Trump publica ordem que proíbe Harvard de admitir estudantes estrangeiros

46 universidades brasileiras caem em ranking das melhores do mundo por falta de investimento do governo; veja lista
Casa Branca acusa universidade de facilitar a entrada de 'adversários estrangeiros' e de ter recebido US$ 150 milhões da China. Harvard se nega a cumprir exigências de Trump, e mais de US$ 2 bi em recursos congelados
O presidente dos EUA, Donald Trump, proclamou nesta quarta (4) uma ordem para impedir que a universidade de Harvard receba estudantes estrangeiros em seus cursos.
A proclamação, que é uma espécie de ordem executiva, cita supostas ameaças à segurança nacional.
"O Federal Bureau of Investigation (FBI) alerta há muito tempo que adversários estrangeiros aproveitam o fácil acesso ao ensino superior americano para roubar informações, explorar pesquisa e desenvolvimento e espalhar informações falsas", diz um comunicado da Casa Branca.
A gestão Trump já havia notificado a intenção de publicar a proibição mesmo após avisos da Justiça de que iria bloquear medidas do tipo.
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Ainda de acordo com a nota da Casa Branca, "Harvard não forneceu informações suficientes ao Departamento de Segurança Interna (DHS) sobre atividades ilegais ou perigosas conhecidas de estudantes estrangeiros, relatando dados deficientes sobre apenas três estudantes".
O texto também acusa a universidade de ter recebido US$ 150 milhões da China.
"Em troca, Harvard, entre outras coisas, recebeu membros paramilitares do Partido Comunista Chinês e fez parcerias com indivíduos baseados na China em pesquisas que poderiam promover a modernização militar da China."
Na última quinta-feira (29), o Departamento de Segurança Interna dos EUA havia enviado a Harvard uma notificação com a intenção de revogar a certificação da universidade no Programa Federal de Estudantes e Visitantes de Intercâmbio — a licença necessária para matricular e manter estudantes e professores estrangeiros.
Ainda de acordo com o documento, Harvard teria 30 dias para responder se quer contestar a medida.
Interrupção de vistos
No último dia 27, o governo Trump ordenou também a todos os consulados dos Estados Unidos no mundo que interrompam a concessão de vistos de estudantes, segundo a agência Reuters.
A TV Globo confirmou com fontes do governo americano no Brasil que os processos estão suspensos. A Embaixada dos EUA no país já começou a orientar estudantes a procurarem os consulados locais.
Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre a decisão.
De acordo com o site "Politico", uma fonte da diplomacia americana afirmou que Washington também está considerando passar a analisar as redes sociais de todos os solicitantes desse tipo de visto — necessário para quem pretende fazer qualquer curso nos Estados Unidos, desde intercâmbio até programas universitários.
Como a nova diretriz ainda está em análise, o Departamento de Estado determinou a suspensão temporária do processo de emissão novos vistos de estudos.
Um comunicado interno foi enviado a todos os consulados dos EUA — responsáveis pela concessão de vistos — orientando que não sejam realizadas entrevistas com os candidatos, última etapa do processo de solicitação do visto de estudos.
Conflito do governo dos EUA com Harvard
A proibição de Harvard aceitar alunos estrangeiros afeta cerca de 7.000 estudantes — um em cada quatro alunos da universidade.
“Sem seus estudantes internacionais, Harvard não é Harvard”, disse a instituição, que tem 389 anos. “Com um golpe de caneta, o governo tentou apagar um quarto do corpo discente de Harvard — estudantes que contribuem significativamente para a universidade e sua missão.”
A universidade também classificou a intenção de Trump como uma “violação flagrante” da Primeira Emenda da Constituição dos EUA, além de outras leis federais.
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O presidente dos EUA, Donald Trump
Ken Cedeno/Reuters
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UnB sobe três posições em ranking mundial de universidades

46 universidades brasileiras caem em ranking das melhores do mundo por falta de investimento do governo; veja lista
Dentre instituições brasileiras, universidade alcançou 11ª posição. Desempenho em pesquisa subiu 10 posições. Fachada da UnB, em imagem de arquivo
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
A Universidade de Brasília (UnB) subiu três posições no ranking mundial das melhores universidades do mundo (da 836ª para 833ª posição). Dentre as instituições brasileiras, a UnB alcançou a 11ª posição.
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O ranking enumera as 2 mil melhores universidades do mundo, entre mais de 21 mil instituições avaliadas, e foi publicado nesta segunda-feira (2) pelo Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR), uma organização independente de consultoria em políticas educacionais e pesquisa.
Além disso, a UnB também melhorou o desempenho em pesquisa, subindo dez posições: da 803ª para a 793ª colocação. A universidade é uma das sete instituições brasileiras que apresentaram crescimento na lista.
