Envelhecimento acelerado, tema do Enem 2025, muda o mapa das doenças no Brasil: câncer e condições neurológicas crescem entre idosos

Tema da redação do Enem 2025 é ‘Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira’
Tema da redação do Enem é 'Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira'
O Brasil vive uma transição silenciosa e profunda: a de um país jovem que envelhece rápido demais.
Um estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) mostra que a população idosa dobrará em apenas 25 anos, um ritmo seis vezes mais veloz do que o registrado na França. Até 2031, haverá mais idosos do que crianças — um marco demográfico que desafia a estrutura social, econômica e sanitária do país.
O envelhecimento acelerado, que inspirou o tema da redação do Enem 2025 (“Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”), vem acompanhado de uma mudança preocupante no mapa das doenças: as enfermidades do envelhecimento — cardiovasculares, metabólicas e neurológicas — estão crescendo mais rápido do que a capacidade do sistema de saúde de lidar com elas.
As doenças do envelhecimento: um novo perfil epidemiológico
O levantamento do IEPS, de 2023, revela que os idosos brasileiros vivem mais, mas acumulam múltiplas doenças crônicas, com destaque para hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, AVC e demências.
Essas condições já consomem boa parte dos recursos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS), e a sobrecarga recai também sobre as famílias — especialmente as mulheres, que, segundo o estudo, se tornam cuidadoras e acabam afastadas do mercado de trabalho.
“Estamos envelhecendo antes de nos estruturar. O desafio não é só viver mais, mas viver com qualidade e suporte”, resume o relatório.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), distúrbios como AVC, Alzheimer, enxaqueca, epilepsia e neuropatia diabética já são responsáveis por quase metade da carga global de incapacidade.
O alerta ganha peso em países que envelhecem rapidamente, como o Brasil, onde o aumento da expectativa de vida amplia a exposição a esses fatores de risco.
“É uma crise silenciosa de saúde pública global, e o Brasil reflete esse cenário de forma muito evidente”, alerta Maramélia Miranda, presidente da Sociedade Brasileira do AVC.
No país, o AVC voltou a superar o infarto como principal causa de morte cardiovascular desde 2019 — um reflexo direto do envelhecimento populacional somado ao controle insuficiente da pressão, do diabetes e do colesterol.

