Justiça dos EUA bloqueia ordem de Trump que proíbe estudantes estrangeiros em Harvard

China promete defender ‘com firmeza’ direitos de estudantes após decreto de Trump proibir Harvard de admitir estrangeiros
Decisão é válida até que o processo judicial entre o presidente e a universidade termine. Na quarta (4), o republicano havia assinado uma proclamação que impedia a universidade de receber alunos de outros países. Harvard se nega a cumprir exigências de Trump, e mais de US$ 2 bi em recursos congelados
Uma juíza dos Estados Unidos bloqueou temporariamente a ordem do presidente Donald Trump que impedia a Universidade de Harvard de receber estudantes estrangeiros. Segundo a agência de notícias Reuters, decisão desta quinta-feira (5) suspende a proclamação do presidente até o fim do processo judicial entre ele e a universidade.
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Por meio de uma ordem de restrição temporária de duas páginas concedida a Harvard, a juíza Allison Burroughs decidiu que a diretriz de Trump causaria "prejuízo imediato e irreparável" antes que os tribunais tenham a chance de revisar o caso. O republicano havia assinado a proclamação na quarta (4). (Saiba mais abaixo).
No mês passado, Burroughs já havia bloqueado Trump de implementar uma outra ordem que proibia Harvard de matricular estudantes internacionais, que representam mais de um quarto do corpo discente da universidade. Na quinta-feira, Harvard alterou seu processo judicial para contestar a nova diretriz, alegando que Trump está violando a decisão anterior de Burroughs.
“A proclamação nega a milhares de estudantes de Harvard o direito de vir a este país para buscar sua educação e seguir seus sonhos, e nega a Harvard o direito de ensiná-los. Sem seus estudantes internacionais, Harvard não é Harvard”, afirmou a universidade na petição.
Burroughs também prorrogou uma outra ordem de restrição temporária, emitida por ela em 23 de maio, contra a restrição do governo à matrícula de estudantes internacionais em Harvard.
Mais cedo, a porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, chamou Harvard de “um foco de agitadores antiamericanos, antissemitas e pró-terrorismo” — acusações que a universidade já havia negado anteriormente.
“O comportamento de Harvard comprometeu a integridade de todo o sistema de vistos para estudantes e visitantes de intercâmbio nos EUA e representa um risco à segurança nacional. Agora, deve enfrentar as consequências de suas ações”, disse Jackson em comunicado.
Ordem de Trump
A proclamação vetada cita supostas ameaças à segurança nacional.
"O Federal Bureau of Investigation (FBI) alerta há muito tempo que adversários estrangeiros aproveitam o fácil acesso ao ensino superior americano para roubar informações, explorar pesquisa e desenvolvimento e espalhar informações falsas", diz um comunicado da Casa Branca.
Em comunicado, Harvard classificou o documento como "mais um passo retaliatório ilegal tomado pelo governo, em violação aos direitos da Primeira Emenda de Harvard."
"Harvard continuará a proteger seus estudantes internacionais", acrescentou.
Ainda de acordo com a nota da Casa Branca, "Harvard não forneceu informações suficientes ao Departamento de Segurança Interna (DHS) sobre atividades ilegais ou perigosas conhecidas de estudantes estrangeiros, relatando dados deficientes sobre apenas três estudantes".
O texto também acusa a universidade de ter recebido US$ 150 milhões da China.
"Em troca, Harvard, entre outras coisas, recebeu membros paramilitares do Partido Comunista Chinês e fez parcerias com indivíduos baseados na China em pesquisas que poderiam promover a modernização militar da China."
Na última quinta-feira (29), o Departamento de Segurança Interna dos EUA havia enviado a Harvard uma notificação com a intenção de revogar a certificação da universidade no Programa Federal de Estudantes e Visitantes de Intercâmbio — a licença necessária para matricular e manter estudantes e professores estrangeiros.
Interrupção de vistos
No último dia 27, o governo Trump ordenou também a todos os consulados dos Estados Unidos no mundo que interrompam a concessão de vistos de estudantes, segundo a agência Reuters.
A TV Globo confirmou com fontes do governo americano no Brasil que os processos estão suspensos. A Embaixada dos EUA no país já começou a orientar estudantes a procurarem os consulados locais.
Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre a decisão.
De acordo com o site "Politico", uma fonte da diplomacia americana afirmou que Washington também está considerando passar a analisar as redes sociais de todos os solicitantes desse tipo de visto — necessário para quem pretende fazer qualquer curso nos Estados Unidos, desde intercâmbio até programas universitários.