Metodologia
Segundo o Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR), as universidades são avaliadas com base em quatro critérios:
Educação (25%): qualidade da formação dos alunos;
Empregabilidade (25%): sucesso profissional dos ex-alunos;
Corpo docente (10%): premiações e reconhecimento de professores;
Pesquisa (40%): volume e impacto da produção científica.
A Assessoria de Comunicação da UnB informou que recebeu com satisfação a notícia da melhora da instituição no ranking do CWUR, atribuindo esse avanço a um trabalho coletivo e contínuo da comunidade universitária.
"Atribuímos esse avanço a um trabalho coletivo e contínuo da comunidade universitária, que tem buscado excelência mesmo em meio a desafios orçamentários e estruturais. A gestão tem feito esforços para fortalecer as políticas de apoio à pesquisa, incentivar a formação e valorização docente, ampliar os vínculos com o setor produtivo e internacionalizar a universidade", diz a UnB.
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Em 3 anos, Brasil tem 27 ataques de violência extrema em escolas; por que tantos casos?

46 universidades brasileiras caem em ranking das melhores do mundo por falta de investimento do governo; veja lista
Dos 42 ataques ocorridos desde 2001, relatório aponta que 10 foram em 2022; 12 em 2023 e 5 em 2024. Armas de fogo e facas dominam entre os instrumentos usados pelos agressores. Aluna acende vela durante uma vigília em escola após ataque deixar professora morta em SP
REUTERS/Carla Carniel
De janeiro de 2001 a dezembro de 2024, ocorreram 42 ataques de violência extrema em escolas do Brasil, mostra o relatório D³e – Dados para um Debate Democrático na Educação. Desse total, 27 episódios (64,2%) foram registrados mais recentemente, entre março de 2022 e dezembro de 2024.
2022: 10 ataques
2023: 12 ataques
2024: 5 ataques
Segundo a pesquisa, houve 44 mortos (32 alunos, seis funcionários e seis suicídios dos atiradores) e 113 feridos.
O levantamento, formulado com apoio da B3 Social e da Fundação José Luiz Setúbal, já havia sido divulgado no último ano, mas agora foi atualizado e passou a contemplar também os números e as análises de 2024 — quando houve uma redução da violência nas escolas. Teríamos encontrado um caminho de prevenção?
"Vimos muitos episódios que foram desbaratados. A área da segurança 'aprendeu a lidar com os ataques' — ou seja, está atuando no sentido de identificar e de agir antes que eles aconteçam", afirma Telma Vinha, pesquisadora do Instituto de Estudos Avançados da Unicamp.
"Porém, ainda falta muito para impedirmos o envolvimento de crianças e jovens com o extremismo e com a radicalização on-line. Falhamos na prevenção das causas e na proteção."
A pesquisa questiona se as ações de contenção e de repressão imediata, embora eficazes para evitar ataques iminentes, estão, de fato, agindo nas causas do problema. O caminho para impedir o envolvimento de jovens com o extremismo e a radicalização on-line, ou seja, para a prevenção em um sentido mais amplo e estrutural, ainda está longe de ser encontrado plenamente, afirma o relatório.
➡️O que são ataques de violência extrema em escolas? Segundo as autoras da pesquisa, Telma Vinha e Cléo Garcia (também da Unicamp), há necessariamente os seguintes elementos:
ataques cometidos de forma intencional por estudantes e ex-estudantes;
crimes de ódio e/ou movidos por vingança dentro de instituições de ensino;
motivações, em geral, relacionadas a ressentimentos ou originadas a partir de preconceitos e discriminações (misoginia, racismo, extremismo etc.);
planejamentos e uso de algum tipo de arma para matar uma ou mais pessoas.
A sensação de que 'o mundo precisa ruir'
Telma Vinha ressalta ainda que está em curso uma alteração no perfil dos ataques. "Há uma tendência de mudança do foco para eventos públicos ou para atos violentos transmitido on-line. Também [ganha espaço] um tipo de violência mais niilista — no sentido de tudo ser 'zoação' e 'brincadeira'", afirma.
➡️O que é violência niilista?
É a recusa total da ordem, a valorização do caos, a destruição e a violência como fins em si próprias.
Infiltra-se como piada, ironia ou desafio, usando humor cruel e linguagem codificada (não se anuncia abertamente como ameaça).
Não ocorre por convencimento ideológico, e sim por repetição e pelo sentimento de pertencimento a uma rede.
Atrai adolescentes (principalmente meninos) ressentidos ou deslocados.
