Após mortes de onças-pintadas atropeladas, Estado anuncia investimento de R$ 23 milhões para aumentar segurança no entorno do Morro do Diabo

Polícia Ambiental resgata seis aves silvestres de cativeiro e aplica multas de R$ 7,2 mil contra infratores
Serão instalados mais quatro radares de controle de velocidade dos veículos e construídas três novas passagens subterrâneas de fauna na Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), que corta o parque. Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), onde morreram duas onças-pintadas atropeladas no último mês de abril, corta o Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP)
Semil
A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil) anunciou, neste sábado (3), um investimento de R$ 23 milhões em iniciativas para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP).
Entrarão em operação quatro novos radares de controle de velocidade dos veículos, além dos dois já existentes, totalizando seis em funcionamento, ao longo da Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), via que corta o parque, e serão construídas três novas passagens subterrâneas de fauna, com dimensões para animais de maior porte e direcionamento dos bichos.
Também serão implantados 30 quilômetros de cercas de segurança ao longo da via e outros 10 quilômetros na Estação Ecológica do Mico-leão-preto.
Ainda foi anunciada a instalação de um Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) no Oeste Paulista para o atendimento de bichos atropelados e apreendidos.
As medidas foram anunciadas após duas onças-pintadas terem morrido atropeladas na Rodovia Arlindo Béttio em um intervalo de menos de uma semana no último mês de abril. O primeiro caso, no dia 23 de abril, havia vitimado um filhote de aproximadamente nove meses de idade, no km 16. O segundo atropelamento, no dia 28 de abril, tinha causado a morte de uma onça-pintada com cerca de dois anos, no km 15. Os felinos pertenciam a uma espécie ameaçada de extinção.
Neste sábado (3), a secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, visitou o parque e vistoriou a SP-613, que atravessa a área da unidade de conservação da Mata Atlântica.
“Esse é um ótimo exemplo de política transversal e integrada da Semil, a partir de uma iniciativa em prol da preservação da fauna local, unindo um dos braços ambientais da secretaria, a Fundação Florestal, e o Departamento de Estradas de Rodagem [DER]”, comentou.
Não foram estabelecidos prazos para a execução das medidas anunciadas pelo Estado, mas apenas um cronograma que seguirá até 2026.
Os prazos ainda estão indefinidos porque, segundo o Estado, dependem de procedimentos burocráticos, como a elaboração de projetos e a abertura de licitações.
Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
Murilo Zara/TV Fronteira
Mata Atlântica
Localizado no Pontal do Paranapanema, no extremo oeste do Estado de São Paulo, e próximo ao bioma do Cerrado, o Parque Estadual do Morro do Diabo é um dos raros trechos de Floresta de Planalto do país, abrangendo quase 34 mil hectares de Mata Atlântica interiorana.
O parque abriga espécies ameaçadas de extinção, como anta, queixada, bugio, puma e onça-pintada, além de ser o lar da maior população livre do mico-leão-preto, uma espécie de primata entre as mais ameaçadas do planeta. Além disso, a unidade de conservação possui a maior reserva de peroba-rosa do país, desempenhando um papel importante nos trabalhos de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.
Além de ser utilizado para atividades de lazer e esporte, o Parque Estadual do Morro do Diabo desempenha um papel importante nas pesquisas científicas. O parque serve como base para o Programa Monitora BioSP, da Fundação Florestal, instituição ligada à Semil.
Os estudos realizados no parque fornecem subsídios para a tomada de decisões, não apenas para a proteção de espécies e a conservação da biodiversidade, mas também para a implementação de ações relacionadas ao aumento da cobertura vegetal e à redução da fragmentação das paisagens. Isso contribui para ampliar os serviços ecossistêmicos e ambientais das unidades de conservação e das zonas de amortecimento.
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Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
Murilo Zara/TV Fronteira
Em 2022, o governo de São Paulo realizou investimento de R$ 6 milhões na reforma das edificações do Parque Estadual do Morro do Diabo. Essas melhorias incluíram a revitalização do centro de visitantes, alojamentos, hospedarias, playground e museu. Além disso, recursos foram destinados para aprimorar as áreas das churrasqueiras e pontos de apoio para atividades de camping, bem como para receber motorhomes e trailers.