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Envelhecimento, desigualdade e descoberta brasileira
A doença de Alzheimer, que tem a idade como maior fator de risco, cresce na esteira do envelhecimento acelerado.
“O que a França levou cem anos para envelhecer, o Brasil está fazendo em dez — e não estamos preparados”, explica Elisa de Paula França Resende, coordenadora de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).
Baixa escolaridade, hipertensão, diabetes, depressão e isolamento social agravam o risco. O Plano Nacional de Demências, embora aprovado, ainda não foi implementado.
Mas uma descoberta recente, liderada por brasileiros, traz esperança: um estudo publicado na revista Nature Neuroscience mostrou que a progressão do Alzheimer depende de uma inflamação silenciosa no cérebro.
A descoberta marca uma virada na compreensão da doença e reforça a importância de identificar precocemente processos inflamatórios no cérebro, algo que poderá orientar futuras terapias combinadas.
Câncer: o outro rosto do envelhecimento
O avanço da idade também tem mudado o mapa das principais causas de morte no país.
Um levantamento do Observatório de Oncologia, apresentado no Fórum Big Data em Oncologia, mostra que o câncer já superou as doenças cardiovasculares em 670 municípios brasileiros, o equivalente a 12% das cidades do país — um aumento de 30% em oito anos.
O estudo, baseado em dados do Ministério da Saúde, revela que as mortes por tumores cresceram 120% desde 1998, mais que o dobro do aumento observado nas doenças do aparelho circulatório (51%).
Se o ritmo continuar, o câncer deve se tornar a principal causa de morte no Brasil até 2029, marcando uma virada epidemiológica ligada diretamente ao envelhecimento populacional.
“O câncer é uma doença do envelhecimento celular. Quanto mais o país envelhece, maior o número de diagnósticos”, explica o oncologista Abraão Dornellas, do Hospital Israelita Albert Einstein e membro do Instituto Vencer o Câncer.
Segundo o levantamento, 77% das mortes por câncer ocorrem em pessoas acima dos 60 anos — e o fenômeno é mais evidente nas regiões com maior expectativa de vida. O Rio Grande do Sul lidera o ranking nacional, com 168 municípios onde o câncer já é a principal causa de morte. Lá, 22% de todos os óbitos são provocados por tumores, índice bem acima da média nacional (17%).
“O Sul tem a maior expectativa de vida do país e uma rede de diagnóstico mais estruturada, o que naturalmente amplia os registros”, explica a pesquisadora Nina Melo, coautora do estudo. “Mas há também fatores ambientais e genéticos — é uma população majoritariamente caucasiana, mais suscetível ao câncer de pele.”
O avanço do câncer entre idosos e o aumento da longevidade se somam a outro desafio: as doenças cardiovasculares continuam a crescer, alimentadas pelo mesmo processo de envelhecimento populacional e pelos fatores de risco acumulados ao longo da vida. Entre eles, a hipertensão arterial é o mais determinante — e também o mais comum.
Hipertensão alimenta o ciclo
A pressão alta continua sendo a principal porta de entrada para complicações do envelhecimento, como AVC e insuficiência renal.
Em setembro, uma nova diretriz brasileira mudou o parâmetro: pressão de 12 por 8 passou a ser considerada “pré-hipertensão”. O objetivo é endurecer a prevenção e manter a pressão abaixo de 13 por 8 (130/80 mmHg) para reduzir o risco cardiovascular em todas as idades.
“É uma medida que antecipa o diagnóstico e reforça o papel da atenção básica, especialmente no SUS, que acompanha 75% dos hipertensos”, explica o cardiologista Fernando Nobre, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
A hipertensão afeta quase 30% dos brasileiros adultos, mas só um terço mantém controle adequado — um número preocupante para um país que envelhece rapidamente.
Famílias no centro da sobrecarga
O envelhecimento também reconfigura os lares brasileiros: segundo o IEPS, cresceu a proporção de casas habitadas apenas por idosos. Quando há limitações físicas, quase 100% dos cuidados são oferecidos por familiares, principalmente mulheres, o que reduz a renda e amplia a desigualdade.
“Sem políticas de apoio domiciliar e centros de reabilitação, a velhice no Brasil ainda é um problema privado — não uma prioridade pública”, resume Resende.
Um país que envelhece mais rápido do que se estrutura
O cruzamento de dados mostra que o Brasil está pouco preparado para o envelhecimento.
Há escassez de geriatras e gerontólogos, queda de leitos de reabilitação e poucas instituições de longa permanência. Apenas 36% dos municípios têm algum tipo de abrigo ou casa de apoio para idosos — a maioria privada.
A consequência é dupla: idosos mais doentes e famílias sobrecarregadas, num ciclo que já pressiona o SUS e desafia a previdência.
“O maior risco não é envelhecer, mas envelhecer mal — e sozinho”, complementa Resende.

Candidatos de gerações diferentes encaram primeiro dia do Enem em Petrolina em busca de realizar sonhos

