Medicina, Psicologia e Relações Internacionais continuam os cursos mais concorridos da Fuvest também para 2025; veja a lista

SP, MG e Bahia lideram ranking de inscritos no Enem 2024; edição tem 4,3 milhões de inscrições confirmadas
Ao todo, 107.330 pessoas se inscreveram para o processo seletivo de 2025 da maior universidade pública do Brasil, incluindo 11.213 treineiros. 1ª fase deve ocorrer em 17 de novembro deste ano. Confira o calendário geral. Estudantes realizaram a primeira fase da Fuvest em 2023
ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (24) a relação de candidatos por vagas da próxima edição do vestibular que dá acesso para a Universidade de São Paulo (USP).
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Como em anos anteriores, cursos na área de saúde continuam sendo altamente procurados, o que reflete uma tendência de mercado de trabalho voltada para a saúde, bem-estar e saúde mental.
Medicina segue como o curso mais concorrido, com uma relação de 96,5 candidatos por vaga, uma diminuição em relação ao ano passado, quando a relação era de 117,6 (veja abaixo).
Ao todo, 107.330 pessoas se inscreveram para o processo seletivo de 2025 da maior universidade pública do Brasil, incluindo 11.213 treineiros. Sem treineiros, o número total é de 96.117 mil vertibulandos.
Assim como no último ano, os cursos mais concorridos serão Medicina, Psicologia e Relações Internacionais. Veja a lista abaixo dos cursos mais concorridos.
Medicina em São Paulo: 96,5 candidatos por vaga
Psicologia em São Paulo: 55,6 candidatos por vaga
Psicologia em Ribeirão Preto: 35,3 candidatos por vaga
Relações Internacionais: 42,5 candidatos por vaga
Audiovisual: 32,3 candidatos por vaga
Publicidade e Propaganda: 28,6 candidatos por vaga
Ciências Biomédicas: 26,3 candidatos por vaga
Jornalismo: 26,2 candidatos por vaga
Medicina Veterinária: 20,5 candidatos por vaga
Fisioterapia: 20,3 candidatos por vaga
A relação dos demais cursos pode ser conferida no site oficial do vestibular (clique aqui).
Para o ano de 2025, a Fuvest vai selecionar alunos para 8.147 vagas disponíveis na universidade. 4.888 vagas são para ampla concorrência; 2.053 para egressos de escolas públicas; e 1.206 para pessoas egressas de escolas públicas autodeclaradas negras, de cor preta ou parda, e indígenas.
A primeira fase da Fuvest 2025 está agendada para 17 de novembro deste ano. A segunda etapa do exame, dividida em dois dias, deve ocorrer em 15 e 16 de dezembro. Provas de habilidades específicas devem ser aplicadas entre 9 de dezembro de 2024 e 9 de janeiro de 2025.
Calendário Fuvest 2025
Divulgação dos locais de prova: 01/11/2024
1ª Fase Fuvest 2025: 17/11/2024
2ª Fase Fuvest 2025: 15/12 e 16/12/2024
Provas de competências específicas: entre 09/12/2024 e 09/01/2025, a depender da carreira
Divulgação do resultado da Fuvest 2025: 24/01/2025

Química, geografia e biologia: o que estudar sobre garimpo ilegal e terras indígenas para o vestibular