O Morro do Diabo é considerado um dos quatro "parques-modelo" do Estado, ao lado dos parques estaduais da Ilha Anchieta, em Ubatuba (SP), da Ilha do Cardoso, no Vale do Ribeira, e de Intervales, na Serra de Paranapiacaba.
Oferece atrações como a Trilha do Morro do Diabo, que conduz ao topo da montanha e proporciona uma vista panorâmica exuberante. Também está disponível a ciclorrota Caminho das Onças, um percurso de 51 quilômetros. Além disso, o parque conta com trilhas inclusivas, como a Trilha da Lagoa Verde, que pode ser percorrida utilizando cadeiras Julietti, especialmente projetadas para pessoas com limitações físicas.
Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
Murilo Zara/TV Fronteira
Risco de extinção da onça-pintada
A onça-pintada (Panthera onca) é o maior felino do continente americano. Tem até 1,90 metro de comprimento e 80 centímetros de altura. Os machos pesam cerca de 20% a mais do que as fêmeas, podendo chegar a 135 quilos.
A onça-pintada pode viver em vários tipos de hábitats, desde que uma parte da vegetação seja densa. É um animal solitário e territorial. Tem hábitos noturnos. Pode ocupar áreas de 22 km² a mais de 150 km² (dependendo da disponibilidade de presas).
A espécie era encontrada desde o sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Mas está oficialmente extinta nos Estados Unidos e já é uma raridade no México.
Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
Murilo Zara/TV Fronteira
Na onça-pintada, ocorre também o fenômeno do melanismo, comum em outros felinos. A coloração amarela é substituída por uma pelagem preta. Dependendo da luz em que o animal se encontra, percebem-se as rosetas. O animal na forma melânica é chamado de onça-preta.
As populações vêm diminuindo devido ao confronto com atividades humanas, como a pecuária. A espécie é classificada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) como vulnerável e está no Apêndice I da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (Cites).
Ou seja, o risco de extinção está associado ao comércio e sua comercialização só é permitida em casos excepcionais, mediante autorização expressa.
Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
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Programa de reflorestamento planta meio milhão de mudas nativas anualmente em áreas impactadas pela Usina Hidrelétrica de Porto Primavera

Polícia Ambiental resgata seis aves silvestres de cativeiro e aplica multas de R$ 7,2 mil contra infratores
O objetivo da ação, que abrange 240 espécies nativas identificadas, é promover a recuperação de áreas de conservação e a criação de corredores ecológicos para animais silvestres no entorno do reservatório no Rio Paraná, na divisa entre os estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo. Programa de Reflorestamento da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) planta meio milhão nativas anualmente na região de influência da Usina Hidrelétrica Sergio Motta
Cesp
A Companhia Energética de São Paulo (Cesp) realiza o plantio de cerca de 500 mil mudas nativas anualmente na região de influência da Usina Hidrelétrica Sérgio Motta, no distrito de Porto Primavera, em Rosana (SP). O Programa de Reflorestamento Ciliar e Recomposição de Matas Nativas também está concentrado em uma área de preservação de 230 hectares em Paulicéia (SP).
O objetivo da ação, que abrange 240 espécies nativas identificadas, é promover a recuperação de áreas de conservação e a criação de corredores ecológicos para animais silvestres no entorno do reservatório no Rio Paraná, na divisa entre os estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo.
"O volume é equivalente a 1.369 árvores nativas plantadas a cada 24 horas ou 1,6 muda nativa, por ano, para cada morador dos 12 municípios da área de influência do reservatório da usina”, cita a companhia.
Programa de Reflorestamento da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) planta meio milhão nativas anualmente na região de influência da Usina Hidrelétrica Sergio Motta
Cesp
O gerente de Sustentabilidade e Operações da Cesp, André Rocha, cita que a iniciativa “visa atender à diretriz da empresa de contribuir para a conservação da fauna e da flora e ao compromisso assumido no licenciamento ambiental do empreendimento, que prevê o reflorestamento de cerca de 230 hectares ao ano”.
