Streaming aliado no Vestibular da Unicamp 2025? g1 lista filmes que podem ajudar na prova de história

67% dos professores em formação estudam em cursos EAD, diz Inep
Filmes ajudam a relacionar temas e a pensar contextos históricos que podem cair no vestibular deste ano; além do conhecimento, assistir às produções sem pressão é uma dica para essa reta final de estudos Em seu filme, Nolan tenta refletir sobre como Oppenheimer precisou lidar com as consequências da bomba
UNIVERSAL PICTURES via BBC
Basta digitar o tema no campo de busca do streaming e um leque de opções se abre na tela: Primeira e Segunda Guerra, Idade Média e descolonização afro-asiática são apenas algumas delas. Segundo professores ouvidos pelo g1, algumas produções disponíveis nas plataformas podem ser aliadas poderosas para os estudantes nessa reta final para o vestibular.
💡 Os filmes e documentários oferecem repertório para que os alunos possam pensar, relacionar temas e refletir a respeito de momentos e fatos históricos que podem cair na prova da Unicamp neste ano. Além de tudo isso, é possível se entreter e aliviar a tensão.
“Se o aluno for em qualquer plataforma, se ele colocar ali o tema, por exemplo, Primeira Guerra, que pode ser da Primeira Guerra ou correlacionado. E aí, dentro dessa lógica de fazer a pesquisa, não importa muito qual filme ele vai escolher”, afirma o professor de história do pré-vestibular e orientador vocacional da Oficina do Estudante, Neto.
“O importante é que nesse momento ele não fique tão preocupado com o conteúdo, mas que assista ao filme, aproveite o filme e, a partir dele, tenha uma ideia do contexto”, completa. O professor ainda preparou uma lista com os filmes e assuntos relacionados para os alunos assistirem sem pressão (veja ao final da reportagem).
🎬 Confira a seguir os filmes indicados pelo professor e os temas que podem cair na prova da Unicamp 2025 para você se ligar, mas sem se estressar.
O nome da rosa (1986)
Tema: Idade Média
Adeus, Lênin! (Alemanha, 2003)
Tema: Socialismo e Fim da Guerra Fria
Nise: o coração da loucura (2015)
Tema: Universo da psiquiatria brasileira dos anos 1940 e 1950
Hotel Ruanda (EUA, 2004)
Tema: Descolonização Afro Asiática
Oppenheimer (EUA, 2023)
Tema: Guerra Fria e Macarthismo nos EUA
Olga (Brasil, 2004)
Tema: Era Vargas/Nazifascismo
Eles não usam black-tie (Brasil, 1981)
Tema: luta de classes, sindicalismo e conflitos familiares, Brasil dos anos 1980
Batismo de sangue (Brasil, 2006)
Tema: Ditadura Civil Militar no Brasil
Maria Antonieta (EUA, 2006)
Tema: Absolutismo e Revolução Francesa
Apocalypse now (EUA, 1979)
Tema: Brutalidade da Guerra do Vietnã
Labirinto do Fauno (Espanha, 2006)
Tema: Guerra Civil Espanhola
Star Wars (EUA, 1977)
Tema: de forma indireta, aborda a luta entre o bem e o mal, remetendo ao contexto da Guerra Fria
Blade runner: o caçador de andróides (EUA, 1982)
Tema: Impacto de tecnologias no contexto da Guerra Fria, substituição dos humanos por máquinas e avanços da biotecnologia e genética (3ª Revolução Industrial)
A guerra do fogo (França, Canadá, EUA, 1982)
Tema: Pré História
Filmes sobre a Primeira Guerra
1917 (destaque)
Além da Linha Vermelha
Cavalo de Guerra
Lawrence da Arábia
Filmes sobre a Segunda Guerra
A Lista de Schindler
Adeus, Meninos
13 minutos
O Resgate do Soldado Ryan
A Queda
Stalingrado
O Bombardeio (destaque)
Arte para a saúde e o saber
Fora da história, o filme Coringa: Delírio a Dois, que estreou no Brasil na última semana e levou mais de nove milhões de espectadores aos cinemas, também pode ser uma fonte de conhecimento para o vestibular, especialmente em relação à saúde mental, tema que pode ser abordado na prova deste ano.
No longa, o personagem de Phoenix, Arthur Fleck, sofre de alguns transtornos mentais, que podem estar associados ao distúrbio de personalidade anti-social, esquizofrenia e ao Transtorno da expressão emocional involuntária (a sigla em inglês IEED).
Para Felipe José Santaella, residente em Psiquiatria na Unicamp, e produtor de conteúdo voltado para saúde mental, “a arte é um recurso fundamental para compreendermos melhor a vida e as visões das pessoas. Ela nos permite conhecer um pouco mais dos indivíduos e nos conectar com suas histórias”.
“Através desse envolvimento, podemos entender mais profundamente a realidade delas. Além disso, é uma poderosa ferramenta para abordar temas de saúde mental, pois, por meio de um filme, poesia, livro ou de uma música, é possível expressar sentimentos e experiências que, muitas vezes, não conseguimos descrever”.
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Unicamp divulga locais de prova para 1ª fase do vestibular 2025; veja como consultar

