Scott é o nome escolhido para filhote de tamanduá-mirim do Zoológico de Brasília

Guaxinim é capturado no Centro de Dracena e solto no Parque Estadual do Rio do Peixe
Enquete foi aberta no final de semana e registrou cerca de 3 mil votos. Nome mais votado é referência ao Homem Formiga, personagem das histórias em quadrinhos. Tamanduá-mirim macho, do Zoológico de Brasília, que nasceu em setembro de 2022
Zoo Brasília/Divulgação
A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) divulgou, na manhã desta segunda-feira (21), o resultado da enquete que escolheu o nome para o filhote de tamanduá-mirim, nascido em setembro: ele vai se chamar Scott.
O nome foi escolhido por meio de uma pesquisa feita no Instagram, no último sábado (19). Eram três opções de nomes, todas com algum significado especial:
Leônidas: ele apresenta personalidade forte, assim como o rei de Esparta, Leônidas I
Scott: nome do homem-formiga
Tapecuim: significa "cupim" em alguns dialetos indígenas
Scott recebeu cerca de 1,2 mil votos. O nome é uma referência a Scott Lang, personagem das histórias em quadrinhos conhecido por ser o homem-formiga. O nome do filhote, portanto, remete a um dos principais alimentos do tamanduá, a formiga.
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Dia do Tamanduá
Tamanduá carrega filhote nas costas
Fantástico/ reprodução
A ação para a escolha do nome do filhote foi motivada pela proximidade do Dia Mundial do Tamanduá (#tamanduaday), celebrado em 29 de novembro. A data foi criada para sensibilizar as pessoas sobre os desafios para a sobrevivência das espécies na natureza.
Os tamanduás são mamíferos que pertencem a um grupo chamado Xenathra, onde estão também os tatus e preguiças. A espécie surgiu na Terra há mais de 60 milhões de anos, na América Latina.
Atualmente, no Brasil há três espécies:
tamanduá-bandeira
tamanduá-mirim
tamanduaí
No Zoológico de Brasília há duas espécies, sendo sete tamanduás-bandeira e três tamanduás-mirim.
Zoológico de Brasília
O Zoológico de Brasília está aberto à visitação de terça a domingo, e em feriados, das 8h30 às 17h. A bilheteria fecha às 16h, e o pagamento dos ingressos é somente em dinheiro.
Nas terças, quartas e quintas-feiras, exceto feriados, todos pagam R$ 5. Nos outros dias, a inteira custa R$ 10 e a meia R$ 5.
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Golfinho encalha em praia de Fernando de Noronha e força-tarefa é realizada para salvar o animal; veja o vídeo

Guaxinim é capturado no Centro de Dracena e solto no Parque Estadual do Rio do Peixe
Animal, uma fêmea com cerca de 1,80m, encalhou na Cacimba do Padre nesta quarta-feira (23). Golfinho encalha em Fernando de Noronha e é salvo por força-tarefa
Um golfinho encalhou na Praia Cacimba do Padre, em Fernando de Noronha, nesta quarta-feira (23). O animal, uma fêmea com cerca de 1,80m, foi encontrado por moradores que acionaram pesquisadores do Projeto Golfinho Rotador e do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio). Foi realizada uma força-tarefa para salvar o mamífero (veja vídeo acima).
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pesquisadores e voluntários fizeram operação para salva o animal
Bruna Roveri/ICMBio
Segundo a veterinária Taysa Rocha, do ICMBio, a fêmea apresentava sinais de desorientação. Inicialmente, os estudiosos e voluntários tentaram fazer a chamada reintrodução do golfinho após a arrebentação, mas o animal voltou a encalhar.
“O golfinho não teve a reação de passar a arrebentação e seguir para mar aberto. Nós seguimos os protocolos para encalhes e procuramos a melhor forma de reintrodução, conforme as condições ambientais”, afirmou a bióloga Priscila Medeiros, coordenadora do Projeto Golfinho Rotador.