“A proteção da biodiversidade e das nossas riquezas naturais faz parte do nosso negócio. Desde o início do programa, já promovemos o reflorestamento em cerca de 4.500 hectares de áreas na região. Estas áreas, que equivalem a quatro mil e quinhentos campos de futebol, são, em sua maioria, áreas de preservação e de matas ciliares e na criação de corredores ecológicos para animais silvestres”, reforça Rocha.
Programa de Reflorestamento da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) planta meio milhão nativas anualmente na região de influência da Usina Hidrelétrica Sergio Motta
Cesp
O gerente ainda menciona que as ações têm ligação direta com outra iniciativa de preservação ambiental da companhia, o Programa de Monitoramento da Ictiofauna, feito no Rio Paraná e em rios que deságuam no reservatório da hidrelétrica de Porto Primavera.
“Quando falamos em conservação ambiental e promoção do equilíbrio ambiental, são necessárias várias ações e iniciativas conjuntas. Ao promovermos ações de recuperação de matas ciliares, estamos contribuindo diretamente para a proteção dos rios e dos peixes da região”, acrescenta.
Reflorestamento ciliar
Iniciado há cerca de 20 anos, o Programa de Reflorestamento Ciliar e Recomposição de Matas Nativas foi implementado durante o início do reservatório de Porto Primavera.
Para atender a iniciativa, a Cesp conta com a atuação do Horto Florestal de Porto Primavera, conhecido como Viveiro de Mudas, com capacidade de produzir mais de 1 milhão de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica e do Cerrado por ano.
Ainda de acordo com Rocha, "essa produção de mudas envolve uma ação minuciosa, que se inicia na coleta das sementes das árvores em campo".
Atualmente, a companhia mantém dois Bancos Ativos de Germoplasmas (BAGs), que são bosques de árvores nativas, um no Estado de São Paulo e outro em Mato Grosso do Sul, de onde é coletada parte das sementes para a produção das mudas no viveiro.
Programa de Reflorestamento da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) planta meio milhão nativas anualmente na região de influência da Usina Hidrelétrica Sergio Motta
Cesp
A companhia ainda adiciona que, somente nos BAGs, são mantidas 63 espécies diferentes de árvores nativas, sem contar as espécies existentes em áreas de preservação ambiental da empresa na região utilizadas como matrizes para a produção das mudas.
Desde que o programa foi iniciado, “já foram catalogadas matrizes de aproximadamente 240 espécies de árvores nativas dos dois biomas na região”.
“Este é um dos diferenciais do Horto Florestal, a grande variedade de espécies nativas reproduzidas e o cuidado com sua qualidade genética. Elas são coletadas diretamente da natureza, em um sistema preciso de georreferenciamento. É um trabalho contínuo de coleta, cuidados na produção e nos plantios. Com isso, conseguimos manter a diversidade genética, essencial para o sucesso das ações de reflorestamento.”, finaliza o gerente.
Para cada muda produzida no Horto Florestal, são cerca de 30 árvores que podem fornecer sementes com diferentes materiais genéticos mapeados.
"Essas matrizes estão presentes em uma faixa média de 250 quilômetros de extensão”, acrescenta a Cesp.
Programa de Reflorestamento da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) planta meio milhão nativas anualmente na região de influência da Usina Hidrelétrica Sergio Motta
Cesp
Doações
A Cesp também mantém o Programa Fomento Florestal, que visa à doação de mudas para pessoas ou instituições que queiram promover o reflorestamento em áreas de conservação.
“Somente em 2022, foram mais de 46 mil mudas nativas doadas para parceiros por meio desta iniciativa, o que equivale a 126 mudas doadas a cada 24 horas”, conclui a companhia.
A doação de mudas nativas pode ser solicitada por meio do canal "Diálogo Aberto da Cesp", através do número de WhatsApp (11) 93032-6699.
Programa de Reflorestamento da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) planta meio milhão nativas anualmente na região de influência da Usina Hidrelétrica Sergio Motta
Cesp
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Centenária árvore de Florianópolis passa por sequenciamento genético para descoberta de origem; entenda

Polícia Ambiental resgata seis aves silvestres de cativeiro e aplica multas de R$ 7,2 mil contra infratores
Figueira da Praça XV é um dos principais cartões-postais da Capital de Santa Catarina, mas ainda não tem definida a origem e espécie. Árvore da Praça XV passa por processo de sequenciamento genético para descobrir origem
Tiago Ghizoni/NSC
Pesquisadores do laboratório de genética vegetal da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) buscam, por sequenciamento genético, descobrir a identidade da Figueira da Praça XV, em Florianópolis. Centenária, a árvore é um dos principais cartões-postais da Capital de Santa Catarina, mas ainda não tem definida a origem e espécie.
