Arara Rio, conhecida no DF por voar entre os carros, é atropelada por caminhão

Justiça do DF suspende decisão que mandou Youtube excluir vídeos referentes à caça de animais silvestres no Brasil
Acidente ocorreu na região do Park Way. Ave está internada em clínica veterinária; veja vídeo. Arara Rio é internado após ser atropelado por caminhão, no DF
Uma arara canindé foi atropelada por um caminhão, nesta segunda-feira (24), no Park Way, no Distrito Federal. Rio, como a ave é chamada, é famosa por viver livre na região e por dar "rasantes" entre os carros.
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Um vídeo mostra a arara momentos após o resgate. Ela não conseguia se mexer, e apenas piscava os olhos (veja vídeo acima).
O macho, de dois anos e meio de idade, está internado em uma clínica veterinária da Asa Norte. Ele foi medicado com antibiótico, anti-inflamatórios e analgésicos.
De acordo com o tutor da arara, Augusto Souza, Rio "não quebrou nada e não teve nenhum órgão atingido com a batida". No entanto, ele sofreu uma pancada na cabeça e vai precisar ficar internado.
"Ele não está conseguindo comer e tem grandes chances de ter sequelas", diz Augusto.
Arara Rio fica ferido após ser atropelado, no DF
Arquivo pessoal
Criada livre
Rio é criada por uma família no Park Way, de forma livre. Ela usa anilhas que têm registro do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
A arara ficou famosa na região e entre os motoristas que circulam na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB). Em fevereiro deste ano, ela foi flagrada enquanto fazia manobras entre os carros (veja vídeo abaixo).
Arara canindé voa baixo entre os carros, no Núcleo Bandeirante, no DF
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Charuto feito com tabaco sustentável produzido no AC é apresentado em festival na BA

Justiça do DF suspende decisão que mandou Youtube excluir vídeos referentes à caça de animais silvestres no Brasil
Especialistas brasileiros têm se surpreendido com a qualidade do fumo produzido na região do Alto Juruá. Agricultura é sustentável e de base familiar. Produção de charuto é feira de maneira manual
Reprodução/Agência de Notícias do Acre
Um charuto produzido com tabaco sustentável no município de Marechal Thaumaturgo, no interior do Acre, foi destaque no Festival Origens, realizado na Bahia entre os dias 20 e 23 deste mês. O evento reuniu apreciadores de charutos que fizeram questão de conhecer a produção que vai desde à semente até o produto finalizado para o consumo.
Os charutos são produzidos manualmente. O tabaco usado não recebe nenhum tipo de tratamento químico. Sendo assim, produto é considerado orgânico.
A empresária Andreia Tanja não reside atualmente no Acre, mas disse que morou em Cruzeiro do Sul e que iniciou o negocio há dois anos. Ela destacou que as plantações de tabaco no Acre são da agricultura familiar e produzidas em áreas degradadas.
"Os ribeirinhos da floresta plantam e nós só compramos. A gente faz uma parceria e orienta como tem que ser o processo de secagem, como tem que embalar as folhas, como tem que ser o cuidado no campo, para termos a melhor matéria prima. Então, esse produto não é nosso, é a riqueza local, é a floresta que entrega esse tabaco. Fazemos uma orientação para que eles nos entreguem a melhor matéria prima para que a gente possa transformar isso em um excelente produto", disse.
Segundo a empresária, o tabaco é nativo da região do Vale do Juruá e foi realizado um estudo para chegar no produto atual, inclusive, com um processo de secagem das folhas.
"Morei na região muitos anos e sempre tivemos muitos elogios em relação a esse tabaco, ele tinha cheiro de charuto. O tabaco é utilizado na forma de uma corda, nós tivemos a ideia de desenvolver essa folha para que usássemos na forma de charuto", complementou.
Plantação de tabaco no Alto Juruá
Reprodução/Agência de Notícias do Acre
Reconhecimento nacional
Andreia Tanja falou ainda que o produto é vendido em todo o Brasil e destacou o prêmio recebido em 2021como melhor charuto produzido no país.
"A Bahia promove o principal evento nacional de charuto. Lá, estavam os principais fabricantes do Brasil. Os charutos que têm uma relevância no cenário nacional e os charutos que são legalizados. Nosso produto, apesar de novo, foi escolhido como o melhor charuto nacional de 2021. Então, nós temos um grande potencial de crescimento até para fora do Brasil."
VÍDEOS:G1

Reajuste de 8,6% no preço de ingresso para Parque Nacional Marinho de Noronha é anunciado