Golfinho recebeu atendimento na praia
Bruna Roveri/ICMBio
A estratégia encontrada foi transportar o animal de bote até o grupo de golfinhos, que estava no Porto de Santo Antônio. Os pesquisadores e voluntários usam uma prancha como maca e levam o mamífero até a embarcação.
“Nós levamos o animal até o Porto, onde uma equipe do Projeto Golfinho já monitorava um grupo de golfinhos. O mamífero foi reintroduzido no mar naquela região”, contou Priscila Medeiros.
O golfinho-rotador, que tem nome científico Stenella longirostris, vai ser monitorado.
“O golfinho misturou-se no grupo. No monitoramento fixo, que fazemos do Forte dos Remédios, não identificamos nenhum golfinho com mudança de comportamento. Nós seguimos com a observação das praias”, declarou a pesquisadora Priscila Medeiros.
O Projeto Golfinho Rotador realiza o trabalho de pesquisa e monitoramento em Fernando de Noronha há 32 anos e conta com o apoio do Programa Petrobras Socioambiental.
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“O golfinho não teve a reação de passar a arrebentação e seguir para mar aberto. Nós seguimos os protocolos para encalhes e procuramos a melhor forma de reintrodução , conforme as condições ambientais”, afirmou a bióloga Priscila Medeiros, coordenadora do Projeto Golfinho Rotador.

Fundação Florestal faz enquete para batizar onças-pintadas que vivem no Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio

Guaxinim é capturado no Centro de Dracena e solto no Parque Estadual do Rio do Peixe
Entre as alternativas de nomes que o público pode escolher nas redes sociais para os felinos, estão Brisa, Tempestade, Madona, Caetano e Esperança. Enquete nas redes sociais vai escolher nomes de onças-pintadas da Mata Atlântica
Fundação Florestal
A Fundação Florestal do Estado de São Paulo (FF) abriu, nesta terça-feira (29), uma enquete nas redes sociais para escolher os nomes de onças-pintadas que vivem no bioma da Mata Atlântica no Estado de São Paulo, incluindo o Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP).
A bióloga e pesquisadora científica Andréa Soares Pires conversou com o g1 e explicou que a escolha das onças participantes da enquete foi feita a partir das câmeras de monitoramento instaladas na reserva ambiental.
“Elas foram escolhidas do projeto de monitoramento. Existe um trabalho sendo feito no Vale do Ribeira há alguns anos, com o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] e com o ICMBio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade], mas, para o Estado de São Paulo, a gente não tinha nada ainda. Então, quando a gente começou a fazer o monitoramento em 2021, de cara apareceram sete onças aqui no Morro. A gente precisa de nomes para identificar as onças, e aí a gente pensou: ‘Por que não disponibilizar [a enquete] para toda a população poder participar e entender a importância da onça-pintada?’. Porque, quando você dá nome, ela faz parte da sua vida, é legal isso”, comentou ao g1 a bióloga.
Enquete nas redes sociais vai escolher nomes de onças-pintadas da Mata Atlântica
Fundação Florestal
Segundo a pesquisadora, a enquete seguirá aberta por pelo menos dez dias nas redes sociais da Fundação Florestal e inclui a participação de animais dos parques estaduais do Morro do Diabo e da Serra do Mar.
Sobre as alternativas de nomes, Andréa disse que foi um processo de escolha que envolveu muitas pessoas e sugestões.
“A gente recebeu uma enxurrada de nomes de sugestões. Então, a gente fez uma enquete, dentro da Secretaria de Meio Ambiente, na própria Fundação Florestal, com todos os funcionários, que são mais de 300, e escolhemos cinco [nomes] para cada um. Nós trabalhamos com o pessoal de uma aldeia indígena em Ubatuba [SP], que também faz monitoramento junto com a gente, eles fizeram uma votação, e saiu um nome para cada onça”, detalhou Andréa ao g1.
Enquete nas redes sociais vai escolher nomes de onças-pintadas da Mata Atlântica
Fundação Florestal
Na enquete, cada felino recebeu cinco alternativas de nomes. Confira abaixo!