"Em geral, [ocorre] em ambientes digitais anônimos, como fóruns e grupos fechados, que funcionam como espaços de validação: discursos antissistema, estéticas de humor sombrio e exaltação de autores de massacres criam uma cultura de desesperança, de que 'nada faz sentido' ou de que 'o mundo deve ruir'", explica Vinha.
Quais as características dos ataques a escolas no Brasil?
🔴Armas de fogo e facas foram os instrumentos mais usados pelos agressores.

🔴 Dos 42 ataques, 33 (78,57%) foram ativos, com intenção de atingir o maior número possível de pessoas, e nove (21,42%) tiveram um alvo em específico.
🔴Em 81,39% dos casos, os episódios ocorreram em locais em que a famílias dos estudantes têm nível socioeconômico declarado como médio, médio-alto e alto.
🔴 São Paulo lidera o número de ataques, com 10 casos, seguido pelo Rio de Janeiro e pela Bahia, ambos com cinco.
🔴Cerca de 78% dos autores eram menores de 18 anos.
🔴Dos 45 autores de ataques (três episódios foram cometidos em dupla), apenas uma pessoa envolvida era do sexo feminino. Foi um caso de Natal, em dezembro de 2024, quando uma estudante de 19 anos baleou um colega dentro da escola. Não houve mortes, e ela respondeu criminalmente como adulta.
🔴Foram 43 escolas atingidas, sendo que um único autor invadiu duas delas (em Aracruz-ES). Desse total, são: 23 escolas estaduais, 13 municipais e sete particulares.
Por que o número de ataques aumentou a partir de 2022?
É importante observar que os fatores a seguir, isoladamente, podem não ser suficientes para explicar o aumento da violência — mas, em conjunto, criam um cenário propício para a ocorrência de atos extremos.
Entram na lista:
pandemia da Covid-19 – e todas as consequências do isolamento social, do estresse, das perdas e do contato exacerbado com redes sociais;
vulnerabilidade social e emocional dos adolescentes – agravada pelo contexto de pressão por desempenho, intensificação da desigualdade ou uso massivo de tecnologias;
busca por aceitação, identidade e pertencimento – isso leva o aluno a entrar em grupos de ódio que validam experiências negativas e oferecem uma falsa sensação de acolhimento;
exposição a conteúdos violentos e participação em comunidades extremistas on-line;
disseminação de informações falsas e de teorias conspiratórias;
falta de regulação das plataformas digitais;
construção de masculinidades violentas – que associam o "ser homem" à agressividade e que fortalecem arquétipos como o do "macho alfa";
vínculos familiares fragilizados ou disfuncionais;
ambiente escolar como espaço de sofrimento – com bullying, discriminação, exclusão, humilhação e injustiças;
acesso a armas de fogo;
fragilidade nas redes de proteção e no atendimento psicossocial.
O que pode ser feito para prevenir novos ataques?
O estudo recomenda as seguintes medidas, entre outras:
regulação das plataformas digitais e medidas para conter a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos de risco;
implementação de sistema de registro de ataques ocorridos e dos casos desbaratados pela polícia;
ampliação dos serviços de psicologia e de serviço social nas redes públicas de educação básica;
incorporação e/ou fortalecimento do letramento racial e de gênero no dia a dia das escolas;
alfabetização midiática e educação digital;
expansão das escolas em tempo integral.
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Greve dos professores: mais da metade das escolas do DF funcionaram parcialmente no 1º dia

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Paralisação ocorreu 255 das 713 unidades da rede pública, diz Secretaria de Educação. Justiça determinou suspensão imediata da greve, autorizou corte de ponto e fixou multa de R$ 1 milhão por dia. Mais da metade das escolas do DF funcionaram parcialmente no 1º dia da greve dos professores.
TV Globo/Reprodução
A greve dos professores da rede pública do Distrito Federal começou nesta segunda-feira (2) com adesão parcial, segundo a Secretaria de Educação. De acordo com a pasta, 255 das 713 escolas aderiram integralmente ao movimento.
O Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), diz que a adesão foi considerada "forte". No entanto, não divulgou números.
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Conforme o governo, 59% das unidades funcionaram parcialmente, com uma média de 15% a 20% dos profissionais paralisados. Alguns pais disseram estar preocupados com a situação escolar dos filhos (veja vídeo abaixo).
Apesar da decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) que determinou a suspensão imediata da greve, autorizou o corte de ponto dos grevistas e fixou uma multa diária de R$ 1 milhão , o Sindicato dos Professores manteve a paralisação.
A Justiça também indeferiu o recurso do sindicato para impedir o corte do ponto. Ao g1, diretor do Sinpro, Samuel Fernandes, disse que paralisação "só irá terminar por uma decisão em assembleia da categoria".
