Com Enem 2025 em data diferente por causa da COP 30, Grande Belém tem locais de prova divulgados; saiba como consultar

Fluxo reduzido marca a chegada dos candidatos para realização do ENEM em Parauapebas
Os locais de prova dos participantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 em Belém, Ananindeua e Marituba estão disponíveis para consulta. A informação está no cartão de Confirmação da prova, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
As provas serão nessas cidades serão em 30 de novembro e 7 de dezembro, por causa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP30).
Nessas três cidades, os alunos estão em férias escolares. Na capital paraenses, inclusive, três escolas estaduais foram transformadas em hostels. As carteiras deram espaços a beliches e as salas de aula viraram quartos.
Os participantes de outras 141 cidades paraenses já realizaram a prova, junto com os demais estados brasileiros, no dia 9 e 16 de novembro. As provas foram realizadas em 86 municípios do Pará a quase 200 mil inscritos (veja no vídeo acima como foi).
Segundo o Inep, as provas na região metropolina de Belém seguirá a mesma ordem já aplicada:
Em 30 de novembro serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, além de redação.
O segundo dia de provas, em 7 de dezembro, será para questões de ciências da natureza, matemática e suas tecnologias.
O Inep não divulgou até esta terça-feira (18) detalhes sobre a elaboração da prova para esta região, nem o quantitativo de inscritos só nessas três cidades.
Como conferir local de prova
O cartão de confirmação de inscrição, divulgado na segunda-feira (17) pelo Inep, informa número de inscrição, data e horário da aplicação, além de ser possível verificar o local da prova.
Para conferir o cartão de confirmação, é preciso acessar a página do participante (enem.inep.gov.br/participante), utilizando o login gov.br (CPF e senha).
Cartão de confirmação de inscrição do Enem 2025 já está disponível.
Reprodução
👉O que é cartão de confirmação? É o documento em que o candidato pode consultar o local de prova. Lá, também estarão escritos o idioma escolhido para a prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol), as datas do exame e as solicitações de atendimento especializado (no caso de pessoas com deficiência ou lactantes, por exemplo) e de tratamento por nome social.
A apresentação do cartão de confirmação nos dias de prova não é obrigatória, mas o Inep recomenda que o candidato imprima e leve o documento consigo, para conferir as informações, se necessário.
Cartão de confirmação do Enem 2025
Reprodução
👉 Após consultar o cartão de confirmação, as dicas são:
pesquisar o endereço do seu local de prova;
verificar a distância e o tempo de deslocamento;
e, se possível, simular o percurso em um domingo, quando o trânsito e o transporte público têm fluxos diferentes.
🚨 O portão fecha às 13h, mas a orientação do Inep é chegar às 12h ao local de prova.
Redação do Enem ou 'cover' de Machado de Assis?
Sobre o Enem 2025
🗓️ Datas das provas
30 de novembro
45 questões de linguagens (40 de língua portuguesa e 5 de inglês ou espanhol);
45 questões de ciências humanas; e
redação.
7 de dezembro
45 questões de matemática; e
45 questões de ciências da natureza.
🖋️ O que levar no dia da prova
RG ou outro documento oficial com foto (documentos digitais também são válidos);
Caneta esferográfica transparente com tinta na cor preta (leve pelo menos duas para o caso de uma falhar);
Cartão de confirmação de inscrição;
Lanche (ideal é levar alimentos que deem energia, como chocolates, castanhas e barras de cereal) e água em garrafa transparente (a embalagem não deve ter rótulo). O lanche poderá ser vistoriado pelo fiscal de sala.
Dica: Como são cinco horas e meia de exame, é recomendado que o candidato vá com uma roupa confortável e calçados que não o apertem.
Exemplos de documentos digitais de identificação que serão aceitos pelo Inep:
e-Título,
Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Digital; e
RG Digital.
O candidato deve apresentar o aplicativo oficial ao fiscal — capturas de tela não serão válidas. Após a entrada na sala de aula, o uso do celular continuará vetado.
Horários de aplicação
Portões abrem às: 12h
Portões fecham às: 13h
Prova começa às: 13h30
Aplicação da prova no 1º dia acaba às: 19h
Aplicação da prova no 2º dia acaba às: 18h30
O candidato só deixa o local de aplicação com o Caderno de Questões nos últimos 30 minutos que antecedem o término da prova.
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Enem: os 7 principais erros que os candidatos cometem na redação