Para os dois machos participantes, existem as seguintes opções:
Mitã kiwi (onça adulta);
Tempestade;
Naurú;
Ventania;
Chico;
Kiwi tuixa (onça adulta);
Jorge;
Yamandu;
Raoni; e
Caetano.
Enquete nas redes sociais vai escolher nomes de onças-pintadas da Mata Atlântica
Fundação Florestal
Já para as três fêmeas, os nomes terão de ser escolhidos entre:
Kunha kiwi (onça fêmea);
Juçara;
Brisa;
Lua;
Noturna;
Itxi kiwi (onça mãe);
Nadi;
Afrodite;
Janaína;
Madona;
Kiwi kirim (onça pequena);
Nanã;
Esperança;
Cafuringa; e
Bartira.
As pessoas interessadas em participar da enquete podem clicar aqui.
Enquete nas redes sociais vai escolher nomes de onças-pintadas da Mata Atlântica
Fundação Florestal
Segundo a bióloga, as câmeras de monitoramento, que registraram as imagens das onças que serão nomeadas, são fundamentais para a proteção dos animais.
“Apesar de no Estado de São Paulo estar criticamente ameaçada [a espécie], aqui no Morro do Diabo, por ser uma unidade de conservação, tem fiscalização com o pessoal da Polícia Ambiental, da segurança do parque, que estão aqui para proteger os animais nas matas. Então, aqui, ela está conservada”, salientou.
“A maior ameaça é a rodovia [Arlindo Béttio]. O pessoal do DER [Departamento de Estradas de Rodagem] monitora a rodovia com câmeras. Nós temos 40 pontos de câmeras no Morro do Diabo. Se por algum motivo tiver um incêndio ou algum caçador, por exemplo, e isso for detectado pelas câmeras, a gente passa essa informação para a Polícia Ambiental e eles tomam as providências”, enfatizou a pesquisadora.
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Fundação Florestal faz enquete para batizar onças-pintadas
Bebês
A bióloga também contou uma importante novidade ao g1: as câmeras registraram, recentemente, dois filhotes de onça-pintada andando pelo Morro do Diabo.
“Nós temos, pelo menos, dois filhotes de onça-pintada circulando aqui no Morro do Diabo. A gente usa elas [câmeras] durante 120 dias, 24 horas por dia, e aí recolhemos esse material e fazemos a análise estatística dessa informação. A partir do momento que a gente fecha esses 120 dias, a gente instala câmeras dos dois lados da trilha, para poder mapear melhor as onças. Então, nós estamos com cinco conjuntos instalados, de dez câmeras, em pontos estratégicos, para poder ver se a gente pega detalhes desses filhotes”, disse Andréa, empolgada com a situação.
Exposição em alusão ao Dia Nacional da Onça-pintada, em Teodoro Sampaio (SP)
Fundação Florestal
Dia Nacional da Onça-pintada
Nesta terça-feira, 29 de novembro, comemora-se o Dia Nacional da Onça-pintada. Em Teodoro Sampaio , município onde fica uma das "casas" da espécie na natureza, que é o Parque Estadual do Morro do Diabo, está sendo realizada uma exposição em homenagem ao felino.
“Nós estamos fazendo aqui na praça da Prefeitura [Praça Antônio Evangelista da Silva], de Teodoro Sampaio [SP], uma exposição do Parque Estadual do Morro do Diabo e da Fundação Florestal, que é o projeto de monitoramento dos grandes mamíferos do Estado de São Paulo. Nós trouxemos os animais, as onças, taxidermizadas [empalhadas], suas presas, crânios, pegadas e as câmeras que a gente usa no mato para fazer o monitoramento, uma série de vídeos educativos, enquanto o pessoal da Polícia Ambiental também trouxe um trailer com os animais taxidermizados”, disse ao g1 a bióloga Andréa Soares Pires.
