Governo Trump ameaça tirar certificação de Harvard para receber estudantes estrangeiros e dá 30 dias para universidade

6 em cada 10 estudantes escolhem a graduação para melhorar as oportunidades de emprego, diz estudo
Segundo site Politico, consulados dos EUA receberam comunicado ordenando pausa em entrevistas para pedidos de vistos de estudantes. Governo ainda não se pronunciou oficialmente. Harvard se nega a cumprir exigências de Trump, e mais de US$ 2 bi em recursos congelados
O governo de Donald Trump ordenou a todos os consulados dos Estados Unidos no mundo que interrompam a concessão de vistos de estudantes, segundo uma reportagem publicada pela agência Reuters nesta terça-feira (27).
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A TV Globo confirmou com fontes do governo americano no Brasil que os processos estão suspensos. A Embaixada dos EUA no país já começou a orientar estudantes a procurarem os consulados locais.
Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre a decisão.
De acordo com o site "Politico", uma fonte da diplomacia americana afirmou que Washington também está considerando passar a analisar as redes sociais de todos os solicitantes desse tipo de visto — necessário para quem pretende fazer qualquer curso nos Estados Unidos, desde intercâmbio até programas universitários.
Como a nova diretriz ainda está em análise, o Departamento de Estado determinou a suspensão temporária do processo de emissão novos vistos de estudos.
Um comunicado interno foi enviado a todos os consulados dos EUA — responsáveis pela concessão de vistos — orientando que não sejam realizadas entrevistas com os candidatos, última etapa do processo de solicitação do visto de estudos.
Conflito do governo dos EUA com Harvard
A notícia chega dias depois de o governo dos EUA proibir a Universidade Harvard, a mais prestigiosa do país, de ter alunos estrangeiros, na maior escalada entre Washington e a universidade, que vem se negando a adotar medidas exigidas pela gestão Trump.
A proibição, que afetaria cerca de 7.000 estudantes estrangeiros — um em cada quatro alunos da universidade —, foi anunciada na quinta-feira (23) pelo Departamento de Segurança Interna.
No dia seguinte, o Tribunal Federal de Boston suspendeu a decisão após uma queixa apresentada pela direção da universidade.
Na ação judicial, Harvard afirmou que a medida do governo poderia provocar “efeitos devastadores” sobre a vida dos estudantes internacionais, que dependem do visto para permanecer legalmente no país.
“Sem seus estudantes internacionais, Harvard não é Harvard”, disse a instituição, que tem 389 anos. “Com um golpe de caneta, o governo tentou apagar um quarto do corpo estudantil de Harvard — estudantes que contribuem significativamente para a universidade e sua missão.”
A universidade também classificou a decisão como uma “violação flagrante” da Primeira Emenda da Constituição dos EUA, além de outras leis federais.
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O presidente dos EUA, Donald Trump
Ken Cedeno/Reuters
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China critica revogação ‘agressiva’ de vistos de estudantes chineses nos EUA