67% dos professores em formação estudam em cursos EAD, diz Inep
Candidatos também vão receber mensagem da comissão organizadora indicando onde deve fazer o exame. Processo seletivo acontece no dia 20 de outubro, pela primeira vez na história pela manhã. Campinas, 250 anos: Unicamp foi escolhida em votação no g1 como uma das 5 maravilhas da cidade
Fernando Evans/g1
A Unicamp divulgou, nesta sexta-feira (4), os locais onde vão ocorrer as provas da primeira fase do Vestibular 2025.
📑 CONSULTE AQUI O SEU LOCAL DE PROVA
Segundo a Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), os candidatos também vão receber uma mensagem com a informação do local e as orientações para a prova.
A prova será aplicada no dia 20 de outubro, a partir das 9h. Será a primeira vez que o exame, composto por 72 questões de múltipla escolha e com duração de cinco horas, acontece pela manhã.
O exame acontece em 31 cidades no Estado de São Paulo e outras seis capitais nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Esta é a primeira vez que os estudantes podem optar por fazer o vestibular em Recife.
Estão inscritos no processo, 63.004 candidatos, que irão concorrer a 2.537 vagas, em 69 cursos de graduação.
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Taxa de analfabetismo entre indígenas é o dobro da média nacional, aponta Censo 2022

67% dos professores em formação estudam em cursos EAD, diz Inep
Apesar do resultado elevado em comparação ao panorama nacional, a taxa teve queda entre 2010 (ano do censo anterior) e 2022. Taxa de analfabetismo entre indígenas teve queda entre 2010 e 2022.
Stalin Melo/Secom/Arquivo
A taxa de analfabetismo entre a população indígena é o dobro da taxa nacional. Isso é o que apontam os novos dados do Censo Demográfico 2022 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (4).
➡️Os dados mostram que 15,05% dos indígenas maiores de 15 anos não sabiam ler e escrever em 2022. Entre a população geral, esse percentual era de 7%.
Apesar do resultado elevado em comparação ao panorama nacional, a taxa de analfabetismo entre indígenas teve queda de cerca de oito pontos percentuais entre 2010 (ano do censo anterior) e 2022 – passando de 23,40% para 15,05%.

O IBGE define taxa de analfabetismo como "o percentual de pessoas com 15 anos ou mais de idade que não sabem ler e escrever pelo menos um bilhete simples".
Veja os principais pontos de destaque do Censo 2022 sobre o analfabetismo entre indígenas:
A taxa de alfabetização entre indígenas foi de 84,95% em 2022, abaixo da taxa nacional, de 93%.
A diferença entre a taxa de analfabetismo da população indígena e da população geral aumenta conforme a idade. Até os 34 anos, a diferença entre as taxas é de 5,21 pontos percentuais, número que salta para 10,47 pontos percentuais na faixa entre 45 a 49 anos.
Entre os homens indígenas, a taxa de alfabetização é maior do que entre as mulheres indígenas.
As maiores taxas de alfabetização são observadas no Sudeste (91,69%), no Sul (89,42%) e no Centro-Oeste (87,30%). (veja abaixo mapa por regiões)
Maranhão, Acre e Piauí são os estados com maiores taxas de analfabetismo entre os indígenas.
Já Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo são as unidades federativas com as menores taxas de analfabetismo entre a população indígena.
Valorizar professores é desafio para educação bilíngue e intercultural nas aldeias
Idade e gênero
Segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo "reflete o acesso à escolarização na idade adequada em gerações passadas e aos programas de alfabetização para jovens e adultos".
Há, assim, um aumento da taxa de analfabetismo com o aumento da idade. Essa situação é algo que acontece entre a população geral, mas que é observado de forma mais acentuada entre os indígenas.
Se observada a faixa entre 15 a 17 anos, por exemplo, a taxa de analfabetismo foi de 5,55%. Já para os indígenas com 65 anos ou mais, o percentual é foi de 42,88%. (veja no gráfico abaixo)

Entre 2010 e 2022, a queda na taxa de analfabetismo de pessoas indígenas aconteceu em todas as faixas etárias.
Quando se analisa a divisão por gênero, tanto homens quanto mulheres indígenas também tiveram redução nas taxas de analfabetismo nesse período.
No caso das mulheres, o percentual passou de 24,81% em 2010 para 15,74% em 2022. Já no caso dos homens, a taxa foi de 22,01% para 14,32%.
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Ministério da Educação estuda criar universidade indígena
Alfabetização por regiões
Replicando o cenário nacional entre 2010 e 2022, todas as regiões tiveram diminuição na taxa de analfabetismo entre os indígenas.
A região Norte foi a que apresentou a maior queda, passando de 31,29% em 2010 para 15,27% em 2022. Já a região Sudeste foi a que registrou a menor variação, passando de 24,39% para 18%.
Se analisados os recortes de idade, as pessoas indígenas com 65 anos ou mais são aquelas com a maior taxa de analfabetismo em todas as regiões.
As menores taxas são encontradas entre os indígenas de 15 a 34 anos, também em todas as regiões.

