Sisu 2024: resultados estão disponíveis; saiba como consultar lista de aprovados

MEC oficializa reajuste de 3,6% no piso salarial de professores; valor será de R$ 4.580,57
Pela primeira vez, o programa terá apenas uma edição no ano. Para quem não for aprovado, ainda será possível participar da lista de espera. Página do MEC mostra a lista de selecionados na chamada regular do SISU 2024.
Reprodução
Os resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2024 foram divulgados na tarde desta quarta-feira (31), após adiamento de um dia pelo Ministério da Educação (MEC). Para consultar as listas de aprovados, é preciso entrar site do programa (https://acessounico.mec.gov.br/sisu).
A publicação deveria ter sido feita na tarde de terça-feira (30), mas acabou adiada por problemas técnicos.
Para que serve? Por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Sisu seleciona candidatos para universidades públicas do país.
📊 Neste ano, o programa trouxe duas mudanças importantes:
Apenas uma edição: haverá uma edição no ano, só agora em janeiro. Não ocorrerá mais o processo seletivo que era realizado no meio do ano.
As regras para a adesão por meio de cotas também mudaram (veja mais abaixo).
Abaixo, veja o que fazer caso você:
➡️seja aprovado: Faça a matrícula na instituição de ensino de 2 a 7 de fevereiro de 2024.
➡️não seja aprovado: No site do Sisu, manifeste interesse em participar da lista de espera entre 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2024. Os resultados serão divulgados por cada faculdade.
5 cuidados para tomar ao se inscrever no Sisu
🗓️ Datas do Sisu
Pela primeira vez, o Sistema de Seleção Unificada terá uma edição única. Com isso, a seleção de candidatos para o segundo semestre letivo de 2024 vai acontecer nas mesmas datas da seleção para o primeiro semestre.
Portanto, para todos que quiserem se candidatar a vagas em universidades públicas pelo Sisu neste ano, o cronograma será o seguinte:
Resultados da 1ª chamada: inicialmente previsto para 30 de janeiro de 2024, foi adiado para 31 de janeiro
Matrículas: 2 a 7 de fevereiro de 2024
Participação na lista de espera: manifestar interesse entre 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2024
Resultado das listas de espera: datas serão definidas por cada universidade
➡️ Quem está apto a participar? Alunos que tenham feito o Enem 2023 e tirado nota acima de zero na redação. Treineiros não serão aceitos.
➡️ Posso escolher em qual semestre vou entrar na faculdade? Não. Caberá à universidade, por meio da ordem da lista de classificação de candidatos, selecionar quem estudará em cada semestre.
📚 Opções de vaga
No ato da inscrição, o candidato teve de selecionar até duas opções de curso ou universidade, que puderam ser alteradas até as 23h59 da última quinta-feira (25), quando o prazo de inscrição se encerrou. Valeram as últimas opções marcadas no sistema.
Entenda aqui como as notas de corte parciais do Sisu são calculadas
📝 Mudança nas cotas
O Sisu oferece vagas via Lei de Cotas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. Mas, neste ano, foram anunciadas algumas mudanças para a candidatura a essas vagas:
Todos os candidatos concorrerão, primeiramente, às vagas de ampla concorrência.
Caso não alcancem as notas nesta modalidade e façam parte de algum dos grupos de cotas (os critérios são de raça e de renda), aí, sim, entrarão na disputa pelo benefício.
Com isso, se uma pessoa autodeclarada preta, por exemplo, tirar uma nota mais alta que a exigida na ampla concorrência, será aprovada na "lista geral" e não tirará a vaga de um cotista com desempenho mais baixo.
Até o Sisu 2023, quem tinha direito às cotas já participava, desde o início, de uma classificação à parte, separada da ampla concorrência.
📌 Total de vagas do Sisu
Neste ano, o Sisu contará com 264.181 vagas, distribuídas entre 6.827 cursos de 127 instituições de educação superior. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lidera a lista com 9.240 vagas.
Quantitativo de vagas por instituição
Vídeos
Em 2024, SISU terá apenas uma edição
Neste ano, o r terá apenas uma edição — só em janeiro, sem o processo seletivo que usualmente ocorre no meio do ano.

