USP perde liderança na América Latina, mas continua entre as 100 melhores universidades do mundo

Ao menos 53 universidades federais e 51 institutos estão em greve
'QS World University Ranking' aponta que USP foi eleita a 92ª melhor do mundo, caindo sete posições na comparação com o ano anterior. MIT, dos Estados Unidos, ficou com o 1º lugar. Praça do Relógio, na cidade universitária da USP
Divulgação
A Universidade de São Paulo (USP) caiu sete posições no ranking de melhores universidades do mundo, de acordo com o "QS World University Ranking", que é um reconhecido sistema de avaliação educacional. Apesar disso, a instituição continua no top 100 .
🏆 O ranking leva em consideração mais de 1.500 universidades em todo o mundo. Pelo 13º ano consecutivo, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) conquistou a liderança global.
🌎A USP foi a eleita a 92ª melhor universidade do mundo. Já a Universidade de Buenos Aires subiu 14 posições e ficou com o 71º lugar. Com isso, a instituição brasileira perdeu a liderança na América Latina, que havia conquistado no ano anterior.
O ranking leva em consideração nove critérios, com notas que vão de 0 a 100. A USP recebeu nota geral de 61,6 — queda de 1,2 na comparação com a lista de 2023.
A USP recebeu melhores notas nos critérios de "resultados de emprego" (97,9), "rede internacional de pesquisa" (95,9) e "sustentabilidade" (93,6). Por outro lado, a instituição teve pior desempenho em "proporção de estudantes internacionais" (2,1) e "proporção internacional de docentes" (6,8).
Além da USP, outras 34 universidades brasileiras aparecem no ranking. Veja a lista mais abaixo.
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Melhores do mundo
Confira a seguir as melhores universidades do mundo de acordo com o ranking:
MIT (EUA)
Imperial College London (Reino Unido)
Universidade de Oxford (EUA)
Universidade de Haward (EUA)
Universidade de Cambridge (Reino Unido)
Universidade de Stanford (EUA)
ETH Zurich (Suíça)
Universidade Nacional de Singapura (Singapura)
UCL (Reino Unido)
Instituto de Tecnologia da Califórnia (Estados Unidos)
Brasileiras no ranking
Veja abaixo as universidades brasileiras que apareceram no ranking mundial. A partir da 600ª posição, as classificações são feitas por grupo.
92: Universidade de São Paulo (USP)
232: Universidade de Campinas (Unicamp)
304: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
489: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
611 – 620: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ)
671 – 680: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
691 – 700: Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
691 – 700: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
751 – 760: Universidade de Brasília (UnB)
781 – 790: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
1.001 – 1.200: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
1.001 – 1.200: Universidade Federal Fluminense (UFF)
1.001 – 1.200: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
1.001 – 1.200: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
1.001 – 1.200: Universidade Federal do Paraná (UFPR)
1.201 – 1.400: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS)
1.201 – 1.400: Universidade Federal da Bahia (UFBA)
1.201 – 1.400: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
1.201 – 1.400: Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
1.201 – 1.400: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
1.201 – 1.400: Universidade Federal de Viçosa (UFV)
1.201 – 1.400: Universidade Federal do Ceará (UFC)
1.201 – 1.400: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
1.201 – 1.400: Universidade Presbiteriana Mackenzie
1.201 – 1.400: Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
a partir de 1.400: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
a partir de 1.400: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
a partir de 1.400: Pontifícia Universidade Católica do Paraná
a partir de 1.400: Universidade Estadual de Londrina
a partir de 1.400: Universidade Federal da Paraíba
a partir de 1.400: Universidade Federal de Goiás
a partir de 1.400: Universidade Federal de Uberlândia
a partir de 1.400: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
a partir de 1.400: Universidade Federal do Pará
a partir de 1.400: Universidade do Estado de Santa Catarina
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USP cai 7 posições em ranking global, mas continua entre as 100 melhores universidades do mundo

'QS World University Ranking' aponta que USP foi eleita a 92ª melhor do mundo, ficando atrás da Universidade de Buenos Aires. MIT, dos Estados Unidos, segue na liderança. A Universidade de São Paulo (USP) caiu sete posições no ranking de melhores universidades do mundo, de acordo com o "QS World University Ranking", que é um reconhecido sistema de avaliação educacional. Apesar disso, a instituição continua no top 100 .
🏆 O ranking leva em consideração mais de 1.500 universidades em todo o mundo. Pelo 13º ano consecutivo, o Instituto de Tecnologia do Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) conquistou a liderança global.