O analfabetismo continua caindo no Brasil segundo dados do Censo Demográfico do IBGE

Lá Vem o Enem: resolva questões de geografia sobre globalização

67% dos professores em formação estudam em cursos EAD, diz Inep
Professor Thiago Lacerda elaborou questões para os candidatos testarem conhecimentos antes da prova. Globalização é um dos temas mais recorrentes em Ciências Humanas no Enem
Divulgação
O professor Thiago Lacerda elaborou questões para os estudantes que estão na expectativa para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. As perguntas são de geografia e estão relacionadas à globalização. Esse assunto pode ser cobrado no primeiro dia de aplicação das provas do Enem, em 3 de novembro.
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Em uma videoaula, o professor explica qual o conceito de globalização. Além disso, destaca os pontos positivos e negativos desse processo, assim como tudo o que os alunos precisam lembrar para que se deem bem em questões sobre o assunto.
Confira o vídeo aprender mais sobre esse assunto e testar seus conhecimentos sobre o tema.
Faça o teste:
Lá Vem o Enem: resolva questões de geografia sobre globalização
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67% dos professores em formação estudam em cursos EAD, diz Inep

67% dos professores em formação estudam em cursos EAD, diz Inep
Dado é do Censo da Educação Superior, documento que reúne as principais informações sobre o cenário educacional do ensino superior do país. Apresentação dos dados acontece na sede do Inep, em Brasília. Sede do Inep em Brasília.
Carolina Cruz/g1
67% dos alunos que cursam licenciatura (voltados para a formação de professores) em 2023 estudavam faziam ensino a distâcia. Entre os alunos que se matricularam no ano passado, 81% optaram pela modalidade. Os dados são do Censo da Educação Superior 2023, divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC).
A predominância de alunos em cursos EAD acompanha o cenário da graduação no país. No ano passado, 3,31 milhões de novos alunos se matricularam nesta modalidade, quase o dobro do número de matrículas em cursos presenciais (1,67 milhões).
Cresceu também o número de cursos de ensino à distância. De 2022 para 2023, o aumento foi de 15%, totalizando 10.554 cursos na modalidade.
Nos últimos sete anos, o total de cursos EAD aumentou 5 vezes, um aumento percentual de 400%. A comparação considera o período de 2017 a 2023, pois 2017 foi o primeiro ano em que o total de cursos ultrapassou a marca de 2 mil. Antes, desde 2011, o número se manteve abaixo de 1 mil cursos disponíveis.
Este cenário culmina em um crscimento constante no número de alunos em cursos EAD, ao passo que as matrículas em cursos presenciais vêm caindo.
Em 2023, pouco mais de 5 milhões de estudantes estudavam presencialmente. No EAD, o total de estudantes era superior a 4,9 milhões. Caso essa tedência continue, a previsão é de que os números se igualem, ou se invertam, ainda em 2024.
Destaques do Censo do Ensino Superior 2023
24,6 milhões de vagas em cursos de graduação no país;
95% das vagas são ofertadas por instituições privadas.
71,7% das vagas em universidade privada são EAD.
87,1% das vagas em universidades públicas são presenciais.
2580 instituições oferecem cursos de graduação;
Destas, 2264 são privadas, e 316 são públicas.
1 a cada 5 jovens brasileiros de 18 a 24 anos não frequenta e não concluiu o ensino médio.
Número de cursos EAD cresceu 15% em relação a 2022;
A variação é de 232% nos últimos cinco anos.
1,7 milhão se inscreveram em cursos de licenciatura;
67% destes em cursos na modalidade EAD.
172.287 novos alunos usaram o Fies.
403.735 novos alunos usaram o Prouni.
53% das matriculas são em bacharelado, 30% em licenciatura e 17% em tecnológico.
Cursos de licenciatura
Pedagogia segue sendo o curso de formação de professores com o maior número de matrúculas, com 852.334 novos inscritos. Os principais cursos na modalidade são:
Pedagogia
Educação física
História
Matemática
Letras português
Biologia
Geografia
Letras português-inglês
Química
Letras inglês
Artes visuais
Física
Filosofia
Música
Ciências sociais
VÍDEOS DE EDUCAÇÃO