Tema da redação do Enem 2025 é ‘Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira’
Enem 2025 começa neste domingo para 4,8 milhões de inscritos
Neste domingo (9) está sendo realizado o primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os portões fecharam às 13h. Em Petrolina, Sertão de Pernambuco, Bernardina Ribeiro, de 65 anos, tenta o exame pela terceira vez para realizar o sonho de cursar Agronomia, enquanto Luciano Costa, de 20, trabalha e estuda para seguir o caminho da Paleontologia. De idades e realidades distintas, os dois têm em comum a esperança de mudar de vida através da educação.
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ENEM 2025 -DOMINGO (9) – PETROLINA (PE) – Bernardina Ribeiro, 65 anos, e Luciano Costa, de 20 anos.
Andressa Silva / g1 Petrolina
Bernardina Ribeiro, de 65 anos, tenta o Enem pela terceira vez, em busca do sonho: cursar Agronomia ou Viticultura e Enologia. Atualmente ela trabalha na área de gastronomia, mas deseja trocar a culinária pela vida no campo.
“Eu gosto mais de mexer com planta, mexer com bicho, me identifico mais com esse tipo de coisa. Eu já tenho curso técnico em agricultura e zootecnia, eu já tenho uma base, experiência nessa área. Mas eu só vim estudar depois de um certo tempo para cá, porque primeiro eduquei meus filhos, formei todos eles, aí agora é minha vez”, destaca.
ENEM 2025 -DOMINGO (9) – PETROLINA (PE) – Bernardina Ribeiro, 65 anos, tenta o Enem pela terceira vez.
Andressa Silva g1/Petrolina
Há três anos ela tenta fazer a prova, já iniciou outras graduações, como licenciatura em filosofia, mas largou, em busca do sonho. "Eu fico estudando em casa pelo celular, vendo a redação dos anos anteriores para que eu possa ter uma experiência. Espero que eu faça uma boa prova hoje e tenha êxito, eu estou tranquila, não adianta ficar nervosa aqui. A concorrência é grande, mas tem que tentar, né?”, completou Bernardina.
ENEM 2025 -DOMINGO (9) – PETROLINA (PE) – Luciano Costa, 20 anos, acompanhado da amiga.
Andressa Silva / g1 Petrolina
Luciano Costa, de 20 anos, sonha cursar paleontologia. Há três anos formado no ensino médio, ele estuda por conta própria e trabalha para complementar a renda da mãe e poder se equipar para o exame.
“Eu pretendo fazer paleontologia, mas tenho que começar por biologia, pra depois ir pra o mestrado, doutorado e fazer essa especialização de pesquisa. Queria poder me dar o luxo de poder não trabalhar e só estudar, mas atualmente trabalho numa fábrica de paletes, no Henrique Leite. Porque o estudo também depende de material e aparelhos para poder conseguir, um computador bom, celular”.
Aproveitando até as últimas horas, ele contou que acordou às 4h para revisar os assuntos, relaxar e se concentrar para a prova.
Confiante, o estudante palpitou um tema para a redação: “Estou esperançoso de que o tema da redação, seja em relação ao meio ambiente. Que não faz tanto tempo desses desastres naturais, como o que teve aqui, tipo a barragem de Sobradinho, esse calor escaldante”.
Nesta primeira etapa, os participantes terão que responder 45 questões de linguagens e 45 de ciências humanas, além da redação. Em Petrolina, 13.159 estudantes estão inscritos na prova.
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Pai e mãe dão apoio ao filho no dia do Enem 2025 com camisas e cartazes com fotos dele: ‘Uma pequena homenagem’

Tema da redação do Enem 2025 é ‘Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira’
Enem 2025 começa neste domingo para 4,8 milhões de inscritos
Ivone Vieira e Francisco Pereira, pais de Daniel Vieira, estudante que está fazendo o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, neste domingo (9), apoiaram o filho em frente ao local da prova, em João Pessoa, vestidos com camisas com o rosto dele estampado e cartazes com mensagens de incentivo. O irmão do jovem também esteve presente.
"A gente fez uma pequena homenagem, né? A gente fez uns cartazes com várias fotos, cartolinas gigantes , e fizemos algumas mensagens e fotos estampadas nas camisetas. Aí tava a mãe, os tios, os irmãos", disse o pai.
A mãe de Daniel explicou que a ideia de fazer esse incetivo ao filho partiu dos familiares da escola que o filho estuda, em João Pessoa, que se reuniram para criar as camisetas e cartazes. Ela diz que o filho já viu a homenagem e que ficou muito emocionado, antes de entrar para fazer a prova, que ele quer usar para ser aprovado em ciência da computação.
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"Muito, foi muito, muito interessante. Ficaram muito felizes, emocionados, né? Para dar um apoio, porque nessa reta final é difícil, né?", disse.
ENEM 2025 – DOMINGO (9) – JOÃO PESSOA (PB) – Família acompanha estudante com mensagens de incentivo em cartazes e blusas
Rafaela Gambarra/g1
Enem 2025 na Paraíba
Ao todo, 142.050 inscritos no Enem 2025 (Exame Nacional do Ensino Médio) podem fazer as provas neste domingo (9) em toda a Paraíba. Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
A quantidade de inscritos neste ano é 10,6% maior do que a de 2024, quando o estado registrou 128.376 inscritos.
Entre os inscritos, as mulheres são maioria. Elas equivalem a 58,28%, ou seja, 82.787 das inscrições. Já os homens representam 41.72%, ou seja, 59.263.
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Perdeu o Enem 2025? Saiba quando se inscrever para a reaplicação em dezembro

