Trump diz que Harvard pode perder isenção de impostos e acusa universidade de promover ideologia e terrorismo

Enem 2025: alunos já podem solicitar isenção da taxa de inscrição; veja quem tem direito
Gestão Trump tem pressionado universidade a reduzir políticas de inclusão e adotar uma agenda alinhada à do presidente. Instituição questiona legalidade das medidas governamentais. Manifestantes protestam contra ações do governo Trump que miram a Universidade de Harvard
REUTERS/Nicholas Pfosi
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (15) que pode passar a taxar a universidade Harvard como uma "entidade política" e cancelar a isenção fiscal concedida a instituições de ensino.
Trump vem travando uma batalha contra Harvard, a universidade mais prestigiosa dos Estados Unidos, para que a instituição elimine políticas de cotas para minorias nos processos de admissão e contratação (leia mais abaixo).
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"Talvez Harvard devesse perder seu status de isenção fiscal e ser taxada como uma entidade política se continuar promovendo a 'doença' inspirada em política, ideologia e terrorismo? Lembre-se, o status de isenção fiscal depende totalmente de agir no INTERESSE PÚBLICO!", escreveu Trump em sua rede social Truth Social.
Trump fez a declaração após a direção da universidade afirmar, na segunda-feira (14), que não cumprirá exigências da gestão Trump, como o fim de programas de inclusão e equidade. Também na segunda, o governo dos Estados Unidos anunciou o congelamento de cerca de US$ 2,3 bilhões (R$ 13,1 bilhões) em subsídios e contratos com a instituição.
Trump x Harvard
EUA congelam bilhões de Harvard por não adotar políticas alinhadas ao governo
Em uma carta enviada a Harvard na sexta-feira (11), o governo pediu reformas amplas na administração da universidade, a adoção de políticas de admissão e contratação “baseadas em mérito”, além da realização de uma auditoria com estudantes, professores e dirigentes.
As exigências também incluem a proibição do uso de máscaras — uma medida vista como direcionada a manifestantes pró-Palestina. O governo alega que manifestações contra a guerra na Faixa de Gaza em 2024 foram movidas por antissemitismo.
As exigências impostas a Harvard fazem parte de um esforço mais amplo para usar dinheiro público como forma de pressionar grandes instituições acadêmicas a seguir a agenda política de Trump e influenciar as políticas nos campi.
O presidente de Harvard, Alan Garber, afirmou em uma carta que as exigências violam os direitos garantidos pela Primeira Emenda da Constituição dos EUA e "excedem os limites legais da autoridade do governo sob o Título VI", que proíbe discriminação contra estudantes com base em raça, cor ou origem nacional.
“Nenhum governo — independentemente do partido que estiver no poder — deve ditar o que universidades privadas podem ensinar, quem podem admitir ou contratar, e quais áreas de estudo e pesquisa podem seguir”, escreveu Garber.
“Esses objetivos não serão alcançados por meio de imposições de poder, desvinculadas da lei, para controlar o ensino e a aprendizagem em Harvard e ditar como operamos”, afirmou. “A tarefa de enfrentar nossas falhas, cumprir nossos compromissos e incorporar nossos valores cabe a nós, enquanto comunidade.”
Na sequência, o Departamento de Educação dos Estados Unidos anunciou o congelamento dos recursos, afirmando que a declaração de Harvard mostra que a "mentalidade" da instituição desrespeita leis de direitos civis.
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Harvard é uma das várias universidades da Ivy League alvo de uma campanha de pressão, que já levou à suspensão de financiamentos federais para as universidades da Pensilvânia, Brown e Princeton, como forma de forçar a adesão à agenda do governo.
A carta de exigências enviada a Harvard é semelhante à que motivou mudanças na Universidade Columbia sob ameaça de cortes bilionários.
As medidas do governo Trump levaram um grupo de ex-alunos a escrever para os dirigentes da universidade, pedindo que “contestem legalmente e se recusem a cumprir exigências ilegais que ameaçam a liberdade acadêmica e a autonomia universitária”.
“Hoje, Harvard defendeu a integridade, os valores e as liberdades que sustentam o ensino superior”, disse Anurima Bhargava, uma das ex-alunas por trás da carta.
“Harvard lembrou ao mundo que o aprendizado, a inovação e o crescimento transformador não se curvam à intimidação e a caprichos autoritários.”
A decisão do governo também provocou um protesto no fim de semana, com a participação de membros da comunidade de Harvard e moradores de Cambridge, além de um processo judicial movido na sexta-feira pela Associação Americana de Professores Universitários contestando os cortes.