‘Todes’, ‘elu’, ‘ume’… Lula sanciona lei que proíbe linguagem neutra na administração pública

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o projeto que proíbe a utilização da linguagem neutra por órgãos e entidades da administração pública federal, estadual e municipal. A medida foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (17).
🔎 A linguagem neutra é uma forma de comunicação que busca adotar termos neutros no lugar de expressões femininas ou masculinas, como por exemplo 'todes', no lugar de todos/todas; 'elu', em vez de ele/ela; 'ume', para substituir um/uma.
🔎 A ideia é tornar a linguagem inclusiva, com o objetivo de evitar a discriminação de pessoas com base em sua identidade de gênero, sexualidade, ou outros aspectos de identidade.
A linguagem neutra foi usada em algumas cerimônias de posses de ministros de Lula (relembre no vídeo abaixo), o que foi alvo de críticas de conservadores. O presidente, no entanto, não costuma utilizar essa forma de comunicação.
Padilha foi um dos ministros que usaram 'todes' em seu discurso de posse
A lei sancionada por Lula cria a Política Nacional de Linguagem Simples e define padrões que todos os órgãos e entidades públicas deverão seguir na redação de comunicados, formulários, orientações, portais de serviços e qualquer outro conteúdo dirigido à população.
O texto detalha técnicas que devem orientar a redação de textos destinados ao público, sendo elas:
priorizar frases curtas, em ordem direta e com voz ativa;
usar palavras comuns, evitando jargões e explicando termos técnicos quando necessários;
não utilizar formas de flexão de gênero ou número que estejam fora das regras da língua portuguesa;
evitar estrangeirismos que não estejam incorporados ao uso cotidiano;
colocar as informações mais importantes logo no início;
usar listas, tabelas e outros recursos gráficos sempre que ajudarem na compreensão;
garantir linguagem acessível às pessoas com deficiência.
A medida também determina que, quando a comunicação for destinada a comunidades indígenas, deverá ser disponibilizada, sempre que possível, uma versão na língua da comunidade.
Segundo o governo, o objetivo da lei é garantir que qualquer pessoa consiga encontrar a informação que precisa, entender o que está sendo comunicado e usar essa informação para resolver sua demanda.
Implementação
A lei determina que cada poder de cada ente federativo — União, estados, Distrito Federal e municípios — estabelecerá diretrizes complementares, fluxos e ferramentas necessárias para colocar a medida em prática.
Isso incluirá desde a revisão de portais e documentos oficiais até a capacitação de equipes, criação de manuais, padronização de formulários e testes de usabilidade com cidadãos.

Live com questões quase iguais às do Enem 2025 foi ao ar 5 dias antes da prova; MEC e Inep não se pronunciaram