SP, MG e Bahia lideram ranking de inscritos no Enem 2024; edição tem 4,3 milhões de inscrições confirmadas
Veja como tema pode aparecer nas disciplinas na segunda fase da Unicamp, no Enem e em outros vestibulares. Rio poluído por mercúrio na Terra Yanomami
Alexandro Pereira/Rede Amazônica
As invasões a terras indígenas e o garimpo ilegal, que devastou quatro campos de futebol por dia em 2023 nas terras Yanomami, Kayapó e Munduruku, segundo dados do Greenpeace, podem aparecer como temas em variadas disciplinas dos vestibulares deste ano, inclusive em questões de química.
👉 Depois da primeira fase da Unicamp, realizada no último dia 20, o foco agora são as provas da segunda fase, que acontecem nos dias 1 e 2 de dezembro, do Enem, marcado para os dias 3 e 10 de novembro, e de outros vestibulares como da Fuvest, em 17 de novembro.
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“Na química, temos os impactos e degradação provocados pela utilização ilegal do mercúrio na extração do ouro, que é amplamente usado pelo garimpo ilegal e com elevado potencial de poluir rios, solo, atmosfera e os Yanomamis, trazendo inúmeras consequências neurológicas a curto e longo prazo”, explica o professor de geografia Fábio Bacchiegga.
Fábio destaca que todos os temas que remetem direta ou indiretamente à região Amazônica merecem um estudo mais atento por parte dos vestibulandos, já que se trata de um assunto forte nas provas. Ele orienta que os estudantes fiquem de olho porque, além da química, o assunto também pode aparecer em questões de geografia, sociologia e biologia.
“Nos últimos anos, a Amazônia vem assumindo centralidade no debate político e ambiental brasileiro, como na escolha de Belém para ser a sede da COP 30 no próximo ano ou no debate sobre a exploração de petróleo na zona da foz do Amazonas, colocando Petrobras e Ibama em posições divergentes do debate público”.
Veja a seguir as apostas do professor para essas disciplinas e o tema das invasões de terras indígenas:
Geografia
Nas questões de geografia, as provas dos vestibulares podem abordar:
temáticas como conflitos socioambientais, envolvendo garimpeiros e indígenas;
relação controversas entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental;
debate sobre os problemas fundiários e da posse das áreas nativas;
análise sobre a exploração minerária na região ou impactos socioambientais da mineração em geral e de ouro.
Sociologia
Nas questões de sociologia, os candidatos podem ser convidados a pensar sobre:
questão étnica e direitos indígenas no Brasil, como a criação de órgãos representativos, como a Funai ou o recente Ministério dos Povos Originários;
análise sobre a importância das terras indígenas para a preservação da cultura de seus povos;
debate sobre as culturas e comunidades tradicionais amazônicas;
debate sobre histórico das lutas dos povos indígenas.
Biologia
Quando se trata de biologia nas provas do vestibular, as questões relacionadas à Amazônia e ao garimpo podem aparecer da seguinte forma:
aspectos naturais e ecológicos da Floresta Amazônica como um todo, além de como a degradação, provocada pelo garimpo, atinge o meio natural florestado em particular;
dinâmicas ecológicas globais, num contexto de mudanças climáticas.
O professor orienta ainda sobre a importância dos estudantes observarem a Amazônia como um agente político.
“E todos seus atores, desde os que promovem a preservação, como os indígenas, até os responsáveis pela degradação, como os garimpeiros, são elementos importantes para entendermos a complexa estrutura socioambiental desta região tão central da geopolítica ambiental global”, conclui.
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‘Melhor escola do mundo’: colégio de Buenos Aires ganha prêmio e vence representante brasileiro; veja diferenciais