Na ação, os autores argumentam que a administração Trump não seguiu os procedimentos exigidos em lei antes de iniciar os cortes de financiamento, incluindo o envio de notificações tanto à universidade quanto ao Congresso.
“Essas exigências amplas e, ao mesmo tempo, indefinidas, não são medidas corretivas direcionadas às causas de qualquer descumprimento da lei federal. Em vez disso, visam claramente impor à Universidade Harvard visões políticas e preferências ideológicas do governo Trump, comprometendo a universidade a punir discursos que o governo desaprova”, escreveram os autores da ação.
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Por que Trump trava ‘batalha’ contra Harvard e outras universidades de prestígio dos EUA

Enem 2025: alunos já podem solicitar isenção da taxa de inscrição; veja quem tem direito
A Casa Branca enviou uma lista abrangente de exigências à universidade na semana passada, que, segundo o governo, visam combater o antissemitismo. Estudantes realizam um protesto com abandono de aulas nos degraus da Low Library da Universidade Columbia
Reuters
O governo do presidente americano Donald Trump disse que está congelando mais de US$ 2 bilhões (R$ 5,8 bilhões) em fundos federais para a Universidade de Harvard, uma das mais prestigiadas do mundo, horas depois que a faculdade rejeitou uma lista de exigências da Casa Branca.
A Casa Branca enviou uma lista de exigências a Harvard na semana passada, que, segundo o governo, visam combater o antissemitismo no campus. Elas incluíam mudanças nas contratações, admissões e ensino.
Desde que Trump foi reeleito, seu governo tem tentado remodelar universidades de elite ameaçando reter fundos federais principalmente para pesquisa.
Harvard se tornou a primeira grande universidade dos EUA a rejeitar as exigências do governo na segunda-feira (14/04), acusando a Casa Branca de tentar "controlar" sua comunidade.
As mudanças radicais exigidas pela Casa Branca transformariam suas operações e cederiam grande parte do controle ao governo.
A carta enviada a Harvard na sexta-feira da semana passada, obtida pelo jornal americano LThe New York Times, dizia que a universidade não havia cumprido as "condições de direitos intelectuais e civis" que justificam o investimento federal.
A carta incluía dez mudanças propostas, entre elas:
denunciar ao governo federal alunos que sejam "hostis" aos valores americanos;
garantir que cada departamento acadêmico tenha "diversidade de pontos de vista";
contratar uma entidade externa aprovada pelo governo para auditar programas e departamentos "que mais alimentam o assédio antissemita";
verificar se há plágio no corpo docente;
O presidente Trump acusou as principais universidades de não protegerem os estudantes judeus quando os campi universitários ao redor do país foram atingidos por protestos contra a guerra em Gaza e o apoio dos EUA a Israel no ano passado.
A carta ordena que a universidade tome medidas disciplinares por "violações" ocorridas durante os protestos.
Ao explicar sua rejeição a essas demandas, o presidente de Harvard, Alan Garber, disse que a universidade não abrirá mão de sua independência nem abrirá mão de seus direitos constitucionais previstos na Primeira Emenda, que protege a liberdade de expressão.
"Embora algumas das demandas delineadas pelo governo visem combater o antissemitismo, a maioria representa uma regulamentação governamental direta das 'condições intelectuais' em Harvard", disse ele.
Pouco depois do envio de sua carta de resistência, o Departamento de Educação disse que congelaria US$ 2,2 bilhões em bolsas e US$ 60 milhões em contratos para Harvard imediatamente.
"A declaração de Harvard hoje reforça a preocupante mentalidade de direito que é endêmica nas universidades e faculdades mais prestigiosas do nosso país", disse o Departamento de Educação em um comunicado.
O comunicado diz que a interrupção do aprendizado que assola os campi é inaceitável e o assédio aos estudantes judeus é intolerável.
Um professor de História em Harvard, David Armitage, disse à BBC que a escola tinha condições de resistir como a universidade mais rica dos EUA e que nenhum preço era alto demais a pagar pela liberdade.
"É um ato não inesperado de prática totalmente infundada e vingativa do governo Trump, que não quer nada mais do que silenciar a liberdade de expressão", disse ele.
Guerra contra universidades
Em março, o governo Trump disse que estava revisando cerca de US$ 256 milhões em contratos e subsídios federais em Harvard, e mais US$ 8,7 bilhões em compromissos de subsídios plurianuais.
Professores de Harvard entraram com uma ação judicial em resposta, alegando que o governo estava atacando ilegalmente a liberdade de expressão e a liberdade acadêmica.
Harvard, que recebe US$ 53 bilhões, é uma das várias universidades de elite na mira da nova presidência.