Enem 2025: correção da questão sobre o nível sonoro em um estádio de futebol, uma das 'previstas' por Edcley antes da prova
Em 11 de novembro, 5 dias antes da aplicação das provas de matemática e de ciências da natureza do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, uma live no Youtube mostrou questões quase iguais às que caíram na avaliação oficial. Algumas, inclusive, têm exatamente os mesmos números cobrados dos candidatos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Veja as imagens mais abaixo.
Edcley Teixeira, que vende serviços de consultoria a vestibulandos e que se identifica como um estudante de Medicina da periferia, afirma que adivinhou as questões dentro dos parâmetros legais, sem nenhum vazamento de material, apenas para "democratizar a educação".
"Desenvolvi método de algoritmo que dá a resposta de qualquer questão. Os professores precisam estudar a estrutura da prova. Com poucos recursos, consegui revolucionar o Enem sem que ninguém soubesse até hoje. Agora, sabem. Entendi a lógica do Enem e consegui prever as questões", diz.
Procurados pelo g1, o Ministério da Educação (MEC) e o Inep não haviam respondido até a mais recente atualização desta reportagem. Não há, por enquanto, nenhuma informação sobre a possibilidade de cancelamento ou de anulação de notas do Enem 2025.
Em seus vídeos e stories postados nas redes sociais, Edcley conta que seguiu as seguintes técnicas para "prever" perguntas do exame:
A convite do MEC, participou do Prêmio CAPES Talento Universitário, programa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior para premiar estudantes da graduação, e foi um dos vencedores. Segundo ele, em afirmação não confirmada pelo governo federal, questões desse prêmio são usadas como base para futuros itens do Enem. Edcley teria memorizado parte dessas perguntas para repassá-las aos seus alunos nas lives.
De fato, há um post do ministério, de 22 de maio deste ano, em que este homem aparece agradecendo pela participação do Talento Universitário e pelo prêmio de R$ 5 mil:
Post do MEC mostra Edcley em maio de 2025
Reprodução/Redes sociais
O "mentor" também diz ter estudado as chamadas públicas com os nomes das pessoas que produziriam e revisariam as perguntas do Enem. Ele teria as identificado e investigado os artigos científicos já publicados por elas.
E, por último, Edcley afirma que descobriu o padrão de questões do Enem, por meio de um "algoritmo" que ele mesmo desenvolveu.
Abaixo, veja as questões:
Pergunta sobre fotossíntese
Versão de Edcley:
Questão postada por Edcley antes do Enem – fotossíntese
Reprodução/Redes sociais
Questão do Enem 2025
Questão do Enem 2025 sobre fotossíntese
Reprodução
Pergunta sobre espécies
Versão de Edcley:
Questão sobre espécies – Edcley
Reprodução/Redes sociais
Questão do Enem 2025:
Questão sobre espécies – Enem 2025
Reprodução
Pergunta sobre grito
Versão de Edcley:
Pergunta sobre grito – Edcley
Reprodução/Redes sociais
Questão do Enem 2025:
Pergunta sobre grito – Enem 2025
Reprodução
Pergunta sobre desvio padrão
Versão de Edcley:
Pergunta sobre desvio padrão – Edcley
Reprodução/Redes sociais
Questão do Enem 2025:
Questão de desvio padrão – Enem 2025
Reprodução

Qual a origem do ‘R caipira’?