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Valores passarão de R$ 330 para R$ 358, para visitantes estrangeiros, e de R$ 165 para R$ 179, para turistas brasileiros, que têm 50% de desconto. Praia do Sancho faz parte do Parque Nacional Marinho
Zaira Matheus/Acervo pessoal
O governo federal anunciou o reajuste de 8,6% no valor do ingresso de acesso ao Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha . Os preços passarão de R$ 330 para R$ 358, para visitantes estrangeiros, e de R$ 165 para R$ 179, para turistas brasileiros, que têm 50% de desconto.
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A portaria do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio ) foi assinada nesta segunda-feira (31). A previsão é ser publicada na terça-feira (1º), quando deve entrar em vigor .
Portaria do reajuste do Parque
Divulgação
O tíquete é válido por dez dias de visitação. O reajuste é baseado no Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM) de setembro de 2021 a setembro de 2022.
Os preços da taxa foram considerados “um roubo”, em julho de 2019, pelo presidente da República Jair Bolsonaro (PL), quando custavam R$ 212, para estrangeiros, e R$ 106, para brasileiros.
O presidente chegou a anunciar que gostaria de acabar com a cobrança do ingresso, mas, na prática, eles não foram extintos e seguiram com aumentos anuais. Esse é o quarto reajuste desde os questionamentos de Bolsonaro.
O Parque Nacional Marinho tem os serviços turísticos terceirizados. Os trabalhos são executados pela empresa EcoNoronha, desde 2012.
A reserva é de responsabilidade do ICMBio e na área estão praias como Sancho, Leão, Sueste e Atalaia, entre outras.
Só é possível visitar esses locais com o pagamento da taxa, que é exigida também para quem realiza os passeios de barco.
O instituto informou que, em 2021, o Parque Nacional recebeu 102.498 visitantes e arrecadou R$ 12,6 milhões em ingressos.
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Porco-espinho aparece em quiosque de shopping e é resgatado pelos bombeiros, no DF

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Caso ocorreu no Riacho Fundo I, na madrugada desta segunda-feira (31). Após passar por avaliação, animal foi solto em na mata. Porco-espinho é resgatado em shopping do Distrito Federal
O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) resgatou um porco-espinho em um quiosque de shopping, na região do Riacho Fundo I, na madrugada desta segunda-feira (31). O animal estava dentro de um suporte de televisão.
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Imagens feitas pela dona da loja mostram o porco-espinho subindo em uma prateleira e tentando se esconder. Depois, os bombeiros, com o apoio dos funcionários do quiosque, resgataram o animal e o colocaram dentro de um balde (veja vídeo acima).
Ele passou por avaliação e, como estava bem, foi solto em uma mata próximo a região. O Batalhão Ambiental da Polícia Militar (BPMA) chegou a ser chamado, no entanto, como os bombeiros já estavam no local, eles receberam as orientações e resgataram o porco-espinho.
Porco-espinho é resgatado por bombeiros em um shopping do Distrito Federal
Arquivo pessoal
Resgate seguro
O Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA) orienta que, ao encontrar um animal silvestre, o ideal é acionar a corporação. Quando resgatados, se estiverem em bom estado, os bichos são soltos na área de preservação mais próxima.
Caso estejam feridos, eles são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama.
Veja os contatos do Batalhão da Polícia Militar Ambiental no DF
(61) 99351-5736
Central 190
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Justiça do DF suspende decisão que mandou Youtube excluir vídeos referentes à caça de animais silvestres no Brasil

Justiça do DF suspende decisão que mandou Youtube excluir vídeos referentes à caça de animais silvestres no Brasil
Desembargador atendeu pedido do Google. Retirada das imagens foi proposta por entidade de combate ao tráfico de animais; g1 tenta contato com envolvidos no processo. Imagem genérica de homem com espingarda na mão
freepic.diller/Freepik
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) suspendeu a liminar que mandou o Youtube excluir todos os vídeos referentes à caça de animais silvestres no Brasil. A decisão, do dia 26 de outubro, atende a um pedido do Google, dono da plataforma de imagens.
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Em julho deste ano, a Justiça deu 24 horas para que o Google tirasse do YouTube todo e qualquer vídeo sobre a prática de caça a animais silvestres no Brasil. A decisão previa multa diária de R$ 10 mil.
A ação foi movida pela Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas). O g1 tenta contato com as partes envolvidas no processo.
No processo, a Renctas argumenta que a exibição de vídeos é uma apologia à caça indiscriminada. Segundo o grupo, "a divulgação dos vídeos pode atrair mais seguidores e incentivar a caça ilegal, em total desrespeito ao meio ambiente".
Por outro lado, o Google alegou que o conteúdo veiculado no Youtube é de responsabilidade dos criadores e não dela. Segundo a empresa, "a remoção da indexação dos vídeos seria uma providência sem efeitos, porque eles permaneceriam na rede".
Decisão
O desembargador à frente da decisão, Luis Gustavo de Oliveira, diz no processo que o "Google é um provedor de busca, enquanto o Youtube é de conteúdo".
"À luz da jurisprudência, o provedor de busca não possui qualquer dever ou atribuição de fiscalizar ou controlar o conteúdo postado em provedores de armazenamento ou conteúdo", diz o magistrado.
Segundo o desembargador, "nem todo abate animal é crime, pois existem caças de determinadas espécies devidamente autorizadas pelo Poder Público". O magistrado citou ainda a previsão legal de permitir a caça para "combater a própria fome do indivíduo".
"Por igual motivo, não se poderia censurar ações praticadas no estrangeiro, pois sujeitam-se à legislação do país de origem, não havendo razão para qualquer tipo de controle ou censura no Brasil", diz o desembargador.
Por fim, Luis Gustavo de Oliveira decidiu suspender a decisão liminar, até o julgamento do processo pelo Colegiado.
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