O objetivo da ação, conforme a bióloga, é "conscientizar para a importância de se manter esse animal na natureza, porque aqui no Estado de São Paulo ela está criticamente ameaçada de extinção".
"Nós temos apenas duas grandes populações: uma é no Morro do Diabo e a outra é na região da Serra do Mar e no Vale do Ribeira. Aqui no Morro do Diabo nós conseguimos, já mapeadas, nove onças, que foram vistas pelas armadilhas fotográficas”, detalhou ela.
Exposição em alusão ao Dia Nacional da Onça-pintada, em Teodoro Sampaio (SP)
Fundação Florestal
Risco de extinção da Onça-pintada
A onça-pintada (Panthera onca) é o maior felino do continente americano. Tem até 1,90 metro de comprimento e 80 centímetros de altura. Os machos pesam cerca de 20% a mais do que as fêmeas, podendo chegar a 135 quilos.
A onça-pintada pode viver em vários tipos de hábitats, desde que uma parte da vegetação seja densa. É um animal solitário e territorial. Tem hábitos noturnos. Pode ocupar áreas de 22 km² a mais de 150 km² (dependendo da disponibilidade de presas). A espécie era encontrada desde o sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Mas está oficialmente extinta nos Estados Unidos e já é uma raridade no México.
Na onça-pintada, ocorre também o fenômeno do melanismo, comum em outros felinos. A coloração amarela é substituída por uma pelagem preta. Dependendo da luz em que o animal se encontra, percebem-se as rosetas. O animal na forma melânica é chamado de onça-preta.
As populações vêm diminuindo devido ao confronto com atividades humanas, como a pecuária. A espécie é classificada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) e pelo Ibama como vulnerável e está no Apêndice I da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (Cites).
Ou seja, o risco de extinção está associado ao comércio e sua comercialização só é permitida em casos excepcionais, mediante autorização expressa.
Exposição em alusão ao Dia Nacional da Onça-pintada, em Teodoro Sampaio (SP)
Fundação Florestal
Exposição em alusão ao Dia Nacional da Onça-pintada, em Teodoro Sampaio (SP)
Fundação Florestal
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Transição: grupo de Meio Ambiente defende fiscalização remota para acelerar combate ao desmatamento ilegal

Guaxinim é capturado no Centro de Dracena e solto no Parque Estadual do Rio do Peixe
Em relatório preliminar da área, grupo deve abordar ajustes no orçamento, estrutura do ministério e revogação de decretos. O grupo da transição que discute a preservação ambiental afirmou nesta quarta-feira (30) que defende a fiscalização remota, através da utilização de imagens de satélite, para acelerar o combate ao desmatamento ilegal.
A informação foi dada pelo ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, um dos membros do grupo na equipe do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De acordo com a equipe de transição, a fiscalização remota ainda é pouco aplicada no país.
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Grupo de trabalho do Meio Ambiente se reuniu nesta quarta-feira (30), em Brasília. Na imagem, Carlos Minc discursa ao lado de Marina Silva.
TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Segundo Minc, a ideia é punir quem pratica desmatamento ilegal sem a necessidade de a equipe de fiscalização ir presencialmente ao terreno — esse modelo é conhecido como embargo remoto.
“Embargar as fazendas, as unidades que estão desmatando, detectado por satélite, mesmo sem você ir lá, porque o satélite te diz isso”, disse o ex-ministro.
Para Minc, o embargo remoto seria uma “medida rápida, barata, efetiva” ao cruzar os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com as bases de dados dos estados para identificar se a área desmatada possui licença para plano de manejo ou se está desmatando ilegalmente.
O grupo, porém, não detalhou como a punição aos desmatadores seria efetivamente feita. O ex-ministro apenas disse que o embargo precisa do apoio das instituições financeiras.
“É obrigação deles [bancos], cortar imediatamente o crédito de todas essas áreas e explorações embargadas”.
