Inscrição para Pé-de-Meia Licenciaturas termina no domingo; incentivo mensal é de R$ 1.050

Unicamp divulga lista de obras de leitura para os próximos vestibulares
Programa do governo federal busca estimular a formação de novos professores. Saiba quem pode participar e como se inscrever. Sala de aula vazia de faculdade de SC
Unisul/Divulgação
As inscrições para o Pé-de-Meia Licenciaturas, novo programa do Ministério da Educação (MEC) para incentivar a formação de professores, terminam no próximo domingo (30). Os estudantes aprovados terão direito a um auxílio mensal de R$ 1.050.
Tire suas dúvidas abaixo:
✏️Como fazer a inscrição?
É preciso preencher o cadastro na Plataforma Freire, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes):
O aluno deve enviar seus dados pessoais, o currículo e o termo de concordância assinado.
Em seguida, precisa informar em qual instituição de ensino está matriculado.
✏️Quem pode participar?
O programa exige que o aluno tenha:
sido aprovado em um curso de licenciatura presencial neste ano, no: Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) ou Fundo de Financiamento Estudantil (Fies);
obtido nota igual ou superior a 650 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Não há critérios de renda.
✏️De quanto é a bolsa?
O auxílio pago aos estudantes aprovados será de R$ 1.050 por mês, do início ao fim do curso. Dessa quantia, R$ 700 poderão ser sacados imediatamente e R$ 350 serão depositados em uma poupança (liberada após a formatura).
As bolsas serão pagas pelo MEC, por meio da Capes, e beneficiarão até 12 mil alunos em 2025.
✏️Quando saem os resultados?
A lista de selecionados será publicada em 14 de abril. Caso haja mais de 12 mil interessados, a prioridade será para os aprovados pelo Sisu.
✏️O que fazer se perder o prazo?
É possível fazer a inscrição mesmo após 30 de março. No entanto, o pagamento da primeira parcela será pago com atraso.
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Programa concede incentivo em dinheiro para quem optar por cursos de licenciatura

Ostentação na faculdade? Em trend, alunos mostram miojo de copo, ônibus cheio e água contaminada

Unicamp divulga lista de obras de leitura para os próximos vestibulares
Posts do TikTok usam áudio de um vídeo do g1 sobre alunos ricos para mostrar… quem está longe da rotina de iates e bolsas de marca. Rotina-ostentação na faculdade? Alunos fazem piada e mostram miojo de copo e ônibus cheio
Você vai (ou ia) à faculdade…:
… de salto alto ou de calça de moletom?
… em ônibus lotado ou usufruindo do ar-condicionado do carro, enquanto seu motorista dirige?
… carregando seus pertences em uma bolsa Louis Vuitton ou levando a marmita em uma sacolinha de supermercado?
Esses contrastes da vida de estudante inspiraram uma "trend" divertidíssima no TikTok, como você pode ver no vídeo acima (ela reforça o que sabemos desde os primórdios dos memes: o brasileiro sofre no aperto do transporte público, mas usa o humor para ilustrar cada perrengue diário).
💅E o curioso é que essa "corrente" surgiu justamente de um conteúdo do g1. No início do mês, contamos a história de universitários que fazem sucesso nas redes sociais ao mostrarem uma rotina de luxo: eles vão à faculdade de carro conversível, pagam até R$ 15 mil de mensalidade, fecham "publis" de "lookinhos" usados em aula e passam o fim de semana no iate da família.
Algum aluno (muito espirituoso) usou o áudio do vídeo dessa reportagem para mostrar exatamente o oposto do que a narração diz — e acabou criando uma "trend" com mais de 900 posts.
➡️A regra é: enquanto a jornalista do g1 fala que "o que faz sucesso é a rotina-ostentação, com motorista, carro conversível, lookinhos muuuito chiques e salto alto", os posts devem exibir os mais variados tipos de "humilhação" dos estudantes que não são herdeiros:
miojo de copo como lanche da faculdade;
blusa descosturada;
metrô cheio;
cabelo sendo lavado no tanque;
bebedouro com água suspeita;
refeitório congestionado, com fila no micro-ondas;
pessoas dormindo no chão no intervalo das aulas… e por aí, vai.