Como a nova diretriz ainda está em análise, o Departamento de Estado determinou a suspensão temporária do processo de emissão novos vistos de estudos.
Um comunicado interno foi enviado a todos os consulados dos EUA — responsáveis pela concessão de vistos — orientando que não sejam realizadas entrevistas com os candidatos, última etapa do processo de solicitação do visto de estudos.
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Montagem mostra o presidente Donald Trump e a universidade de Harvard
Chip Somodevilla/via REUTERS e Faith Ninivaggi/Reuters
O presidente dos EUA, Donald Trump
Ken Cedeno/Reuters
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Professores da rede publica decidem manter greve no DF

China promete defender ‘com firmeza’ direitos de estudantes após decreto de Trump proibir Harvard de admitir estrangeiros
Paralisação começou na segunda-feira (2). Segundo Secretaria de Educação, das 713 escolas públicas, 242 aderiram ao movimento de forma integral. cldf
Carinne Souza/g1
Professores da rede publica decidem manter a greve no Distrito Federal. Os profissionais da educação se reuniram com representantes da Casa Civil e da Secretaria de Educação, nesta quinta-feira (5), mas não houve acordo.
A greve da categoria começou na segunda-feira (2). De acordo com a Secretaria de Educação, das 713 escolas públicas, 242 aderiram ao movimento de forma integral.
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A reunião entre o GDF e o Sindicato dos Professores (Sinpro) era vista como um passo inicial do governo para negociar com a categoria, que reivindica reajuste salarial e reestruturação da carreira (veja mais abaixo). O encontro desta quinta ocorreu após o Sinpro-DF solicitar à Câmara Legislativa (CLDF) e ao Tribunal de Justiça uma intermediação junto ao GDF.
Na quarta-feira (4), os servidores que aderiram à greve também se reuniram com parlamentares e com o presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT), Waldir Leôncio Júnior, solicitando que os órgãos atuassem para estabelecer o espaço de negociação com GDF através de uma mesa de conciliação.
A Justiça do Distrito Federal considerou a greve ilegal. A desembargadora Lucimeire Maria da Silva ainda impôs uma multa de R$ 1 milhão por dia ao sindicato. Além disso, o TJDFT autorizou o corte de ponto dos professores que aderirem à paralisação.
Sinpro acionou STF contra decisão de desembargadora
O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (4) contra a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) que declarou a greve como "abusiva".
A decisão da desembargadora Lucimeire Maria da Silva atinge diretamente o exercício do direito constitucional à greve", afirma o Sinpro. O sindicato pede ao STF que a decisão da magistrada seja suspensa e solicita ainda que a Suprema Corte "reconheça o descumprimento reiterado do GDF como causa direta da paralisação e afaste quaisquer sanções impostas ao movimento grevista".
Conforme o governo, 66% das escolas publicas do DF funcionam parcialmente, com uma média de 15% a 20% dos profissionais paralisados.
Greve dos professores da rede pública começa nesta segunda
Professores pedem reestruturação da carreira e aumento salarial
Entre as reivindicações dos professores está a reestruturação da carreira, com o objetivo de aumentar o salário base da categoria. Segundo o Sinpro-DF, a proposta é dobrar o vencimento-base.
Os profissionais também pedem:
A possibilidade de professores contratados temporariamente, quando efetivados, utilizarem o tempo de serviço para enquadramento nos padrões (etapas a serem cumpridas para obter aumento salarial);
Ampliação do percentual de aumento a cada mudança do padrão;
Valorização da progressão horizontal (especialização, mestrado e doutorado) a partir da ampliação dos percentuais de aumento salarial.
O que diz o Sinpro
"Categoria rejeita proposta do GDF e decide manter a greve
O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) informa que, após a apresentação de proposta por parte do Governo do Distrito Federal, a categoria em assembleia geral, realizada nesta quarta-feira (05/06), deliberou sobre os termos apresentados pelo GDF.
A assembleia, de forma unânime, considerou a proposta insuficiente diante das reivindicações históricas da categoria e deliberou pela continuidade da greve iniciada no dia 2 de junho.
A greve tem como pautas centrais a valorização profissional, a reestruturação da carreira e a recomposição salarial de 19,8%, percentual que representa parte das perdas inflacionárias acumuladas e um passo necessário rumo ao cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE) — que estabelece que os salários do magistério devem estar, no mínimo, na média das demais carreiras de nível superior do GDF.