Quem já viajou para o interior de São Paulo ou cidades nos estados vizinhos em parte das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul já ouviu o som de um R marcado em palavras como "poRta", "caRta", "poRtão" e outras.
O chamado "R caipira ou R retroflexo", na definição dos linguistas, não é somente um sotaque. Mas, sim, uma herança de línguas indígenas faladas muito antes de o português chegar ao Brasil.
O /r/ retroflexo resulta de interferências linguísticas da antiga Língua Geral Paulista, uma língua de base tupi amplamente usada nos séculos 17 e 18 na região de São Paulo. A retroflexão surgiu como uma adaptação articulatória, possivelmente influenciada pelo modo de pronúncia de consoantes das línguas indígenas faladas pelos povos que deram origem à Língua Geral.
Quando o português se expandiu sobre essa base linguística, houve uma transferência fonética, produzindo o som característico do "R caipira". A diferenciação do /r/ retroflexo é anterior ao século 20, mas ganhou força durante o processo de ruralização e isolamento das comunidades paulistas e outras regiões colonizadas.
Segundo Eduardo Batista, coordenador do curso de História EAD da UniCesumar, o fenômeno tem raízes no contato linguístico da época colonial.
"Assim, o R caipira não é um erro ou uma deformação popular, mas um resultado histórico legítimo da mestiçagem linguística brasileira", complementa o professor.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Origem indígena
Antes de o português se firmar como língua dominante no país, o contato entre povos indígenas, colonizadores e africanos produziu uma mistura linguística que deixaria algumas marcas registradas na fala popular.
Segundo Rosane de Mello Santo Nicola, professora de Sociolinguística da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o chamado "R caipira" formou-se no português falado no interior como resultado direto desse contato.
"O /r/ retroflexo do português caipira resulta da interferência de línguas indígenas de base tupi faladas amplamente na região de São Paulo até o século 19. Essa interferência fonética explica o afastamento do som retroflexo em relação ao /r/ vibrante múltiplo do português europeu", explica.
A professora destaca que os falantes indígenas, especialmente os de línguas do tronco tupi-guarani, influenciaram a pronúncia do /r/ ao introduzir um modo de articulação retroflexo típico de suas línguas.
Os colonizadores trouxeram o vocabulário e a estrutura gramatical do português, enquanto os africanos escravizados, embora não tenham originado o som, contribuíram para sua difusão em contextos de convivência oral e mestiçagem cultural.
"Com a chegada dos povos de África, várias palavras também foram sendo incrementadas a esse idioma tradicional brasileiro. Ele era dividido em duas principais: a língua geral amazônica, o nheengatu, que é falada até hoje no norte do Brasil, Venezuela e Colômbia; e a língua geral paulista, da qual nasce o dialeto caipira", complementa Eric Cruz, historiador pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro.
Mesmo após a imposição do português como língua oficial, traços indígenas permaneceram no modo de falar das populações rurais.
"O decreto do Marquês de Pombal de 1757, que proibiu o uso das línguas indígenas, teve impacto direto no apagamento das línguas nativas, mas não eliminou completamente seus traços fonéticos e estruturais já incorporados ao português falado", afirma a professora da PUCPR.
O tupi possuía estruturas de som, ritmo e entonação muito diferentes da língua portuguesa, o que gerou adaptações sonoras duradouras. Muitos sotaques regionais brasileiros herdaram esse ritmo e modo de articulação influenciados pela língua geral.
No caso do interior paulista, onde essa língua teve ampla difusão, o contato prolongado entre o tupi e o português contribuiu para a consolidação de um modo particular de pronúncia, inclusive do r, que se manteve como marca identitária do falar caipira.
O decreto pombalino buscava uniformizar a comunicação e fortalecer o controle da Coroa portuguesa sobre a colônia, mas não apagou completamente os traços linguísticos indígenas, apenas os deslocou para a fala popular.
"Nos sertões e áreas rurais, onde o Estado tinha pouca presença, a influência do tupi e da língua geral persistiu por muito tempo. O decreto acelerou o declínio das línguas nativas como sistemas autônomos, mas não conseguiu eliminar suas marcas na fala cotidiana", afirma Batista.
A cidade de Rincão, no interior de São Paulo
Acervo EP
Expansão pelo interior e "apagamento" nas cidades
O "R caipira" se espalhou inicialmente pelas áreas de colonização paulista, seguindo as rotas dos bandeirantes que partiam da cidade de São Paulo para o interior do estado, o sul de Minas Gerais, o Paraná, Goiás e Mato Grosso.
Segundo a professora da PUCPR, essa difusão ocorreu entre os séculos 17 e 18, acompanhando a expansão dos bandeirantes e tropeiros, que levavam consigo o modo de falar da população local.
"O traço sobreviveu no interior de São Paulo e no sul de Minas porque essas regiões permaneceram por muito tempo isoladas dos grandes centros urbanos, mantendo formas de fala tradicionais e rurais. A menor influência da norma culta e o forte valor identitário da fala local contribuíram para a preservação do /r/ retroflexo como marca cultural e linguística dessas comunidades", explica Nicola.
O som retroflexo originou-se na antiga região do "quadrilátero do açúcar", que ficava em Campinas, Piracicaba, Sorocaba e Tietê, e se espalhou com as bandeiras para outras regiões, acompanhando a expansão do povoamento paulista.
O professor da UniCesumar acrescenta que o interior paulista, o sul de Minas e partes do Centro-Oeste tornaram-se redutos do R caipira devido ao intenso contato entre colonos, indígenas e africanos, mas relativamente isolados das normas urbanas.
Contudo, segundo os especialistas ouvidos pela reportagem, com o crescimento urbano e a influência dos meios de comunicação, o sotaque perdeu prestígio em cidades como São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto, sendo gradualmente substituído por pronúncias alveolares, produzidas com a ponta da língua próxima aos dentes, como no "r" de carro, ou guturais, feitas na garganta, comuns no português falado na capital paulista e em algumas regiões do Rio de Janeiro.
A simplicidade da vida rural favoreceu a preservação de traços fonéticos arcaicos. Com o avanço da urbanização e da escolarização, o R caipira foi sendo substituído nas cidades, mas continuou no interior como um símbolo de pertencimento e autenticidade cultural.
Ainda assim, nas pequenas cidades e áreas rurais, o R caipira permanece usual, especialmente entre os mais idosos, e é hoje reivindicado como símbolo identitário por artistas e movimentos ligados à música popular e sertaneja.
Preconceito x identidade
O R caipira, além de marcador fonético, carrega a história de desigualdades sociais e culturais no Brasil. Com a modernização e o avanço econômico das cidades, especialmente a partir do século 19, o modo de falar urbano passou a representar instrução, progresso e status social.
Já a fala do campo, com suas expressões e sonoridade próprias, foi sendo vista de forma pejorativa, associada ao atraso.
Para Cruz, o preconceito com o sotaque tem raízes no olhar urbano sobre o meio rural. "O nosso país sempre foi rural. A história disso tudo aqui é uma história que se passa no campo, e quem está no campo é o povo pobre. O R caipira pode ser considerado uma das heranças mais resistentes das línguas indígenas no português brasileiro. Tudo que sobrou das mais de mil línguas faladas neste território, antes dos portugueses chegarem, é uma herança resistente", afirma.
Segundo a professora da PUCPR, o julgamento do sotaque caipira não é linguístico, mas social. "A partir do século 19, com a urbanização e a valorização do português urbano e escolarizado, as formas de fala associadas ao meio rural passaram a ser vistas como sinais de atraso ou falta de instrução. O falar caipira, marcado pelo /r/ retroflexo e certas entonações regionais, foi estigmatizado por representar o modo de vida do interior pobre, em contraste com o modelo de prestígio das elites urbanas."