SP, MG e Bahia lideram ranking de inscritos no Enem 2024; edição tem 4,3 milhões de inscrições confirmadas
Colégio María de Guadalupe é focado na inclusão dos jovens no mercado de trabalho, com auxílios financeiros, aulas de capacitação e treinos para entrevistas de emprego. Colégio María de Guadalupe, em Buenos Aires, na Argentina
Divulgação/T4
🥇O Colégio María de Guadalupe, em Buenos Aires, na Argentina, ganhou, nesta quarta-feira (24), o “Prêmio Melhores Escolas do Mundo 2024" (World's Best School Prizes, no nome original, em inglês), na categoria de colaboração comunitária.
A instituição, que venceu a representante brasileira na final (Escola Estadual Deputado Pedro Costa, de São Paulo), destaca-se pelo ensino profissionalizante de alunos de baixa renda — e oferece até "bolsas de trabalho" após a conclusão no ensino médio (leia mais abaixo).
"A partir do 5º e do 6º ano, os jovens começam a participar de mentorias: recebem apoio de profissionais, de personalidades [conhecidas] e de voluntários para criar o futuro que desejam", conta ao g1 Mercedes Henderson, coordenadora-geral de desenvolvimento institucional.
A outra escola que também participou da disputa foi a Salomé Ureña Leadership Academy MS 322, em Nova York, nos EUA, reconhecida por auxiliar filhos de imigrantes na adaptação à língua inglesa e por integrar toda a comunidade nas atividades educativas. Até a última atualização desta reportagem, não havia sido divulgada a classificação com o segundo e o terceiro colocados.
➡️O prêmio é da T4 Education, uma plataforma global que reúne uma comunidade de mais de 200 mil professores de mais de 100 países com o objetivo de transformar a educação no mundo.
➡️O vencedor de cada categoria (Colaboração Comunitária, Inovação, Superação de adversidades, Ação ambiental e Apoio a vidas saudáveis) ganhou um prêmio de 10 mil dólares (cerca de R$ 55 mil).
A seguir, veja mais detalhes do trabalho desenvolvido em Buenos Aires.
🧑Colégio María de Guadalupe, em Buenos Aires: ajudando alunos pobres a planejarem futuro e serem bons profissionais
Alunos do Colégio María Guadalupe festejam resultado do prêmio
Reprodução/Instagram
O Colégio María de Guadalupe tem 700 alunos, da educação infantil até o ensino médio, e localiza-se em Las Tunas, um bairro pobre do município de Tigre, em Buenos Aires. Mesmo com todas as adversidades — 62% das famílias dos estudantes vivem em moradias precárias—, o índice de evasão (ou seja, de desistência dos estudos) foi zerado na instituição de ensino.
📖Principal missão: capacitar profissionalmente estudantes em situação de vulnerabilidade econômica e formá-los com habilidade de pensar criticamente, resolver problemas, ter empatia e ser bons ‘cidadãos digitais’.
📖Estratégias: Combinar o aprendizado acadêmico com o desenvolvimento profissional, de forma que os alunos consigam futuramente boas colocações no mercado de trabalho e tragam avanços para a comunidade.
A escola oferece também o Programa de Inclusão Laboral, no qual alunos que acabaram de se formar participam de atividades como: aulas de informática voltadas para empregabilidade, elaboração de projetos pessoais, desenvolvimento de linguagem corporal, cursos de liderança e de comunicação assertiva, educação financeira e treinamento para formular currículos e fazer entrevistas.
Catalina Ferreccio, líder do programa, conta o caso de Débora, uma aluna que tinha problemas de comportamento e que, aos poucos, aprendeu na escola a controlar suas ações, a se relacionar melhor com a família e a ser menos impulsiva.
"A Débora participou das mentorias e do nosso processo de orientação vocacional. Com um acompanhamento mais individual, conseguiu uma bolsa na Universidade de San Isidro, onde está estudando licenciatura em administração e negócios", diz Ferreccio.
📖Outros diferenciais:
A escola propicia espaços de apoio temáticos e personalizados para a aprendizagem de matemática e de linguagens.
Há oficinas de jardinagem, esportes e robótica para as crianças.
Os alunos participam de eventos que fortalecem os laços com a comunidade, como semana das artes, feira do livro e feira de ciências.
As famílias são sempre amparadas e convidadas a participar de encontros e reflexões. Segundo o colégio, 62% dos pais vivem em moradias precárias.
No ensino médio, os jovens podem optar por dois itinerários formativos, entre as seguintes opções: programação digital, produção de audiovisual, administração e meio ambiente.
As aulas costumam ser baseadas em projetos interdisciplinares.
Por meio de uma parceria com empresas, esses egressos podem receber “bolsas-trabalho” – com auxílio financeiro e acompanhamento personalizado durante 1 ano, profissionais da escola ajudam os jovens a se adaptarem ao mercado.
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Tema da redação do Enem 2024: celular nas escolas, crise do clima e IA são apostas de professores