🌎A USP foi a eleita a 92ª melhor universidade do mundo. Já a Universidade de Buenos Aires subiu 14 posições e ficou com o 71º lugar. Com isso, a instituição brasileira perdeu a liderança na América Latina, que havia conquistado no ano anterior.
O ranking leva em consideração nove critérios, com notas que vão de 0 a 100. A USP recebeu nota geral de 61,6 — queda de 1,2 na comparação com a lista de 2023.
A USP recebeu melhores notas nos critérios de "resultados de emprego" (97,9), "rede internacional de pesquisa" (95,9) e "sustentabilidade" (93,6). Por outro lado, a instituição teve pior desempenho em "proporção de estudantes internacionais" (2,1) e "proporção internacional de docentes" (6,8).

Secretário de Educação diz que consultas públicas sobre terceirização da gestão de colégios estaduais do Paraná devem começar em 20 de outubro

Ao menos 53 universidades federais e 51 institutos estão em greve
Comunidade escolar de 204 unidades de ensino do estado deve ser consultada sobre modelo até o mês de novembro. Secretário de Educação do Paraná, Roni Miranda, afirmou que antes das consultas públicas empresas credenciadas para gestão dos colégios serão apresentadas à comunidade
Anderson Carvalho/ Seed-PR
O secretário de Educação do Paraná, Roni Miranda, disse, em entrevista ao g1, que as consultas públicas que podem definir pela implantação da terceirização da gestão em colégios estaduais devem começar em 20 de outubro e seguir até novembro deste ano.
O governo pretende implantar o modelo em 204 instituições de ensino, o que corresponde a pouco mais de 10% da rede estadual de ensino. Veja a lista das unidades abaixo.
O projeto que prevê a terceirização foi aprovado nesta terça-feira (4) pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) por 38 votos a favor e 13 contra, sob protesto de professores, servidores e alunos que invadiram o prédio do Legislativo durante os dois dias de votação.
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Manifestantes viraram as costas enquanto deputado da base falavam a favor do projeto
Giuliano Gomes/PR Press
Miranda garantiu que a terceirização será implantada somente nos colégios que aprovarem a proposta nas consultas públicas.
"A ideia é que o projeto comece em janeiro de 2025. A gente quer que os parceiros assumam as escolas para apoiar os diretores. Vamos publicar a licitação do serviço em agosto, setembro, e as comunidades escolares já vão saber nas consultas qual instituição que pode formar parceria, o que dá mais segurança para a votação. As consultas vão acontecer a partir de 20 de outubro até o mês de novembro", explicou.
Como serão as consultas
O secretário detalhou ao g1 como será a votação nas consultas.
"Cada escola terá apenas uma só votação. Para valer a consulta na comunidade escolar, vai ter um quórum mínimo, que ainda não está definido, mas a princípio será de mais de 50% da participação da comunidade para que aquela consulta tenha validade", disse Roni Miranda.
Segundo o secretário, audiências públicas serão realizadas antes das consultas para apresentar o plano de ação das empresas, que já estarão selecionadas para cada colégio.
Veja, abaixo, os colégios públicos do Paraná que podem receber o modelo:
Colégios do Paraná que podem ter gestão administrativa terceirizada
*Reportagem em atualização.
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DF se compara aos Estados Unidos em número de pessoas com doutorado, mostra pesquisa

Ao menos 53 universidades federais e 51 institutos estão em greve
A cada 100 mil habitantes no DF, 21 têm doutorado, destaca estudo "Brasil: Mestres e Doutores 2024”.
Nos Estados Unidos são 21,9 doutores para cada 100 mil habitantes; entenda. Instituto Central de Ciências (ICC), localizado no Campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília
TV Globo
No DF, a cada 100 mil habitantes, 21 são doutores. O número pode ser comparado ao cenário dos Estados Unidos, que registra 21,9 doutores para cada 100 mil habitantes.
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Os dados são do estudo "Brasil: Mestres e Doutores 2024", produzido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira (4), em Brasília.