10 questões mais difíceis do 2º dia de Enem 2025 têm logaritmo, probabilidade, CO2 e bomba d’água; você acertaria?

G1 em 1 Minuto: temas do segundo dia do Enem 2025
As provas do segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, no domingo (16), tiveram dificuldade mediana, com anunciados longos e surpresa em física, de acordo com professores ouvidos pelo g1.
O 2º dia de exame contou com 45 questões de Matemática e 45 de Ciências da Natureza. Os itens considerados de maior complexidade abordaram logaritmo, probabilidade, CO2 na atmosfera, bomba d'água, fotossíntese oxigênica e mais.
A lista foi feita a partir das considerações de professores do Curso Anglo, da Plataforma Professor Ferretto, do Sistema de Ensino pH, do Fibonacci Sistema de Ensino, do SAS Educação, da Oficina do Estudante, do Colégio e Curso Etapa, do Curso e Colégio Objetivo, da Elite Rede de Ensino, do Cursinho da Poli e da comunidade estudantil Filadd.
MAIS SOBRE O ENEM 2025
Acesse o gabarito extraoficial do 2º dia de prova
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Confira abaixo a resolução e resposta correta de cada uma:
MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
Solução a ser retirada de um recipiente
Questão de matemática do Enem 2025 sobre solução.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de matemática do Enem 2025 sobre solução.
Anglo
Enem 2025: correção da questão sobre a quantidade de solução a ser retirada de um recipiente
Resposta correta: E
Distância e tempo ao encher um recipiente
Questão de matemática do Enem 2025 sobre função.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de matemática do Enem 2025 sobre função.
Anglo
Resposta correta: E
Navegação de embarcação
Questão de matemática do Enem 2025 sobre trigonometria
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de matemática do Enem 2025 sobre trigonometria.
Anglo
Resposta correta: A
Logaritmo
Questão de matemática do Enem 2025 – logaritmo.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de matemática do Enem 2025 – logaritmo.
Anglo
Resposta correta: A
Probabilidade
Questão de matemática do Enem 2025 – probabilidade.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de matemática do Enem 2025 – probabilidade.
Anglo
Resposta correta: E
CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS
Quantidade de CO2 na atmosfera
Questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 sobre remoção de gás na atmosfera.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 – remoção de gás da atmosfera.
Anglo
Enem 2025: correção da questão sobre a quantidade de CO2 na atmosfera
Resposta correta: A
Fotossíntese oxigênica
Questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 sobre fotossíntese oxigênica.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 – fotossíntese oxigênica.
Anglo
Enem 2025: correção da questão da fotossíntese oxigênica
Resposta correta: E
Crescimento massa de bolo
Questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 sobre massa de bolo.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 – massa de bolo.
Anglo
Enem 2025: correção da questão do bolo
Resposta correta: B
Velocidade de um avião na decolagem
Questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 sobre decolagem de avião.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 – decolagem de avião.
Anglo
Enem 2025: correção da questão sobre a velocidade de um avião na decolagem
Resposta correta: D
Bomba d'água
Questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 sobre bomba d'água.
Reprodução
Resolução do Anglo:
Resolução de questão de Ciências da Natureza do Enem 2025 – bomba d'água.
Anglo
Enem 2025: correção da questão da bomba d’água
Resposta correta: B