A Universidade Columbia, na cidade de Nova York, concordou com uma série de exigências no mês passado, depois que a Casa Branca retirou US$ 400 milhões em financiamento federal.
Uma pesquisa realizada pela Gallup no verão passado sugeriu que a confiança no ensino superior vem caindo ao longo do tempo entre americanos de todas as origens políticas, em parte impulsionada pela crença crescente de que as universidades promovem uma agenda política. O declínio foi particularmente acentuado entre os republicanos.
A Columbia concordou com várias das exigências da administração, o que gerou críticas de alguns alunos e professores.
Mais cedo na segunda-feira, um advogado de um dos organizadores de protestos pró-palestinos na Universidade de Columbia disse que seu cliente havia sido preso por agentes de imigração enquanto participava de uma entrevista como parte de seu pedido de cidadania americana.
Mohsen Mahdawi, portador do green card, deve se formar no mês que vem. Ele foi detido na segunda-feira em Colchester, Vermont.
Outros que participaram dos protestos no campus contra a guerra, incluindo Mahmoud Khalil, da Universidade Columbia, e Rumeysa Ozturk, da Universidade Tufts, foram detidos nas últimas semanas.
Trump: o risco para a Saúde nos EUA

No Brasil, violência escolar mais do que triplica em 10 anos; discursos de ódio impulsionam aumento

Enem 2025: alunos já podem solicitar isenção da taxa de inscrição; veja quem tem direito
Desvalorização da carreira docente e falta de assistência jurídica também são fatores relacionados ao aumento de casos. Em 2023, houve um recorde: foram 13,1 mil vítimas atendidas em hospitais públicos e particulares. Creche em Blumenau sofreu ataque violento em 2023; quatro crianças morreram
Luíza Morfim/Divulgação
O número de casos de violência no ambiente escolar mais do que triplicou em 10 anos, atingindo o ápice em 2023, mostra uma análise de dados nacionais da Fapesp, divulgada nesta segunda-feira (14).
Naquele ano, segundo o Ministério de Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), 13,1 mil pacientes foram atendidos em serviços públicos e privados de saúde, após se automutilarem, tentarem suicídio ou sofrerem ataques psicológicos e físicos no contexto educacional. Em 2003, houve 3,7 mil episódios.
🔴Quais tipos de violência foram mais comuns em 2023? Metade dos casos notificados foi de agressão física. Em seguida, aparecem os de violência psicológica/moral (23,8%) e sexual (23,1%). Em 35,9% das situações, o agressor era um amigo ou conhecido da vítima.
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🔴Como esses comportamentos se manifestam na escola? O Ministério da Educação (MEC) classifica quatro categorias principais de violência que afetam a comunidade escolar:
agressões extremas, com ataques premeditados e letais, como a tragédia em uma creche de Blumenau em 2023, quando quatro crianças morreram;
violência interpessoal, com hostilidades e discriminação entre alunos e professores;
bullying, quando ocorrem intimidações físicas, verbais ou psicológicas repetitivas;
episódios no entorno, como tráfico de drogas, tiroteio e roubos/furtos.
🔴Por que os casos aumentaram tanto em 10 anos? Segundo a Fapesp, os seguintes fatores explicam o pico de violência entre 2022 e 2023:
desvalorização dos professores no imaginário coletivo;
relativização de discursos de ódio, como se fossem menos prejudiciais do que realmente são;
precarização da infraestrutura das escolas;
agressões sofridas ou vistas pelos alunos no ambiente doméstico;
falhas nas ações de mediação de conflito;
despreparo das secretarias estaduais de educação para lidar com casos de misoginia e racismo.
Parte da elevação de casos também pode ser explicada pelas melhorias nos processos de registros dos hospitais e pelo crescimento das “comunidades mórbidas virtuais” (grupos on-line que se estruturam com base em ideias destrutivas).
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🔴Quais iniciativas podem ajudar na redução de casos de violência na comunidade escolar?
Especialistas ouvidos pela Fapesp listam alternativas:
políticas contínuas, intersetoriais e integradas;
parcerias com os setores de saúde, de justiça e de assistência social;
transformação estrutural da cultura escolar (em vez de projetos isolados);
gestão escolar com representatividade racial e feminina;
acionamento dos conselhos tutelares em casos graves (prática incomum em escolas particulares).
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Harvard se nega a cumprir exigências de Trump, e governo congela mais de US$ 2 bilhões em recursos

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As medidas do governo Trump levaram um grupo de ex-alunos a escrever para os dirigentes da universidade, pedindo que “contestem legalmente e se recusem a cumprir exigências ilegais que ameaçam a liberdade acadêmica e a autonomia universitária”.