O trabalho é feito desde março pelo professor de biotecnologia Valdir Stefenon junto com os estudantes de pós-doutorado Yohan Fritsche e Thiago Ornellas.
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Segundo os especialistas, até o momento se tem a evidência de que a espécie que habita a praça é exótica, ou seja, não é originária do Brasil. Outros detalhes, no entanto, devem ser divulgados nas próximas semanas.
Após confirmarem a espécie da figueira, conforme os pesquisadores, será possível avançar e buscar possibilidades para a chegada da árvore na cidade. Até os dias atuais, não se sabe ao certo como e por quem ela foi levada para a praça.
"A partir do conhecimento exato, é possível dizer de onde ela veio, se foi do Rio de Janeiro ou de outras partes do mundo", explicou Stefenon.
Árvore da Praça XV em Florianópolis
Tiago Ghizoni/NSC
Tema de lendas contadas há gerações pelos moradores de Florianópolis, a figueira foi plantada por volta de 1870 na área que atualmente abriga a escadaria da Catedral, também no centro da cidade. Cerca de 20 anos depois, em 1891, ela foi transplantada para a praça e desde então serviu de sombra aos viajantes, além de palco para festividades.
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Como é feita a pesquisa
Para a descoberta, os pesquisadores coletaram partes pequenas da árvore quem contém genomas de cloroplastos. A substância pode ser encontrada, por exemplo, nas folhas de plantas. A partir disso, o material foi colocado em um equipamento de alta tecnologia que identificou e mostrou o DNA da figueira da Praça XV.
Com isso, os pesquisadores estão conseguindo comparar os dados da árvore da Capital com os de outras milhares espécies registradas em um banco de dados mundial.
"Dessa forma, a gente consegue mostrar que a ciência também contribui e se mistura com a história, que a ciência tem que sair das quatro paredes do laboratório. Acho muito importante que não estamos fazendo algo só para o mundo cientifico, mas produzindo conhecimento para a cultura da cidade", explicou o professor.
Sequenciamento genético da figueira
Caroline Borges/g1
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Árvore será clonada
Além do trabalho de sequenciamento genético, os pesquisadores também desenvolvem uma pesquisa para clonagem da árvore. Usando filamentos mais novos da árvore, o processo vai ajudar a perpetuar as características genéticas da atual figueira.
Segundo Stefenon, os primeiros resultados são positivos:
"É um processo um pouco demorado, mas a gente acredita que dentro de um ano a gente vai ter uma quantidade considerável de clones da figueira. Se tem discutido com o grupo que esse clone pode ser [usado] de presente que caracterize exatamente o que é Florianópolis. E para fortalecer laços de amizade com outros municípios, outros estados, outros países", afirmou.
Árvore da Praça 15 em Florianópolis
Tiago Ghizoni
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Fazendeiro leva multa de quase R$ 190 mil por desmatamento de 11 hectares de vegetação nativa, em Sandovalina

Polícia Ambiental resgata seis aves silvestres de cativeiro e aplica multas de R$ 7,2 mil contra infratores
Polícia Ambiental constatou, nesta terça-feira (6), a supressão isolada de 420 árvores nativas em área comum na propriedade do homem, que ainda irá responder por crime. Fazendeiro levou multa de quase R$ 190 mil por desmatamento de 11 hectares de vegetação nativa, em Sandovalina (SP)
Polícia Ambiental
Um fazendeiro, de 45 anos, foi multado em R$ 189.071,25 por desmatamento e supressão de árvores em uma fazenda localizada em Sandovalina (SP), nesta terça-feira (6).
De acordo com a Polícia Militar Ambiental, a ocorrência foi registrada durante a Operação Semana do Meio Ambiente, quando a corporação, que tinha acesso às imagens de monitoramento via satélite, foi até o local verificar as condições.
