuízos a espécies nativas;
questão econômica – como é um animal detritívoro, pode trazer grandes prejuízos para hortas e cultivo de alimentos;
questão da saúde – é essencial a higienização adequada para cada alimento cru que venha a ser ingerido, para evitar qualquer tipo de ingestão do molusco ou alimento contaminado por ele.
Segundo a bióloga, não existe nenhuma fórmula química recomendada (molucicida) para eliminar os caracóis do território, apesar disso, não há motivo para criar alarme ou pânico, e sim saber cuidar e ter responsabilidade com a limpeza do local onde vive. A especialista ressalta que jogar sal nos animais não é a solução mais apropriada.
“A única forma de minimizar a infestação é por meio do manejo ambiental, de acordo com as orientações. “Ao jogar sal, ele vai morrer, mas o sal vai salinizar o solo, se for área de jardim, esta área também será prejudicada e as conchas podem acumular água no período chuvoso e até contribuir como criadouro de Aedes aegypti”, explica.
Como combater:
Limpeza dos quintais, retirando material orgânico e todo o lixo acumulado.
Ao identificar os caracóis no tamanho de pequeno ovos similares a pérolas, a recomendação é quebrá-los.
A catação dos caracóis já adultos, deve ser feita com luvas ou com sacos plásticos nas mãos e depositados dentro de um balde com água fervente, e para cada litro de água, uma colher de hipoclorito de sódio.
As conchas devem ser esmagadas, com um martelo, por exemplo.
Plantar boldo também pode ser um repelente natural destes animais nos ambientes que são áreas de terra ou jardins.
Não há dados precisos sobre a soltura destes animais na natureza ou se eles fugiram dos viveiros que eram utilizados para produção.
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