Tema da redação do Enem 2025 é ‘Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira’
Enem 2024 – Domingo (3) – Campinas (SP) – Últimos candidatos a entrar antes do fechamento dos portões
Pedro Amatuzzi/g1
Os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 que não compareceram ao primeiro domingo de provas (9 de novembro) por motivos de saúde ou problemas logísticos têm direito a participar da reaplicação da prova nos dias 16 e 17 de dezembro.
Para participar, será preciso solicitar a reaplicação com o Inep. As inscrições são obrigatórias e ficarão abertas de 17 a 21 de novembro.
⚠️ Candidatos afetados pelo tornado que atingiu Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, e levou à suspensão da prova, terão uma nova data de aplicação, segundo o ministro da Educação Camilo Santana. As novas datas ainda serão anunciadas.
Quem pode pedir para fazer a reaplicação?
Participantes afetados por erros na aplicação do exame ou por falta de energia elétrica no local de prova, enchentes e outros desastres naturais na região;
Candidatos que estavam com doenças infectocontagiosas (tuberculose, coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Mpox, influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela e covid-19.
Como fazer a solicitação?
É preciso entrar na Página do Participante e inserir login e senha.
Entre 17 de 21 de novembro de 2025, o candidato poderá abrir o pedido de reaplicação para fazer o Enem em dezembro.
Se a justificativa for relacionada a problemas de saúde, será preciso anexar documentos comprobatórios (como exames e atestados médicos).
Nos casos de falhas logísticas, o próprio Inep irá analisar a situação do local de prova em que o participante estava inscrito.
Devo fazer a prova no segundo domingo, 17 de novembro?
Se o seu problema foi logístico, sim, você precisa comparecer ao 2º domingo de Enem, em 17 de novembro, e fazer a reaplicação somente da 1ª etapa (em 16 de dezembro).
Em caso de problemas de saúde, pode ficar tranquilo e se recuperar plenamente. Em dezembro, você fará os dois dias de Enem (16 e 17 de dezembro), desde que sua solicitação seja aceita pelo Inep.
Passei mal durante a prova. Posso pedir reaplicação?
Não. Se você deixou o local de prova antes do horário permitido (15h30), mesmo que tenha sido por problema de saúde, está eliminado do Enem 2025.
Vestibulando para medicina conta como se preparou na reta final pro Enem

Tema da redação do Enem 2025 é ‘Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira’

Tema da redação do Enem 2025 é ‘Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira’
Quais temas de redação não caem faz tempo no Enem?
O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 é "Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira".
A produção do texto faz parte do primeiro dia de provas, que conta também com questionário de linguagens, língua estrangeira e ciências humanas.
A segunda etapa acontece no próximo domingo (16), quando os participantes responderão questões de matemática e ciências da natureza.
COBERTURA EM TEMPO REAL – acompanhe por aqui
PROGRAMA AO VIVO COM PROFESSORES – Será transmitido na página do g1 e nos canais no YouTube e no TikTok
Folha de rascunho da Redação do Enem.
g1
O que esperar do 1º dia do Enem?
A primeira prova da edição é aplicada neste domingo (9). Além da redação, os candidatos respondem 45 questões de linguagens e outras 45 de ciências humanas.
No próximo domingo (16), será a vez da prova de matemática e ciências da natureza.
O Enem é a principal porta de entrada para o ensino superior, e permite ao candidato pleitear vagas em universidades públicas e privadas de todo o país.
Mais de 4,8 milhões tiveram suas inscrições confirmadas para a edição, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame.
Confira o tema da redação do Enem em outros anos
Enem 2024 – "Desafios para a valorização da herança africana no Brasil"
Enem 2023 – "Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”
Enem 2022 – "Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil"
Enem 2021 – "Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil"
Enem 2020 – "O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira", na versão impressa; e "O desafio de diminuir a desigualdade entre regiões no Brasil", na digital.
Enem 2019 – "Democratização do acesso ao cinema no Brasil"
Enem 2018 – "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet"
Enem 2017 – "Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil"
Enem 2016 – "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”
Enem 2015 – "A Persistência da Violência contra a Mulher na Sociedade Brasileira"
Enem 2014 – "Publicidade infantil em questão no Brasil"