O vídeo original, que é puro luxo, é este aqui:
Alunos de faculdades caras mostram rotina com motorista, iate e bolsas de R$ 17 mil
Viu o trecho em que Enrico Rico, um aluno de medicina da São Leopoldo Mandic, leva um bombom para cada colega da turma, com bilhetinho personalizado? Na "trend" do mundo real, o que faz a alegria da classe é uma lata de refrigerante com canudinho, compartilhada em uma roda de 10 alunos.
Enrico Rico, como gosta de ser chamado nas redes, estuda medicina na Mandic, no interior de SP
Arquivo pessoal
Leia a reportagem original aqui: Motorista, iate, bolsas de R$ 17 mil e 'looks' de marca: alunos de faculdades caras viralizam com rotinas de luxo
Luxo x perrengue na faculdade
Reprodução/Redes sociais
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‘Vagabundagem mental’ pode contribuir para a aprendizagem, mostra estudo

Unicamp divulga lista de obras de leitura para os próximos vestibulares
Equipe do Centro de Pesquisas em Neurociências de Lyon, na França, mostrou que as distrações pontuais, que surgem enquanto estamos ocupados, podem ser úteis na aquisição de certas habilidades, como aprender um novo instrumento ou um idioma. Distração pode ajudar na aprendizagem?
Reprodução/Freepik
Durante a execução de uma tarefa, mesmo se estivermos totalmente concentrados, haverá momentos em que nos "desligaremos": nossos pensamentos se desconectarão do que estamos fazendo. Os cientistas chamam esses períodos de “vagabundagem mental”, ou "mind wondering", em inglês.
➡️Estudos mostram que os seres humanos passam entre 30% e 50% do tempo divagando.
“Durante cerca de 50 anos, a ciência mostrou que este estado prejudicava a cognição, porque afetava a atenção”, diz o neurocientista Dezső Németh, do Centro de Pesquisas em Neurociências de Lyon, na França.
Segundo ele, estudos mostraram durante décadas que esses momentos de distração poderiam afetar a memória de trabalho, um componente essencial da função executiva no cérebro, responsável pelo armazenamento temporário de informações. E mais: o excesso de "vagabundagem mental" poderia influenciar na produtividade dos adultos a ponto de afetar a economia de um país.
📖Németh, no entanto, descobriu que há um lado positivo na distração: ela pode contribuir para a aprendizagem.
O neurocientista húngaro questionou quais seriam os pontos positivos desses momentos em que nossos pensamentos derivam independentemente da nossa vontade. Para isso, ele e sua equipe recrutaram 135 pessoas para participar de testes online. Durante o exercício, uma imagem aparecia e desaparecia logo em seguida em uma das quatro janelas da tela. Os voluntários tinham de adivinhar em qual dos espaços vagos ela surgiria novamente.
Questionados sobre o foco e o surgimento de pensamentos aleatórios durante a atividade, 117 participantes relataram ter pensado em outros assuntos pelo menos uma vez. A pesquisa mostrou que esses voluntários que divagaram durante o teste tiveram melhores resultados em comparação aos participantes que permaneceram focados, tentando entender de forma consciente qual seria a sequência de aparecimento do desenho na tela.
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Aprendizagem implícita
A conclusão foi que sonhar acordado favorece a chamada aprendizagem implícita e as conexões cerebrais com o ambiente.
“Você aprende mesmo sem perceber que está aprendendo alguma coisa. Nosso cérebro sempre está tentando descobrir modelos e estruturando o ambiente”, explica o neurocientista.
➡️Segundo o pesquisador, a aprendizagem implícita propiciada por essas distrações pontuais facilita a aquisição de novas habilidades, como tocar um instrumento, praticar um novo esporte ou aprender um idioma.