SP, MG e Bahia lideram ranking de inscritos no Enem 2024; edição tem 4,3 milhões de inscrições confirmadas
Provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro em todo o país. Além de elencar os temas mais prováveis, professores também indicam quais assuntos não devem aparecer na proposta do texto. Professores elencam possíveis temas para a redação do Enem 2024.
Divulgação
Faltam 10 dias para a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024, que terá a tão temida redação. E, embora seja impossível ter certeza sobre qual será o tema proposto no exame, o g1 ouviu professores de colégios e cursinhos preparatórios para descobrir quais são suas apostas.
⚠️ Contexto: o Enem 2024 será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro em todo o país. Segundo o Inep, órgão responsável pelo exame, mais de 5 milhões de pessoas estão inscritas. No primeiro dia de provas, são 45 questões de linguagens, 45 questões de ciências humanas, e redação. A prova do segundo domingo terá 45 questões de matemática e 45 questões de ciências da natureza.
Abaixo, confira quais assuntos os professores afirmam que podem ser tema da redação do Enem 2024, e quais têm menos chances de aparecer.
1 – Uso de celular e o impacto das redes sociais e da tecnologia na comunicação / na saúde mental de crianças e adolescentes
O Ministério da Educação (MEC) e o Congresso Federal já estudam um projeto de lei para proibir o uso de celulares nas escolas do país. Além disso, o g1 já explicou prejuízos causados pelo uso exagerado do celular por crianças e adolescentes, e até visitou escolas que proíbem o aparelho e observaram melhora nas notas e na socialização.
Além de ser muito atual, este tema foi citado por Danielle Capriolli, professora da Escola Bilíngue Pueri Domus, Daniela Toffoli, professora de redação do Curso Anglo, e André de Freitas Barbosa, Professor de Literatura do Colégio Oficina do Estudante.
“É importante considerar o papel do celular na educação de crianças e adolescentes brasileiros, destacando os impactos negativos, já que a prova do Enem exige uma proposta de intervenção”, analisa Daniela Toffoli, do Anglo.
O uso crescente de redes sociais e seus efeitos psicológicos sobre adolescentes, como ansiedade e depressão, é um tema de grande relevância. As escolas no Brasil todo têm discutido o uso dos celulares em função da saúde mental dos alunos. A discussão sobre o equilíbrio entre conectividade e saúde mental é vital para o bem-estar dos jovens.
2 – Meio ambiente e emergência climática / Impacto das mudanças ambientais na mobilidade humana / Mudanças climáticas e seus impactos sociais
Esta também é uma das principais apostas dos professores, principalmente por conta dos recentes eventos climáticos extremos, e também pela proximidade da 30ª Conferência do Clima das Nações Unidas, que acontece no Brasil em 2025.
“É um tema abrangente e de importância óbvia pelo que temos vivido nos últimos anos, especialmente entre 2023 e 2024, com derretimento de geleiras, períodos de estiagem muito longos, e pela maneira com que isso tem afetado os cidadãos comuns”, avalia André de Freitas Barbosa, professor do Colégio Oficina do Estudante.
O tema foi abordado também por Margarete Xavier, do Fibonacci Sistema de Ensino, Danielle Capriolli e Daniela Toffoli.
3 – Inteligência artificial
Outra grande aposta dos professores ouvidos pelo g1, inteligência artificial vem sendo muito citada como possível tema desde 2023, com a popularização de ferramentas como ChatGPT.
Para Danielle Capriolli, a utilização das IAs no mercado de trabalho é um tema possível.
“O avanço da inteligência artificial está transformando o mercado de trabalho, substituindo algumas funções e criando profissões. O debate sobre os impactos dessa tecnologia no emprego, a necessidade de requalificação profissional e a inclusão tecnológica é uma questão urgente e atual.”
André de Freitas Barbosa concorda, e analisa que, além de atual, este é um tema “persistente”. “Fatalmente, o mundo do trabalho como um todo, especialmente a oferta de empregos, deve ser impactado pela inteligência artificial”, conclui.
Outros possíveis temas
Fome e insegurança alimentar.
Sistema carcerário brasileiro.
Bullying e cyberbullying no ambiente escolar.
Burnout epidêmico em ambiente laboral.
Crescimento na busca por procedimentos estéticos no Brasil.
Temas que não devem cair
Descriminalização do aborto.
Polarização política / ideologias partidárias.
Políticas de eutanásia.
VÍDEOS DE EDUCAÇÃO

SP, MG e Bahia lideram ranking de inscritos no Enem 2024; edição tem 4,3 milhões de inscrições confirmadas

SP, MG e Bahia lideram ranking de inscritos no Enem 2024; edição tem 4,3 milhões de inscrições confirmadas
Do total, 1,6 milhão é concluinte do ensino médio. Inep aplica as provas nos dias 3 e 10 de novembro Redação do Enem é aplicada no primeiro dia de provas
Agência Brasil
Mais de 4,3 milhões de pessoas confirmaram as inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. Desse total, 1,6 milhão é composto por estudantes que estão concluindo o ensino médio neste ano. As provas vão ser realizadas em 3 e 10 de novembro.
Veja curiosidades sobre os participantes:
1,8 milhão de inscritos já terminaram o ensino médio
841.546 (19,4%) das inscrições são de estudantes do 1º ou 2º ano e
24.723 (0,6%) são pessoas que não cursam nem completaram o ensino médio, mas farão o Enem para testar seus conhecimentos (treineiros).
São Paulo é o estado com mais inscritos, com 645.849, seguido de Minas Gerais (393.007) e Bahia (376.352).
De acordo com o Inep, a atual edição do exame contará com 140 mil salas de prova, em cerca de 10 mil locais de aplicação, distribuídas em 1.753 municípios por todo o Brasil.
Quem são os participantes?
Dos participantes do Enem 2024, 63,6% são isentos da taxa de inscrição e 36,4% a pagaram.
A maior parte tem 16 anos de idade ou menos (35,6%), seguida pela faixa etária de 17 anos (21,7%) e pelo grupo que possui entre 21 e 30 anos (14,8%).
Os participantes com 18 anos correspondem a 9,8%. As pessoas de 31 a 59 anos são 8,1%. Já quem tem 19 anos representa 5,7%.
A faixa de 20 anos concentra 3,9% do total e os maiores de 60 anos, 0,2%.
As mulheres são maioria entre os inscritos – equivalem a 60,59%, enquanto os homens representam 39,41%.
Com relação à declaração de raça e/ou cor dos candidatos, a maioria se reconhece na cor parda (1.860.766), seguida da branca (1.788.622) e preta (533.861).
Outros 62.288 se consideram da cor amarela e 29.891 se declararam indígenas.
Mais de 50 mil participantes não declararam raça ou cor.
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Redação do Enem ou 'cover' de Machado de Assis?