No Brasil, a média é de 10,2 doutores para cada 100 mil habitantes. Mesmo que outros estados tenham um número absoluto maior de mestres e doutores do que o DF, há fatores que aumentam as titulações na capital federal, de acordo com o estudo:
Densidade populacional menor
Média salarial maior
Grande volume de pessoas altamente qualificadas atuando em todas as esferas governamentais na capital
“Vale destacar que o DF é o maior importador líquido de mestres e o 5º maior de doutores, o que denota a demanda por esses profissionais altamente qualificados. […] Brasília está acima da média nacional, mas a média nacional ainda deve crescer muito para se aproximar dos indicadores como dos EUA ou como os da Alemanha, com 34 doutores para cada 100 mil habitantes", diz a líder do projeto pelo CGEE, Sofia Daher.
Salários elevados
Morador do DF é considerado o mais jovem pesquisador do país a concluir o doutorado
Além do número mais alto de mestres e doutores por 100 mil habitantes, o Distrito Federal fica em posição de destaque quando o assunto é a remuneração desses profissionais.
Enquanto a faixa salarial para esse grupo é de R$ 11,7 mil para mestres e R$ 16,2 mil para doutores no Brasil, em Brasília, a média salarial para mestres atinge R$ 18,3 mil e para doutores chega a R$ 20,5 mil.
Confira abaixo a quantidade de mestres e doutores empregados no DF:
Mestres empregados: 25.303
Doutores empregados: 8.536
Diferença salarial entre homens e mulheres ♂️♀️
No DF, são 4.436 doutoras e 15.627 mestres mulheres. Homens são 4.110 doutores e 14.672 mestres. Mesmo sendo a maioria no DF, a média salarial para as mulheres é menor do que a dos homens com o mesmo nível de pós-graduação.
"Há uma diferença entre os salários de homens e mulheres de R$ 5,5 mil no caso dos mestres e R$ 3,3 mil no caso de doutores", explica a coordenadora do estudo, Sofia Daher.
Doutores: Mulheres ganham em média R$ 17 mil e homens R$ 20,3 mil💲
Mestres: Mulheres ganham em média R$ 14,5 mil e homens R$ 20 mil💲
"Das 81 áreas do conhecimento, as mulheres ganham menos em 79 em todas as regiões do Brasil. Só ganham mais em Turismo e Museologia. Mesmo nas áreas em que há uma proporção maior de mulheres sendo tituladas, como Ciências Humanas, elas continuam ganhando menos", diz Sofia Daher.
Estudo 'Brasil: Mestres e Doutores'
A série de estudos "Brasil: Mestres e Doutores" reúne informações estatísticas sobre a formação e o emprego desses profissionais que se titularam no Brasil nas últimas décadas.
Dividido em cinco capítulos, a edição de 2024 mostra a evolução do processo de expansão dos programas de pós-graduação e cursos de mestrado e doutorado no Brasil de 1996 a 2021.
Os dados sobre os programas, cursos e titulações foram gerados a partir da Plataforma Sucupira, mantida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e os materiais sobre emprego formal foram coletados a partir da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE).
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Ao menos 53 universidades federais e 51 institutos estão em greve

Ao menos 53 universidades federais e 51 institutos estão em greve
Servidores federais reivindicam reestruturação de carreira, recomposição salarial e orçamentária, e revogação de normas aprovadas nos governos Temer e Bolsonaro. Professores das universidades federais do Ceará seguem em greve após recusarem propostas do governo.
ADUFC/Reprodução
Ao menos 54 universidades, 51 institutos federais (IFs) e o Colégio Pedro II continuam em greve desde abril, de acordo com levantamento do g1. Professores e servidores das instituições reivindicam reestruturação de carreira, recomposição salarial e orçamentária, e revogação de normas aprovadas nos governos Temer e Bolsonaro.
Segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andres), há uma defasagem de 22,71% no salário dos professores, acumulada desde 2016. A entidade pede uma reposição salarial que considere essa diferença.
Os níveis de paralisação variam — em algumas instituições, professores e técnicos-administrativos aderiram à greve. Em outros casos, apenas os professores ou técnicos estão paralisados. No caso dos institutos federais, a greve atinge pelo menos 400 campi espalhados pelo país.
Na segunda-feira (27), o governo chegou a assinar um acordo com a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes-Federação).
No entanto, essa proposta não foi aceita pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).
O Ministério da Saúde disse em nota que "as demais instituições que não assinaram o acordo terão mais prazo para levarem novamente a proposta para suas bases e poderão assinar o acordo posteriormente."
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Acordo com Proifes e negativa de sindicatos
O acordo firmado entre o governo e o Proifes prevê a reestruturação da carreira docente, um reajuste de salário de 9% em janeiro de 2025 e 3,5% em maio de 2026. Além disso, o acordo também detalha o que a entidade define como “reestruturação na progressão entre os diferentes níveis da carreira”, que garantiria uma elevação de salário para profissionais em início de carreira.
Segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andres), no entanto, essa valorização aconteceria “às custas de mais uma desestruturação”, pois haveria uma redução no número de graus que a carreira possui atualmente, passando de 13 para 10.
Em comunicado na terça-feira (28), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) declarou que “a greve não acabou”.
Ainda em nota, o MEC afirmou que reforça que a pasta está “sempre aberta ao diálogo, franco e respeitoso, pela valorização dos servidores”.
Com a negativa dos dois sindicatos, a greve continua em muitas instituições pelo Brasil.
Veja a lista abaixo:
Norte
Amazonas: servidores técnico-administrativos dos 18 campi do Ifam entraram em greve no dia 15 de abril de 2024.
Pará: professores e servidores da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) continuam em greve. Também continuam paralisados os 18 campi do IFPA.
Acre: na Universidade Federal do Acre (UFAC), técnicos-administrativos e professores continuam em greve, assim como 6 campi do IF do estado.
Roraima: professores da Universidade Federal de Roraima (UFRR) continuam paralisado desde o dia 22 de abril.
Rondônia: na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), docentes e técnicos administrativos continuam em greve. Onze campi do IF do estado também continuam paralisados.
Amapá: técnicos e docentes da Universidade Federal do Amapá estão em greve. Os trabalhos em 5 campi do IFAP também estão suspensos.
Tocantins: na Universidade Federal do Tocantis, professores e técnicos continuam em greve. Três unidades do Instituto Federal também estão paralisados.
Nordeste
Alagoas: técnicos e professores continuam em greve na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). 17 campi do IF do estado também estão paralisados.
Bahia: na Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Recôncavo da Bahia (UFRB) e Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) professores e servidores continuam em greve; Todos os 24 campi do Instituto Federal da Bahia (IFBA), e os 14 do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano) estão parados.
Ceará: a Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Federal de Cariri (UFCA), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) estão em greve. Assim como 33 campi do Instituto Federal do estado.
Maranhão: técnicos e professores continuam em greve na Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e em todos os 25 campi do IF do estado.
Paraíba: técnicos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) estão em greve. Todos os 21 campi do IF da Paraíba também seguem paralisados.
Pernambuco: a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e 5 campi do IFSertãoPE continuam paralisados.
Piauí: técnicos e docentes da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e de 17 campis do IF do estado continuam paralisados.
Rio Grande do Norte: docentes e técnicos-administrativos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), da Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa) e o Instituto Federal do RN continuam em greve.
Sergipe: técnicos e docentes da Universidade Federal do Sergipe e de 10 campi do IF do estado continuam paralisados.
Sul
Paraná: técnicos e docentes da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) de 28 campi do IF do estado seguem em greve.
Rio Grande do Sul: universidades e institutos federais suspenderam total ou parcialmente as atividades acadêmicas devido às cheias, portanto, não foram incluídos no levantamento.
Santa Catarina: treze dos 15 campi do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e os 22 campi do Instituto Federal Catarinense (IFC) estão em greve total ou parcial; a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está em greve parcial.
Sudeste
Espírito Santo: professores e servidores da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES) estão em greve desde o dia 15 de abril.
Minas Gerais: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ ), Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Universidade Federal de Alfenas (Unifal), Universidade Federal de Lavras (UFLA), Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) continuam em greve. 28 campi do IFMG e Norte do estado.
São Paulo: docentes da Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade Federal de São Carlos e (UFSCar) e de pelo menos 6 institutos federais não estão trabalhando.
Rio de Janeiro: professores e servidores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Unirio, Universidade Federal Fluminense (UFF) e de 15 campi do Instituto Federal do estado seguem com os trabalhos paralisados. Servidores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também continuam em greve.
Centro-Oeste
Goiás: técnicos da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Catalão (UFCat) e Universidade Federal de Jataí (UFJ) continuam em greve. O IFGO e IF Goiano também continuam paralisados.
Mato Grosso: docentes e funcionários da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e de 18 campi do IFMT continuam em greve.
Mato Grosso do Sul: a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) de Campo Grande continua em greve. 10 campi do instituto federal do estado também estão em greve.
Distrito Federal: docentes e técnicos da Universidade de Brasília (UnB) também estão em greve.
VÍDEOS DE EDUCAÇÃO