Agora são necessárias mais pesquisas para determinar até que ponto esses momentos de divagação influenciam o processo de aprendizagem implícita apenas de forma positiva, ou se isso pode ser variável. É preciso diferenciar também, diz Dezső Németh o que acontece no cérebro durante a aquisição de conhecimentos totalmente novos e o aperfeiçoamento de competências já existentes.
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Consolidação da memória
O processo cognitivo que envolve a "vagabundagem mental" está conectado ao da consolidação da memória, que acontece durante o sono. Durante o estudo, a equipe do cientista húngaro também notou semelhanças entre esse estado mental e os observados no cérebro enquanto estamos dormindo, que ocorrem no córtex pré-frontal.
“Esse processo cerebral está conectado ao fenômeno que chamamos em neurociências de replay. Isso significa que, se você está executando uma tarefa em um determinado momento e começa a divagar, seu cérebro inconscientemente vai continuar repetindo essa tarefa, e isso vai ajudar na consolidação da memória”, explica o cientista húngaro.
A hipótese da equipe, que ainda precisa ser comprovada, é que o cérebro simula as informações que estão chegando, e as reproduz como se estive rebobinando um filme. Durante esse processo, a aprendizagem provavelmente seria reforçada. É preciso também investigar, diz o pesquisador, como as emoções envolvidas nos pensamentos que surgem enquanto estamos ocupados interfere nesse processo.
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Incels, redpills e mais 10: os termos da série ‘Adolescência’ sobre a cultura de ódio a mulheres

Unicamp divulga lista de obras de leitura para os próximos vestibulares
Produção britânica traz trama relacionada à misoginia. Especialista explica o contexto de cada expressão relacionada à aversão a mulheres. Entenda o que são incels, redpills e outros 10 termos da série ‘Adolescência’
A série britânica “Adolescência”, da Netflix, é um fenômeno mundial: não só pelo público alcançado, mas também pela aprovação quase irrestrita da crítica. Ela conta a história de Jamie Miller, um garoto de 13 anos que é acusado de assassinar uma colega de classe. Ao longo de 4 episódios, são abordados temas relacionados à violência on-line e à cultura de ódio a mulheres.
➡️Mesmo que você opte por não acompanhar a série, certamente vai ouvir no dia a dia alguns dos termos mencionados na narrativa — principalmente se conviver com jovens ou se usar redes sociais. Sabe o que é "incel"? E "redpill"?
O g1 montou um glossário com expressões atuais e importantes relacionadas ao masculinismo (não sabe o que isso significa? Só consultar nosso dicionário abaixo). Temos as definições de:
Incel
Redpill
Blackpill
Discord
Reddit
Misoginia
Masculinismo
White knight
Homens beta
MGTOW (Men Going Their Own Way)
Chad
Stacy
Owen Cooper foi elogiado por sua atuação como Jamie, de 13 anos, em 'Adolescência'
Divulgação/Netflix
🔴Incel:
Essa é a palavra mais importante da lista, segundo Bruna Camilo, doutora em Sociologia e pesquisadora de gênero, misoginia e extrema direita. O termo vem de “celibatário involuntário” (do inglês “involuntary celibates”), porque descreve, a princípio, meninos que se sentem incapazes de ter um relacionamento amoroso, mesmo querendo se envolver com alguém.
Com o tempo, a definição ganhou um contorno de ódio às mulheres.
“Geralmente, o incel é um menino jovem, ligado à internet, que é tímido e inseguro, além de ter dificuldades de socializar. Ele fica ressentido e culpa as meninas e as mulheres”, explica Camilo. “Na mentalidade deles, são elas que os excluem da sociedade.”
Ou seja: o discurso incel é fundamentado na ideia de que as mulheres devem ser punidas, já que são as responsáveis por todas as frustrações amorosas e sexuais sofridas pelos homens.
“Existem pessoas assim em menor e em maior grau. Alguns até têm amigos, como o personagem da série. Mas, ainda assim, usam a internet para atacar as meninas, por puro ressentimento. Já tivemos casos reais de atentados em escolas, por exemplo, que foram organizados por alunos meninos e direcionados a alunas”, afirma a pesquisadora.