Prouni 2024: MEC prorroga prazo de inscrição até sexta-feira

MEC oficializa reajuste de 3,6% no piso salarial de professores; valor será de R$ 4.580,57
Programa oferece bolsas de estudo integrais e parciais em instituições particulares de ensino superior. Prazo aumentou em um dia após atraso no Sisu. Sala de aula da rede municipal de Vitória
André Sobral/Prefeitura de Vitória
O Ministério da Educação prorrogou para até sexta-feira (2) o período de inscrição para o processo seletivo do Programa Universidade Para Todos (Prouni).
A prorrogação acontece após instabilidade e problemas técnicos no sistema de inscrição e o atraso nos resultados do Sisu 2024.
Os interessados devem se inscrever pelo site http://acessounico.mec.gov.br/prouni até às 23h59. É preciso entrar no Acesso Único, utilizando o login gov.br com CPF e senha.
Para participar, o candidato deve ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 ou 2023, ter obtido média mínima de 450 pontos nas áreas de conhecimento e nota superior a zero na redação. (Veja os critérios detalhados mais abaixo.)
📈O que é Prouni? Por meio do processo seletivo, alunos de baixa renda podem pleitear bolsas de estudo parciais e integrais em instituições de ensino superior privadas.
📅 Datas do ProUni 2024
Inscrições: de 29 de janeiro a 2 de fevereiro
Resultado da primeira chamada: 6 de fevereiro
Resultado da segunda chamada: 27 de fevereiro
Manifestação de interesse na lista de espera: 14 e 15 de março
Resultado da lista de espera: 18 de março
📝 Como funciona
O candidato deve indicar, em ordem de preferência, até duas opções de curso (selecionando a instituição de ensino e o turno).
Depois, é necessário marcar se quer participar na modalidade de ampla concorrência ou de cotas.
Por fim, precisa monitorar, a cada dia, a nota parcial para aqueles cursos.
Se quiser, pode mudar suas escolhas (valerá a última opção marcada antes do fim do período de inscrição).
Se o candidato estiver dentro da nota de corte e conseguir uma das vagas ao final do prazo de inscrição, ele constará como pré-selecionado.

Desafio LED + g1 abre inscrições para propostas de como resolver problemas educacionais com tecnologia; prêmios somam R$ 300 mil

MEC oficializa reajuste de 3,6% no piso salarial de professores; valor será de R$ 4.580,57
Pela primeira vez, Desafio LED será feito em parceria com o g1. Inscrições são gratuitas e ficam abertas até o dia 31 de março. Desafio Led + g1
Divulgação
As inscrições para a terceira edição do Desafio LED + g1, que vai premiar ideias para ajudar a solucionar problemas na educação, foram abertas nesta quinta-feira (1º). Os cinco projetos finalistas vão dividir, de forma não igualitária, o prêmio no valor de R$ 300 mil.
Quem pode se inscrever? Todos os estudantes maiores de idade, residentes no Brasil, com comprovação de matrícula ativa no primeiro semestre de 2024 em cursos com grade curricular mínima de 100 horas/aula.
O que é preciso? Os estudantes devem atender a todos os pré-requisitos do regulamento e responder à seguinte questão: “Partindo da sua experiência pessoal, qual solução você desenvolveria para melhorar a utilização da tecnologia na educação?”
Qual o prêmio? As cinco melhores soluções criativas para problemas educacionais serão premiadas com um valor total de R$ 300 mil.
Onde fazer a inscrição? As inscrições para a terceira edição do Desafio LED são gratuitas e ficam abertas até 31 de março, no site www.movimentoled.com.br.
O desafio é parte do Movimento LED – Luz na Educação, iniciativa da Globo e da Fundação Roberto Marinho com parceria da Mastertech, escola de pensamento digital, ágil, lógico e humano. Neste ano, pela primeira vez, o Desafio LED será feito também em parceria com o g1, que vai contar com uma cobertura exclusiva para os inscritos acompanharem todas as etapas do processo.
O objetivo do Desafio LED + g1 é desenvolver soluções educacionais que sejam baseadas em questões reais, que afetem o dia a dia dos alunos e seu impacto no cotidiano pessoal, familiar e social de todos.
Como será a seleção dos projetos vencedores?
Uma equipe especializada da Mastertech vai analisar as soluções inscritas, seguindo o seguinte cronograma:
Na primeira etapa, serão selecionados 80 projetos;
Durante quase três meses, os escolhidos serão capacitados e receberão mentoria por meio de acompanhamentos, workshops e uma oficina de inovação sobre modelagem, concedidos por especialistas da Mastertech;
Ao final, cinco finalistas são levados ao Festival LED, evento gratuito que acontece no Rio de Janeiro, onde terão a oportunidade de apresentar suas ideias a um corpo de jurados;
A banca escolherá a classificação e os prêmios serão divididos assim: R$ 85 mil para os dois primeiros lugares, R$ 60 mil para o terceiro, R$ 40 mil para o quarto e R$ 30 mil para o quinto.
Acesse o regulamento completo neste link (https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vTiexhiAdelUtL7qXEZpPMKZZd0y0_PpX2CqBKIFOIgyAjHfyx0jB72yw3xUql8DBfpyhq6XXI7Blch/pub)