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Queda no desmatamento
Também nesta quarta, o Inpe divulgou que a área desmatada na Amazônia foi de 11.568 km² entre agosto de 2021 e julho de 2022 (o equivalente ao tamanho do Catar).
Quando comparado ao último levantamento do Inpe, houve uma queda de 11% do total da área desmatada entre as duas temporadas. Na edição anterior, o número foi de 13.038 km², entre agosto de 2020 e julho de 2021.
Relatório preliminar
Segundo Jorge Viana, membro do GT de Meio Ambiente, o relatório preliminar do grupo deve abordar quatro pontos principais:
medidas emergenciais – que, segundo ele, “precisam ser adotadas para rapidamente trazer de volta um protagonismo positivo pro Brasil, pra sair dessa situação de pária”;
questão orçamentária;
parte organizacional do ministério de Meio Ambiente; e
revogação de decretos e atos normativos – que, de acordo com a avaliação do grupo, desmontaram a “estrutura do estado brasileiro de trabalhar o meio ambiente”.
O prazo para os grupos de trabalho apresentarem um diagnóstico preliminar de suas respectivas áreas termina hoje.
Fundo Amazônia
No início de novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a reativação, no prazo de 60 dias, do Fundo Amazônia – que capta doações para projetos de preservação e fiscalização do bioma.
A ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, que também participa do grupo de transição, disse que uma das 'urgências' será não apenas a retomada do funcionamento do fundo, como o processo de "colocar os projetos aprovados em implementação".
Teixeira também disse que Alemanha e Noruega, aceitaram retomar "imediatamente" as doações à iniciativa.
Criado em 2008 para financiar projetos de redução do desmatamento e fiscalização, o Fundo Amazônia está parado desde abril de 2019, quando o governo Bolsonaro extinguiu os colegiados Comitê Orientador (COFA) e o Comitê Técnico (CTFA), que formavam a base do fundo.

Guaxinim é capturado no Centro de Dracena e solto no Parque Estadual do Rio do Peixe

Guaxinim é capturado no Centro de Dracena e solto no Parque Estadual do Rio do Peixe
Conforme a Polícia Ambiental, o animal foi levado ao interior da unidade de conservação por estar em boas condições sanitárias. Um guaxinim foi solto no Parque Estadual do Rio do Peixe, em Dracena (SP), na última quinta-feira (1º)
Polícia Ambiental
Um guaxinim, da espécie mão-pelada (Procyon cancrivorus), foi solto no Parque Estadual do Rio do Peixe, pela Polícia Militar Ambiental, após ser capturado na área urbana em Dracena (SP).
De acordo com as informações divulgadas nesta segunda-feira (5), pela Polícia Ambiental, a soltura foi feita na quinta-feira (1º) e o animal foi retido pelo Corpo de Bombeiros na última quarta-feira (30), no Centro, após moradores das proximidades do local ligarem comunicando a aparição do guaxinim.
Conforme a Polícia Ambiental, o animal foi solto no interior da unidade de conservação por estar em boas condições sanitárias.
A espécie
O mão-pelada é um mamífero carnívoro da família dos procionídeos, também conhecido pelos nomes de guaxinim-sul-americano, jaguacinim, jaguacampeba, jaguaracambé, iguanara e cachorro-do-mangue.
A espécie tem uma distribuição geográfica ampla, habitando a região que vai da Costa Rica à América do Sul, abrangendo todo o Brasil e o norte da Argentina e do Uruguai.
É um animal solitário, noturno e terrestre, mede cerca de 60 centímetros de comprimento e vive próximo a fontes de água, como rios, mangues, praias, baías e lagoas.
Um guaxinim foi solto no Parque Estadual do Rio do Peixe, em Dracena (SP), na última quinta-feira (1º)
Polícia Ambiental
Um guaxinim foi solto no Parque Estadual do Rio do Peixe, em Dracena (SP), na última quinta-feira (1º)
Polícia Ambiental
Um guaxinim foi solto no Parque Estadual do Rio do Peixe, em Dracena (SP), na última quinta-feira (1º)
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