A internet facilita a formação de comunidades com a mentalidade incel — principalmente grupos que jogam on-line e que retroalimentam o ódio ao sexo feminino.
🔴Redpill:
O termo é uma referência ao filme “Matrix”, em que um personagem pode escolher entre tomar a “bluepill” (pílula azul) ou a “redpill” (pílula vermelha). A primeira manteria a pessoa na ignorância, acreditando em todas as mentiras propagadas pela sociedade, enquanto a segunda faria com que a verdade fosse acessada. Resumindo: quem toma a “redpill” acorda para o mundo e passa a enxergá-lo supostamente da maneira correta.
➡️Grupos misóginos (que incentivam o ódio e o desprezo contra mulheres) apropriaram-se da metáfora para propagar que o tal “mundo verdadeiro”, visto a partir das “redpills”, seria aquele em que os homens são injustiçados.
A série “Adolescência” mostra justamente como conteúdos de ideologia “redpill” podem influenciar os jovens.
“Quando defendi minha tese, em 2023, redpill nem era ainda um movimento, era só um termo. Atualmente, ele inclui homens que acreditam que entenderam a ‘verdade’: de mulheres serem opressoras”, diz Bruna Camilo. “É um grupo construído a partir do ressentimento. Existem até coaches casados que são ‘redpills’ e que, em geral, pregam que as mulheres são subalternas.”
Você lembra quando houve a invasão do Capitólio americano em 2021? Um dos envolvidos estava vestido de viking. “Isso faz parte do movimento. É a crença de que o homem só vai recuperar sua masculinidade se voltar aos tempos mais primitivos”, diz a pesquisadora.
🔴Blackpill:
É uma versão mais acentuada, radical e pessimista do “redpill”.
🔴Discord:
Owen Cooper foi elogiado por sua atuação como Jamie, de 13 anos, em 'Adolescência'
Divulgação/Netflix
É uma plataforma de comunicação criada para gamers, mas largamente utilizada por grupos de “redpill” ou “blackpill”. Ela permite a troca de áudios, de textos e de imagens, além de possibilitar transmissões ao vivo e formação de fóruns.
🔴Reddit:
Com um princípio semelhante ao do antigo Orkut, essa plataforma de fóruns permite que os usuários postem e comentem sobre determinado tópico. Há comunidades para falar de games, por exemplo, de cinema, de esportes, de tecnologia e… de ideias radicais. Grupos de incels usam essa rede social para disseminar ideias misóginas.
Na série “Adolescência”, fóruns anônimos desempenham um papel significativo na radicalização do personagem principal.
🔴Misoginia:
“É a base da construção de qualquer forma de pensar que oprima as mulheres e atente contra os direitos delas”, explica Bruna Camilo.
🔴Masculinismo:
É o movimento de homens que querem buscar a masculinidade hegemônica para enfrentar o que foi conquistado pelas mulheres. “Os defensores acreditam que esses direitos [femininos] diminuem a masculinidade deles. Isso se manifesta até de maneiras sutis, como na escolha do vocabulário”, diz Camilo.
🔴White knight:
Christine Tremarco e Stephen Graham interpretam os pais de Jamie em 'Adolescência'
Divulgação/Netflix
São homens que tentam defender mulheres em ambientes on-line e que são ridicularizados por isso. Na série, isso é retratado por meio de personagens humilhados pelo grupo de Jamie.
🔴Homens beta ('beta males', em inglês):
Dentro da hierarquia defendida por incels, os homens “beta” são considerados inseguros e submissos às mulheres. Eles são supostamente dominados pelos “alfa” (confiantes, bem-sucedidos em relacionamentos).
Em “Adolescência”, essa crença de "hierarquias masculinas" é seguida pelo protagonista.
🔴MGTOW ('Men Going Their Own Way'):
A sigla (lida como "migtau") significa “homens seguindo seu próprio caminho”. Ela define um movimento masculino de rejeição a mulheres, sob o argumento de que elas são manipuladoras. “É uma vertente dos grupos masculinistas e misóginos que falam da solidão. Eles se juntam para seguirem o tal caminho: lugar contra qualquer tipo de ameaça à masculinidade”, diz a pesquisadora. “Pode ser organizado para orquestrar um crime.”