Jovem passa em medicina na UFCG após oito tentativas: ‘Essa era a minha última’

MEC oficializa reajuste de 3,6% no piso salarial de professores; valor será de R$ 4.580,57
Filho de uma professora e de um caminhoneiro, Emmanuel conta como a família foi importante, enfatiza a importância da saúde mental, dá dicas para o Enem e deixa mensagem para quem tem um sonho parecido. Emmanuel estudando com provas anteriores do Enem
Emmanuel Almeida Carvalho/Arquivo pessoal
"É justo que muito custe o que muito vale". Foi nessa frase de Santa Tereza D'ávila que Emmanuel Almeida Carvalho, de 24 anos, encontrou força e conforto para estudar até conseguir passar no curso dos sonhos. Após oito tentativas, ele foi aprovado no Sisu 2024 e ocupa a 3ª posição na lista de "feras" do curso de medicina na Universidade Federal de Campina Grande, cidade onde nasceu e mora.
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Ao todo, o jovem fez o Enem nove vezes. A primeira, em 2015, ainda no ensino médio em uma escola privada, foi apenas um treino. Entre 2016 e 2023 as provas foram feitas para valer.
Depois de tanto esforço, em alguns momentos faltam até palavras que possam explicar a alegria de receber a notícia da aprovação.
"É indescritível, é uma felicidade imensa. Parece que tirei uma tonelada das minhas costas. Cada frustração que senti, negação, pontuação que chegava perto. Bati muitas vezes na trave e era muito angustiante esse processo. Essa era a minha última tentativa, de fato", revelou.
Estudar medicina é um sonho alimentando pelo jovem desde os 5 anos de idade. A admiração pela profissão surgiu por meio de familiares que são médicos.
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"Eu via um atendimento altruísta, humanizado. Eles estavam sempre dispostos a ajudar outras pessoas. Achei uma profissão muito bonita. Desde criancinha sempre tive esse olhar apaixonado pela medicina", contou.
Emmanuel passou em medicina na UFCG oitava tentativa
Emmanuel Almeida Carvalho/Arquivo pessoal
Se as notas atingidas no Enem não eram suficientes para alcançar o sonho do paraibano, eram o bastante para passar em outros cursos, a exemplo de odontologia e farmácia. Mesmo assim, o objetivo nunca mudou.
"Depois de várias tentativas, a nota sempre dava pra passar em odonto. E muita gente ficava perguntando se eu não deveria fazer [odontologia]. Ficava pensativo, mas sempre buscando meu sonho", lembrou.
A importância do apoio da família
Desde que Emmanuel, que é filho de uma professora e de um caminhoneiro, começou a tentar ser aprovado em medicina, contou com um apoio especial e, além disso, essencial. A mãe, o pai e o irmão sempre tinham uma palavra de incentivo.
"Principalmente da minha mãe. Quando tava prestes a desistir, estava triste, olhava pra ela, e ela falava coisas que me deixavam alegre. E isso mudava meu sentimento", detalhou.
Emmanuel comemorando a aprovação em medicina com a mãe
Emmanuel Almeida Carvalho/Arquivo pessoal
O irmão do paraibano também o ajudou na caminhada, que não foi curta. Os filmes assistidos com ele foram usados como repertório em várias redações do Enem.
Além disso, o jovem ainda tinha exemplos com quem contar. Dois tios dele, que hoje são médicos, levaram de seis a sete anos para que pudessem passar no vestibular.
"Eu conhecia o processo e sabia que não seria fácil, que não era mágica e não aconteceria num estalar de dedos. Sabia que tinha que ter uma constância. Porque a hora chega pra todo mundo, mas você tem que estar preparado e não desperdiçar quando chegar a sua hora", destacou.
Erros e acertos ao longo de oito tentativas
Emmanuel tem certeza que o que mais o prejudicou durante os estudos para o Enem foi negligenciar os cuidados com a saúde mental que, para ele, se mostrou essencial para uma boa preparação e também para amenizar a ansiedade na hora da prova. O único ano em que esse aspecto foi trabalhado foi em 2023, que o levou até a aprovação.
O suporte psicológico partiu da terapeuta da equipe de assessoria que Emmanuel fez parte como aluno e monitor, função que fez com que ele conseguisse um desconto e pudesse também ter acesso ao serviço.
"Assim você tem um direcionamento pra fazer a prova, sobre o que funciona pra você", reforçou.
Emmanuel comemorando a aprovação com a terapeuta Letícia, que o ajudou nos estudos
Emmanuel Almeida Carvalho/Arquivo pessoal
Dicas para quem está no processo de estudos
Com anos de experiência acumulada, o "fera" de medicina tem dicas para compartilhar com quem vai começar a estudar ou quem ainda não alcançou o resultado que espera no Enem.
"Quem tá começando tem que ter uma base, assistir aula, prestar atenção nos professores. Quem tá mais adiantando tem que fazer mais questões e simulados", recomendou.
Os simulados surtiram um bom efeito nos estudos de Emmanuel. Somente em 2023, eles resolveu pelo menos 60 deles.
Outras orientações do paraibano são identificar em qual horário do dia os estudos rendem mais, praticar atividades físicas e ter momentos de lazer. Para ele, funcionou bem ir ao cinema cerca de duas vezes por mês.
"O importante é você aproveitar a jornada. Não adianta só pensar na aprovação. Sua hora chega. Estude, persista. Seu sonho é muito importante. Batalhe e conquiste e conquiste ele. A hora de cada um vai chegar", concluiu.
Emmanuel comemorando a aprovação em medicina com o assessor Dyjavan, que o ajudou nos estudos
Emmanuel Almeida Carvalho/Arquivo pessoal
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MEC oficializa reajuste de 3,6% no piso salarial de professores; valor será de R$ 4.580,57