6 em cada 10 estudantes escolhem a graduação para melhorar as oportunidades de emprego, diz estudo
Secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou medida na quarta (28) e prometeu revogações disse que parte dos impactados serão os estudantes que possuem ligação com o Partido Comunista Chinês e aqueles que estudam em 'áreas críticas'. Bandeiras dos EUA e da China tremulam em Pequim
Tingshu Wang/Reuters
A China criticou nesta quinta-feira (29) o plano dos Estados Unidos para revogar vistos de estudantes chineses e disse se opor firmemente à medida, anunciada na quarta pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio.
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A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, disse que os EUA usaram ideologia e segurança nacional como “pretexto” para a decisão, que prejudica os direitos e interesses legítimos dos estudantes chineses.
O Ministério chinês pediu também que os EUA adotem uma postura mais construtiva em prol de relações bilaterais estáveis. Segundo o ministério, a China apresentou um protesto formal ao plano.
O governo de Donald Trump vai começar a cancelar os vistos de estudantes chineses, segundo declaração do secretário de Estado, Marco Rubio, festa nesta quarta-feira (28).
Revogação de vistos de estudantes chineses
Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA
AP Photo/Jose Luis Magana
O governo de Donald Trump vai começar a cancelar os vistos de estudantes chineses, segundo declaração do secretário de Estado, Marco Rubio, festa nesta quarta-feira (28).
"O Departamento de Estado trabalhará com o Departamento de Segurança Interna para revogar agressivamente os vistos de estudantes chineses", disse ele.
De acordo com Rubio, parte dos impactados inclui alunos que possuem ligação com o Partido Comunista Chinês e aqueles que estudam em 'áreas críticas'. O secretário não especificou quais cursos entram no que a administração classifica como crítico.
Segundo a Reuters, o número de estudantes internacionais chineses nos EUA caiu para cerca de 277.000 em 2024, em comparação com o pico de aproximadamente 370.000 em 2019. O movimento foi impulsionado, em parte, pelo aumento das tensões entre as duas maiores economias do mundo e pela maior vigilância do governo dos EUA sobre alguns estudantes chineses.
Além da medida que afeta os estudantes, os departamentos americanos também vão passar a revisar os critérios de concessão de vistos para aumentar o rigor na análise de todas as futuras solicitações de viajantes da China e de Hong Kong.
Trump x estudantes estrangeiros
Harvard se nega a cumprir exigências de Trump, e mais de US$ 2 bi em recursos congelados
Nesta terça (27), a Reuters divulgou que Trump ordenou que todos os consulados dos EUA no mundo interrompam a concessão de vistos de estudantes.
A TV Globo confirmou com fontes do governo americano no Brasil que os processos estão suspensos. A Embaixada dos EUA no país já começou a orientar estudantes a procurarem os consulados locais.
Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre a decisão.
De acordo com o site "Politico", uma fonte da diplomacia americana afirmou que Washington também está considerando passar a analisar as redes sociais de todos os solicitantes desse tipo de visto — necessário para quem pretende fazer qualquer curso nos Estados Unidos, desde intercâmbio até programas universitários.
Como a nova diretriz ainda está em análise, o Departamento de Estado determinou a suspensão temporária do processo de emissão novos vistos de estudos.
Um comunicado interno foi enviado a todos os consulados dos EUA — responsáveis pela concessão de vistos — orientando que não sejam realizadas entrevistas com os candidatos, última etapa do processo de solicitação do visto de estudos.
Conflito do governo dos EUA com Harvard
As últimas movimentações sobre os vistos de estudantes estrangeiros ocorrem dias depois de o governo dos EUA proibir a Universidade Harvard, a mais prestigiosa do país, de ter alunos estrangeiros, na maior escalada entre Washington e a universidade, que vem se negando a adotar medidas exigidas pela gestão Trump.
A proibição, que afetaria cerca de 7.000 estudantes estrangeiros — um em cada quatro alunos da universidade —, foi anunciada na quinta-feira (23) pelo Departamento de Segurança Interna.
No dia seguinte, o Tribunal Federal de Boston suspendeu a decisão após uma queixa apresentada pela direção da universidade.
Na ação judicial, Harvard afirmou que a medida do governo poderia provocar “efeitos devastadores” sobre a vida dos estudantes internacionais, que dependem do visto para permanecer legalmente no país.
“Sem seus estudantes internacionais, Harvard não é Harvard”, disse a instituição, que tem 389 anos. “Com um golpe de caneta, o governo tentou apagar um quarto do corpo estudantil de Harvard — estudantes que contribuem significativamente para a universidade e sua missão.”
A universidade também classificou a decisão como uma “violação flagrante” da Primeira Emenda da Constituição dos EUA, além de outras leis federais.
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Ken Cedeno/Reuters
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Por que não se deve usar um linguajar infantilizado quando nos dirigimos aos idosos

6 em cada 10 estudantes escolhem a graduação para melhorar as oportunidades de emprego, diz estudo
Nos Estados Unidos, um programa criado na Universidade de Kentucky treina o time de saúde para evitar o 'tatibitate' com os mais velhos. “Está na hora da sua comidinha”; “Deixa eu te ajudar, docinho”; “Vozinho, vovozinha, amoreco, querido”… Por que é tão comum que cuidadores e pessoas próximas se dirijam aos idosos como se fossem crianças pequenas? É quase como apagar todo o seu passado, negar que tenham tido uma vida plena como adultos – e, claramente, trata-se de mais uma manifestação de etarismo, como se o interlocutor fosse dependente ou incompetente.
Cuidadora com idoso em cadeira de todas: linguagem infantilizada indica etarismo
https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Alzheimer%27s_disease#/media/File:Journ%C3%A9e_almzeimier_C%C3%A9sar%C3%A9_101902.jpg
Reportagem de Paula Span, no jornal “The New York Times”, mostra que esse tipo de tratamento, no qual o aparente excesso de gentileza na verdade esconde um comando, não tão é bem-vindo quanto se supõe. Foi o que constataram Clarissa Shaw, pesquisadora da faculdade de enfermagem da Universidade de Iowa, e Kristine Williams, gerontóloga da Universidade do Kansas, ao analisarem dezenas de vídeos de interação entre cuidadores e idosos em instituições de longa permanência (ILPIs).
“Como alimentamos estereótipos negativos em relação à velhice, mudamos a forma de falar quando nos dirigimos aos velhos. As pessoas não fazem por mal, mas não se dão conta de que a mensagem que passam é negativa”, afirmou Williams. Em 84% dos vídeos analisados, a linguagem empregada era infantilizada. Cerca de 90% dos idosos em ILPIs apresentam algum sinal de demência, mas isso não significa que desejem ser tutelados como bebês. No entanto, seus interlocutores utilizam um tom mais alto, frases curtas e proferidas lentamente, ou adotam um estilo meio cantado, como é frequente com alunos da pré-escola.
Estudos mostram uma relação entre esse linguajar tatibitate e uma reação de resistência dos idosos. “Muitos gritam, viram as costas e até empurram os cuidadores”, diz Williams. Daí nasceu o “Mudança de linguagem”, que agora está disponível on-line: “Changing talk on-line training”, ou CHATO, é um treinamento com três horas de duração para remodelar essa interação. De acordo com as métricas usadas, o objetivo do programa, de reconhecer e superar as barreiras de comunicação com os idosos, parece ter sido alcançado. Os comportamentos mais resistentes diminuíram na mesma proporção que o linguajar infantilizado deixou de ser empregado. Houve também queda no uso de drogas antipsicóticas.
Correio da Saudade estimula comunicação de idosos por meio de cartas em Passagem Franca-PI