“Hoje, Harvard defendeu a integridade, os valores e as liberdades que sustentam o ensino superior”, disse Anurima Bhargava, uma das ex-alunas por trás da carta.
“Harvard lembrou ao mundo que o aprendizado, a inovação e o crescimento transformador não se curvam à intimidação e a caprichos autoritários.”
A decisão do governo também provocou um protesto no fim de semana, com a participação de membros da comunidade de Harvard e moradores de Cambridge, além de um processo judicial movido na sexta-feira pela Associação Americana de Professores Universitários contestando os cortes.
Na ação, os autores argumentam que a administração Trump não seguiu os procedimentos exigidos em lei antes de iniciar os cortes de financiamento, incluindo o envio de notificações tanto à universidade quanto ao Congresso.
“Essas exigências amplas e, ao mesmo tempo, indefinidas, não são medidas corretivas direcionadas às causas de qualquer descumprimento da lei federal. Em vez disso, visam claramente impor à Universidade Harvard visões políticas e preferências ideológicas do governo Trump, comprometendo a universidade a punir discursos que o governo desaprova”, escreveram os autores da ação.
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Enem 2025: alunos já podem solicitar isenção da taxa de inscrição; veja quem tem direito

Enem 2025: alunos já podem solicitar isenção da taxa de inscrição; veja quem tem direito
Quem estava isento em 2024 e não compareceu à prova deve justificar a ausência para ter direito à gratuidade da taxa novamente. Professores do Piauí comentam provas de matemática e ciências da natureza no Enem 2024 no Piauí
Lívia Ferreira/ g1 Piauí
Os interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 podem pedir a isenção da taxa de inscrição a partir desta segunda-feira (14). O período de solicitação vai até 25 de abril.
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💰Quem tem direito à isenção? Segundo o edital do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entra no grupo quem:
estiver cursando o último ano do ensino médio no ano de 2025, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica;
tiver cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e ter renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, e que está inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
💰Como fazer a solicitação? Para pedir a isenção de pagamento da taxa de inscrição para o Enem 2025, o participante deve:
acessar o site enem.inep.gov.br/participante;
informar CPF, data de nascimento, e-mail válido e número de telefone;
justificar ausência no Enem 2024 com documentos específicos (para os isentos que não compareceram à prova);
preencher corretamente as informações e criar um cadastro na Página do Participante em sso.acesso.gov.br.
✏️Como justificar a ausência no Enem 2024? Quem estava isento da taxa na última edição da prova e, ainda assim, faltou a um ou dois dias do exame deverá apresentar uma documentação que comprove o motivo da ausência. Só assim terá direito novamente à gratuidade.
Para isso, é preciso acessar o mesmo sistema de solicitação de isenção da taxa de inscrição (enem.inep.gov.br/participante) e inserir uma das opções abaixo:
boletim de ocorrência comprovando assalto, furto ou acidente de trânsito;
certidão de casamento ou contrato de união estável no dia da prova;
certidão de óbito comprovando morte na família;
certidão e nascimento comprovando maternidade ou paternidade;
emergência, internação ou repouso médico;
mandado de prisão que ateste privação de liberdade;
comprovante de mudança de domicílio;
documento que comprove mudança de domicílio;
documento que comprove intercâmbio acadêmico ou atividade escolar.
Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis. E não é possível justificar ausência no Enem 2024 sem antes solicitar isenção da taxa de inscrição no Enem 2025.
📅Qual é o cronograma completo?
Resultado do recurso da justificativa de ausência no Enem 2024 e solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição para o Enem 2025: 22/5/2025
Recurso da justificativa de ausência no Enem 2024 e solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição para o Enem 2025: 12/5/2025 a 16/5/2025
Resultado da justificativa de ausência no Enem 2024 e solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição para o Enem 2025: 12/5/2025
Justificativa de ausência no Enem 2024 e solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição para o Enem 2025: 14/4/2025 a 25/4/2025
✏️Já dá para fazer a inscrição no Enem? Não. O Inep ainda vai publicar os editais específicos com as regras e datas do Enem 2025.
E atenção: ter a aprovação da justificativa de ausência no Enem 2024 e/ou da solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição para o Enem 2025 não garante a efetivação da inscrição.
Os interessados em realizar o Enem 2025, isentos ou não, deverão realizar sua inscrição na Página do Participante, no período que ainda será divulgado.
Inep libera versão digitalizada do texto das redações nota mil do Enem 2024