"O governo, que não investe na educação e não valoriza os professores, criminaliza a greve que é um direito constitucional", diz o diretor.
Secretaria pede reposição de aulas
Pais falam sobre a greve dos professores no Distrito Federal.
Em nota, a Secretaria de Educação do DF informou que a paralisação "afeta mais de 450 mil estudantes da rede pública e compromete o calendário letivo".
A pasta reforça que os professores terão que repor os dias parados, "o que poderá afetar o recesso de julho e a organização pessoal e profissional de toda a categoria".
Segundo o governo, a reorganização do calendário escolar poderá incluir ajustes no recesso e em outras datas, com o objetivo de garantir o cumprimento integral da carga horária mínima anual.
Reestruturação da carreira e aumento salarial
Entre as reivindicações dos professores está a reestruturação da carreira, com o objetivo de aumentar o salário base da categoria. Segundo o Sinpro-DF, a proposta é dobrar o vencimento-base.
“Nós estamos tentando a negociação com o governo desde o início do ano, tivemos algumas reuniões. Antes da assembleia, o governo simplesmente encerrou o processo de negociação, não há nenhuma negociação”, disse Cleber Soares, membro da Comissão de Negociação do Sinpro.
Os profissionais também pedem:
A possibilidade de professores contratados temporariamente, quando efetivados, utilizarem o tempo de serviço para enquadramento nos padrões (etapas a serem cumpridas para obter aumento salarial);
Ampliação do percentual de aumento a cada mudança do padrão;
Valorização da progressão horizontal (especialização, mestrado e doutorado) a partir da ampliação dos percentuais de aumento salarial.
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Edição de 2025 da lista foi divulgada nesta segunda-feira (2). USP segue sendo a brasileira melhor colocada, mas tem queda em todos os critérios avaliados. Fachada de um dos prédios da UFRJ, brasileira segunda melhor colocada em ranking internacional.
Artur Moês/SGCOM UFRJ
46 das 53 universidades brasileiras que integram o ranking das melhores no mundo caíram na classificação, de acordo com a nova lista divulgada nesta segunda-feira (2). O motivo, segundo o Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR), responsável pela análise, é a falta de investimento do governo nas instituições.
A edição de 2025 da Lista Global 2000 indica que as instituições brasileiras estão enfrentando dificuldade de competitividade com as rivais globais, já que uma minoria de apenas sete universidades brasileiras subiu de colocação em relação ao ano anterior.
A brasileira melhor colocada segue sendo a Universidade de São Paulo (USP). Apesar disso, a universidade teve quedas nos indicadores de qualidade da educação, empregabilidade, qualidade do corpo docente e pesquisa, o que resultou em uma queda colocação na edição atual, indo para o 118º lugar.
Em seguida, vêm a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que subiu para a 331ª posição, a Universidade de Campinas (Unicamp), que passou para a 369ª, a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 454ª e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 476ª.
"O Brasil está bem representado entre as melhores do mundo. No entanto, o que é alarmante é a queda das instituições acadêmicas do país devido ao enfraquecimento do desempenho em pesquisa e ao apoio financeiro limitado do governo. Enquanto vários países colocam o desenvolvimento da educação e da ciência como prioridade, o Brasil luta para acompanhar", avalia o presidente do CWUR, Dr. Nadim Mahassen.
Sem mais investimentos e planejamento estratégico, o país corre o risco de ficar ainda mais para trás no cenário acadêmico global em rápida evolução.”
Universidades brasileiras no ranking
Universidades Brasileiras na Lista Global 2000
Raking Global
Internacionalmente, a Universidade Harvard, que tem batido de frente com determinações feitas pelo governo de Donald Trump, ocupa o primeiro lugar pelo 14º ano consecutivo.
O segundo e o terceiro lugar também são ocupados por instituições norte-americanas, com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade Stanford, respectivamente. Já o 4º e o 5º lugar são de instituições do Reino Unido, com a Universidade de Cambridge e a Universidade de Oxford.
100 melhores universidades da Lista Global 2000
Apesar do domínio de instituições norte-americanas nas primeiras colocações, os EUA deixaram de ser o país com maior número de universidades no ranking, tendo sido batido pela China, com 346 instituições entre as 2000, contra 319 dos Estados Unidos.
O ranking do CWUR considera quatro fatores: qualidade da educação (25%), empregabilidade (25%), qualidade do corpo docente (10%) e pesquisa (40%). Para a edição de 2025, foram analisados 74 milhões de pontos de dados baseados em resultados para classificar as universidades. 21.462 universidades foram classificadas e as melhores colocadas ficaram na Lista Global 2000, que inclui instituições de 94 países.
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