Enem 2025: como se inscrever sem cair em golpes ou cometer erros

6 em cada 10 estudantes escolhem a graduação para melhorar as oportunidades de emprego, diz estudo
Provas serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro. Quem não tem isenção deve pagar taxa de R$ 85 via boleto, cartão de crédito ou PIX até 11 de junho. Passo a passo da inscrição no Enem 2025
O prazo para se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 termina às 23h59 de 6 de junho, e é preciso estar atento durante a inscrição para evitar cair em golpes ou cometer erros no preenchimento.
O g1 já mostrou que golpistas criaram sites falsos para receber indevidamente os R$ 85 da taxa de inscrição. Além disso, é preciso estar atento durante a escolha do local de prova, por exemplo, para evitar locais muito distantes. Veja o vídeo acima e saiba como evitar esses enganos.
As provas serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro, com exceção dos municípios Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará, onde as provas serão aplicadas em 30 de novembro e 7 de dezembro.
Quem não obteve isenção da taxa de inscrição deve fazer o pagamento de R$ 85 até 11 de junho, via boleto bancário, pix ou cartão de crédito.

Confira abaixo como se inscrever no exame sem cair em ciladas:
Passo a passo da inscrição no Enem 2025
Página de inscrição do Enem 2025.
Reprodução
Acesse a Página do Participante e clique em 'Inscrição' (ATENÇÃO: a inscrição deve ser feita unicamente pelo site enem.inep.gov.br/participante)
Selecione a imagem indicada nas orientações do desafio
Informe o CPF, data de nascimento e clique em 'Iniciar a inscrição'
Confira seus dados, leia as orientações e clique em 'Próximo'
Informe o nome do pai ou selecione 'Não quero declarar'
Preencha os dados de sexo, raça/cor, estado civil e nacionalidade
Informe seu estado e município de nascimento
Insira o CEP e clique em 'Próximo'
Confirme o endereço e complemento
Informe se precisa de recurso de acessibilidade e diga qual.
Participantes travestis, transexuais ou transgêneros que têm nome social cadastrado na Base da Receita Federal pode escolher nesta etapa o uso do nome social.
Escolha o idioma da língua estrangeira (Inglês ou Espanhol)
Informe a situação de ensino médio
Responda o questionário socioeconômico
Informe telefone e e-mail para contato
Escolha o município de aplicação da prova
Envie uma foto do participante
Confirme as informações pessoais e as escolhas de língua estrangeira, município para realização do exame
Clique em 'Enviar Inscrição'
Confira o comprovante e o número de inscrição
Faça login na Página do Participante com CPF e senha do gov.br
Clique em 'Pagamento/Isenção' e baixe o boleto de pagamento.
Escolha a forma de pagamento e pague a taxa de inscrição — é possível também pagar com Pix ou cartão de crédito, no aplicativo do banco, em uma agência bancária ou na casa lotérica.
Confira o cronograma
Inscrições: de 26 de maio a 6 de junho
Pagamento da inscrição: até 11 de junho
Provas: 9 e 16de novembro
Disciplinas e horários
O Enem será aplicado em dois domingos de novembro (menos em Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará).
9 de novembro
O candidato deverá fazer:
45 questões de linguagens (40 de língua portuguesa e 5 de inglês ou espanhol);
45 questões de ciências humanas; e
redação.
16 de novembro
A prova trará:
45 questões de matemática; e
45 questões de ciências da natureza.
Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília):
Abertura dos portões: 12h
Fechamento dos portões: 13h
Início das provas: 13h30
Término das provas no 1º dia: 19h
Término das provas no 2º dia: 18h30
Vídeos
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6 em cada 10 estudantes escolhem a graduação para melhorar as oportunidades de emprego, diz estudo