MEC oficializa reajuste de 3,6% no piso salarial de professores; valor será de R$ 4.580,57
Salário é válido para rede pública de todo país, com jornada de ao menos 40 horas semanais. Pagamento é obrigatório, mas estados e municípios têm que republicar portarias; prefeituras têm ignorado reajuste do governo federal. Sala de aula
Divulgação/Governo do Maranhão
O Ministério da Educação (MEC) reajustou nesta quarta-feira (31) o piso salarial nacional de professores da educação básica. A portaria, que prevê um aumento de 3,62%, foi publicada em edição extra do “Diário Oficial da União”.
O valor mínimo definido pelo governo para 2024 foi de R$ 4.580,57. Em 2023, vigorou um piso de R$ 4.420,55.
Esse salário é válido para profissionais que lecionam na rede pública de ensino e cumprem jornada de ao menos 40 horas semanais.
O reajuste percentual está abaixo do acumulado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, no último ano — 4,62%.
A atualização no salário dos professores é obrigatória, com base em uma lei sancionada em 2008, e ocorre anualmente, em janeiro.
O percentual reajustado nesta quarta já era aguardado por entidades da educação desde o fim de 2023, quando o MEC e o Ministério da Fazenda publicaram o reajuste do Valor Aluno Ano do Fundeb (VAAF).
Isso porque o cálculo da atualização do piso é baseado na diferença percentual do VAAF de dois anteriores. Neste ano, o reajuste foi calculado com base nos valores de 2022 (R$ 5.129,80) e de 2023 (R$ 5.315,56).
Entenda como funciona o piso salarial dos professores
Pagamento do piso
O piso salarial, que é o valor mínimo que determinada categoria profissional deve ganhar, é definido pelo governo federal, mas os salários são pagos pelas prefeituras e pelos governos estaduais.
O pagamento não é automático. Com a publicação do aumento pelo MEC, cada estado e município precisa oficializar o novo valor por meio de uma norma própria.
Nos últimos anos, contrariados com o percentual de reajuste, municípios chegaram a ignorar o aumento. Em 2023, por exemplo, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) orientou os gestores municipais a ignorar o aumento anunciado pelo governo federal (entenda mais abaixo).
Os salários da educação básica são pagos pelas prefeituras e estados, a partir de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) repassados pela União, além da arrecadação de impostos.
Polêmica do reajuste em 2023
Ministro da Educação anuncia reajuste de quase 15% no piso salarial dos professores
No ano passado, o reajuste definido pelo MEC foi de 14,95% com relação ao piso de 2022, valor considerado abusivo e questionável pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que orientou as prefeituras a não dar o reajuste.
Na mesma ocasião, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) defendeu que o reajuste era respaldo por lei, enquanto o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), que reúne as secretarias estaduais, ponderou que as regras que definem o aumento eram conhecidas desde a implementação legal do piso.
Como as gestões municipais e estaduais têm liberdade para estabelecer seus reajustes, a saída foi variada. Enquanto em São Paulo, tanto a rede estadual quanto a municipal da capital autorizaram o reajuste integral recomendando pelo Ministério, em Campo Grande (MS), foi fatiado em três reajustes de 5%, 5% e 4,95% até atingir o aumento definido.
Em alguns lugares, como Fortaleza (CE), professores a rede municipal chegaram a fazer uma paralização até que a prefeitura concordasse com o reajuste de 14,95%.