A série mostra como jovens podem ser atraídos para o movimento MGTOW, motivados por um ressentimento contra mulheres. É algo que contribui para a radicalização dos personagens.
🔴Chad:
Essa gíria é usada para descrever homens atraentes, confiantes e sexualmente ativos. Incels, em geral, acreditam que são inferiores aos “Chads”.
🔴Stacy:
É uma palavra pejorativa, usada para descrever mulheres atraentes e desejadas, vistas pelos incels como fúteis. Na mentalidade masculinista, elas sempre escolherão os Chads.
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Unicamp divulga lista de obras de leitura para os próximos vestibulares

Unicamp divulga lista de obras de leitura para os próximos vestibulares
Obras de Gabriel Garcia Marques, Raquel de Queiróz e Olinda Beja cairão nas provas a partir de 2027. IMAGEM DE ARQUIVO: Candidatos realizam prova do Vestibular da Unicamp
Pedro Amatuzzi/g1
A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) anunciou nesta terça-feira (25) as novas listas de leituras indicadas para estudantes para os próximos três anos, a partir do Vestibular 2027 (confira a relação completa nas listas abaixo).
A cada ano são indicadas nove obras para leitura, sendo sempre três novas em relação ao anterior. O objetivo da divulgação com antecedência é permitir o planejamento às escolas e que os vestibulandos tenham um tempo maior para se preparar para as provas.
As listas não impactam o Vestibular 2026, cujo calendário foi divulgado nesta segunda-feira (24) e que exigirá dos candidatos as mesmas obras de 2025. A relação completa pode ser consultada no site da Comvest.
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Novas obras
Passam a fazer parte das próximas listas, nove novas obras de leitura obrigatória.
Para a edição de 2027, passam a integrar a lista:
Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis;
Canções escolhidas, de Paulo César Pinheiro;
Os funerais da Mamãe Grande, de Gabriel Garcia Márquez.
Para o Vestibular Unicamp 2028, as novas obras são:
O direito à literatura (capítulo de Vários Escritos), de Antonio Candido;
Os quinze, de Raquel de Queiróz;
Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende.
No Vestibular Unicamp 2029, as novas obras selecionadas são:
Broquéis, de Cruz e Souza;
Lésbia, de Maria Benedita Bormann;
Chá do príncipe, de Olinda Beja.
Clique AQUI para ver a relação completa de cada ano.
Literatura estrangeira
Sobre a presença de obras estrangeiras na lista, a banca de literatura destacou que a escolha dialoga com a perspectiva sinalizada pela Base Nacional Comum Curricular e explicou que, nesse sentido, tanto a literatura africana como a latino-americana, estão representadas por duas coleções de contos:
Os funerais da Mamãe Grande, do escritor colombiano Gabriel García Márquez;
Chá do príncipe, da escritora santomense Olinda Beja.
Poesias
Já em relação à adoção, no gênero poesia, das canções de Paulo César Pinheiro, de acordo com a banca, a ideia é expandir a experiência dos estudantes de ensino médio com a literatura, considerando, por exemplo, o lirismo intenso e uma profunda inquietação política e social presentes na obra e que mesclam um refinado trabalho com a linguagem a recursos da poesia popular e da oralidade.
Obras clássicas
Dentre as obras clássicas da literatura brasileira que passam a fazer parte estão Memórias Póstumas de Brás Cubas, de 1881, considerada pela banca como um divisor de águas na obra de Machado de Assis e na própria literatura brasileira do século XIX; e O Quinze, romance de estreia de Rachel de Queiroz, publicado em 1930, considerada uma obra marcante naquilo que veio a ser a vertente regionalista do modernismo brasileiro.
Confira a relação completa de livros para cada ano
Vestibular 2027 – Lista de obras indicadas
Vestibular 2028 – Lista de obras indicadas
Vestibular 2029 – Lista de obras indicadas
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