6 em cada 10 estudantes escolhem a graduação para melhorar as oportunidades de emprego, diz estudo
Para 59% dos estudantes, o mercado de trabalho foi um dos principais fatores que influenciaram a escolha pela graduação. Economia, Engenharia de Produção e Ciência da Computação são os cursos que possuem as maiores remunerações do Brasil. 6 em cada 10 estudantes escolhem a graduação para ampliar chances no mercado de trabalho
Fecomércio-AP/Divulgação
A busca por melhores oportunidades de emprego está entre os principais motivos para que os jovens brasileiros ingressem no ensino superior. É o que mostra uma pesquisa do Instituto Locomotiva em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).
Segundo o levantamento, que ouviu 3.557 universitários de todas as regiões do país, 6 em cada 10 estudantes – ou cerca de 59% – apontam o mercado de trabalho como um dos fatores que pesaram na escolha pela graduação.
O estudo revela ainda que 98% dos estudantes acreditam que fazer uma graduação trará benefícios para suas vidas – o que representa cerca de 8,7 milhões de estudantes, segundo estimativas com base no Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Outros motivos apontados foram obter mais conhecimento e desenvolvimento pessoal (48%), melhorar a situação financeira (38%), e atender as exigências da profissão que deseja seguir (35%).
Principais motivos para escolher a graduação
Arte g1
Entre os principais destaques da pesquisa, 71% dos estudantes acreditam que realizar um estágio durante a graduação amplia as chances de conquistar melhores vagas no mercado de trabalho.
Além disso, outros 32% dos estudantes apontam a possibilidade de estagiar ou obter a primeira experiência na área como um diferencial importante da graduação em comparação aos cursos de curta duração. (veja abaixo o comparativo)
Cerca 75% dos estudantes disseram que o apoio da instituição aos programas de estágio foi um fator importante na escolha do curso, o que representa aproximadamente 6,7 milhões de universitários no Brasil.
"Quando três em cada quatro estudantes consideram o apoio ao estágio na hora de escolher a graduação, fica claro o papel estratégico das instituições de ensino na empregabilidade dos jovens. O futuro profissional começa dentro da sala de aula", afirma Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.
Diferenciais da graduação frente a cursos de curta duração
Arte g1
Percepção geral sobre o impacto da graduação
Arte g1
🤑 Economia é o curso mais bem pago
Um outro levantamento do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), aponta que Economia, Engenharia de Produção e Ciência da Computação são alguns dos cursos que possuem as maiores remunerações do Brasil.
A média da Bolsa-Auxílio do curso de Economia chega ao patamar de R$ 2.237 em todo território nacional, seguido pelo curso de Engenharia de Produção com cerca de R$ 1.813,67.
Ainda de acordo com o levantamento, o curso de Administração é o que tem o maior número de estagiários no Brasil, seguido por Direito, Psicologia, Pedagogia, Ciências Contábeis, Economia e Engenharia.
A remuneração média de um estagiário na área de Administração gira em torno de R$ 1.715,36 e de Direito cerca de R$ 1.415,33. (veja comparativo na tabela abaixo)
Em Brasília e nas regiões Centro-Oeste e Norte, as áreas de Administração e Ciências Contábeis lideram o ranking com as maiores remunerações mensais, dentre os cursos com mais estagiários, com médias de R$ 1.432,29 e R$ 1.290,30, respectivamente.
No Nordeste, os cursos de Ciências Contábeis e Engenharia de Produção estão entre as maiores remunerações, sendo R$ 1.311,53 e R$ 1.268,88 mensais, respectivamente.
Já em São Paulo, o curso de Administração é o que tem a maior remuneração aos estagiários, R$ 2.032,10, seguido de Direito, com R$1.630,55.
Entre oportunidades de estágio abertas no CIEE, mais de 68% são destinadas aos estudantes universitários de vários cursos de graduação. Diferentemente de outras oportunidades, a remuneração do programa de estágio não é determinada pelo salário mínimo.
A Bolsa-Auxílio é regida pelas práticas estabelecidas nas empresas e está atrelada à média regional e semestre da graduação.
Confira abaixo o ranking de média de bolsa-auxílio dos cursos com as maiores remunerações do Brasil, em ordem decrescente:
Cursos com os estagiários mais bem pagos do Brasil
Arte g1
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