Na área rural, foi constatado o desmatamento de 11,4675 hectares de vegetação nativa em estágio inicial de regeneração, em área objetivo de especial preservação. Por conta disto, foi elaborado um Auto de Infração Ambiental no valor de R$ 63,071,25 em desfavor do proprietário do local.
Fazendeiro levou multa de quase R$ 190 mil por desmatamento de 11 hectares de vegetação nativa, em Sandovalina (SP)
Polícia Ambiental
Os policiais também constataram a supressão isolada de 420 árvores nativas em área comum, o que resultou na multa de R$ 126 mil para o fazendeiro.
As árvores suprimidas, de acordo com a Polícia Ambiental, são das espécies “candeia, amendoim, macaúba, leiteiro, angico preto, angico branco, entre outras”.
“As áreas degradadas foram embargadas e o envolvido irá responder criminalmente”, concluiu a polícia ao g1.
Ao todo, as multas chegaram ao valor de R$ 189.071,25.
Fazendeiro levou multa de quase R$ 190 mil por desmatamento de 11 hectares de vegetação nativa, em Sandovalina (SP)
Polícia Ambiental
Fazendeiro levou multa de quase R$ 190 mil por desmatamento de 11 hectares de vegetação nativa, em Sandovalina (SP)
Polícia Ambiental
Fazendeiro levou multa de quase R$ 190 mil por desmatamento de 11 hectares de vegetação nativa, em Sandovalina (SP)
Polícia Ambiental
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Polícia Ambiental resgata seis aves silvestres de cativeiro e aplica multas de R$ 7,2 mil contra infratores

Polícia Ambiental resgata seis aves silvestres de cativeiro e aplica multas de R$ 7,2 mil contra infratores
Pássaros estavam em duas residências no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP). Ocorrências foram registradas no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Militar Ambiental
A Polícia Militar Ambiental resgatou, nesta quarta-feira (7), seis aves silvestres que eram mantidas irregularmente em cativeiro em duas residências no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP), e ainda aplicou multas que totalizaram R$ 7,2 mil aos infratores responsáveis pelo aprisionamento dos pássaros. Além disso, os dois homens envolvidos também responderão criminalmente.
Na primeira casa fiscalizada, os policiais constataram que o morador, um homem, de 59 anos, mantinha quatro aves nativas em cativeiro sem autorização do órgão ambiental competente, sendo três coleirinhas-papa-capim e um tico-tico-rei.
O envolvido recebeu um auto de infração ambiental no valor de R$ 2 mil por ter em cativeiro espécimes da fauna silvestre.
As aves, como apresentavam estado bravio, foram soltas em seu hábitat natural, e as gaiolas foram destruídas.
Ocorrências foram registradas no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Militar Ambiental
Na outra fiscalização, os militares depararam-se com um homem, de 33 anos, realizando a soltura de uma ave da espécie coleira-papa-capim.
Ele disse ser criador amadorista de passeriformes e ter em seu plantel duas aves sem anilha, sendo um azulão e um trinca-ferro. Além disso, ele também possuía outra ave anilhada da espécie azulão que não estava na relação de seu plantel.
Diante das irregularidades constatadas, o homem recebeu três autos de infração ambiental, que totalizaram R$ 5,2 mil:
um no valor de R$ 2,2 mil por reintroduzir na natureza espécime da fauna silvestre, referente à soltura do primeiro pássaro;
um no valor de R$ 1 mil por ter em cativeiro duas aves da fauna silvestre (um azulão e um trinca-ferro); e
outro no valor de R$ 2 mil por deixar de manter atualizado o registro de acervo faunístico.
As aves da espécie azulão e trinca-ferro que estavam sem anilha foram soltas na natureza por apresentarem estado bravio.
Já o azulão que estava anilhado ficou sob a responsabilidade do infrator até a regularização de seu plantel.
Ocorrências foram registradas no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Militar Ambiental
Ocorrências foram registradas no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Militar Ambiental
Ocorrências foram registradas no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Militar Ambiental
Ocorrências foram registradas no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Militar Ambiental
Ocorrências foram registradas no Jardim Brasil Novo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Militar Ambiental
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