A proposta apresentada pelo GDF, embora represente um recuo parcial do governo diante da força da mobilização, ainda está distante das necessidades reais da categoria e do cumprimento da legislação educacional em vigor.
O Sinpro-DF reitera que a greve é um instrumento legítimo e necessário diante do desrespeito do GDF com os direitos da categoria, e reafirma o compromisso de seguir mobilizado até que o governo apresente uma proposta que represente efetivamente a valorização da Educação Pública no Distrito Federal."
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China promete defender ‘com firmeza’ seus estudantes após decreto de Trump proibir Harvard de admitir estrangeiros

China promete defender ‘com firmeza’ direitos de estudantes após decreto de Trump proibir Harvard de admitir estrangeiros
Trump assinou ordem executiva proibindo admissão de alunos estrangeiros pelos próximos seis meses. Casa Branca acusa universidade de facilitar a entrada de 'adversários estrangeiros' e de ter recebido US$ 150 milhões da China. Harvard se nega a cumprir exigências de Trump, e mais de US$ 2 bi em recursos congelados
A China prometeu nesta quinta-feira (5) "defender firmemente os legítimos direitos e interesses de seus estudantes no exterior", após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinar ordem executiva proibindo que a Universidade de Harvard matricule estudantes estrangeiros.
"A China sempre se opôs à politização da cooperação educacional. As ações relevantes por parte dos EUA apenas prejudicarão a imagem e a credibilidade internacional da América", disse o porta-voz do ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian.
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A proibição a Harvard, um novo capítulo do embate entre a universidade e o governo dos EUA, foi imposta pelo presidente americano, Donald Trump, em ordem executiva na quarta-feira (4).
A medida, válida para os próximos seis meses, impede que a universidade de Harvard receba estudantes estrangeiros em seus cursos. Para justificar a proibição, a ordem de Trump alega supostas ameaças à segurança nacional.
"O Federal Bureau of Investigation (FBI) alerta há muito tempo que adversários estrangeiros aproveitam o fácil acesso ao ensino superior americano para roubar informações, explorar pesquisa e desenvolvimento e espalhar informações falsas", diz um comunicado da Casa Branca.
Em comunicado, Harvard classificou a proclamação como "mais um passo retaliatório ilegal tomado pelo governo, em violação aos direitos da Primeira Emenda de Harvard."
"Harvard continuará a proteger seus estudantes internacionais", acrescentou.
Na semana passada, Trump havia ameaçado proibir Harvard de aceitar estudantes estrangeiros por meio do Departamento de Segurança Interna, mas a Justiça bloqueou ações do tipo. Desta vez, o presidente age por meio de uma outra via legal, publicando uma ordem executiva.
Ainda de acordo com a nota da Casa Branca, "Harvard não forneceu informações suficientes ao Departamento de Segurança Interna (DHS) sobre atividades ilegais ou perigosas conhecidas de estudantes estrangeiros, relatando dados deficientes sobre apenas três estudantes".
O texto também acusa a universidade de ter recebido US$ 150 milhões (cerca de R$ 845,5 mi) da China.
"Em troca, Harvard, entre outras coisas, recebeu membros paramilitares do Partido Comunista Chinês e fez parcerias com indivíduos baseados na China em pesquisas que poderiam promover a modernização militar da China."
Na última quinta-feira (29), o Departamento de Segurança Interna dos EUA havia enviado a Harvard uma notificação com a intenção de revogar a certificação da universidade no Programa Federal de Estudantes e Visitantes de Intercâmbio — a licença necessária para matricular e manter estudantes e professores estrangeiros.
Ainda de acordo com o documento, Harvard teria 30 dias para responder se quer contestar a medida.
Interrupção de vistos
No último dia 27, o governo Trump ordenou também a todos os consulados dos Estados Unidos no mundo que interrompam a concessão de vistos de estudantes, segundo a agência Reuters.
A TV Globo confirmou com fontes do governo americano no Brasil que os processos estão suspensos. A Embaixada dos EUA no país já começou a orientar estudantes a procurarem os consulados locais.
Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre a decisão.
De acordo com o site "Politico", uma fonte da diplomacia americana afirmou que Washington também está considerando passar a analisar as redes sociais de todos os solicitantes desse tipo de visto — necessário para quem pretende fazer qualquer curso nos Estados Unidos, desde intercâmbio até programas universitários.
Como a nova diretriz ainda está em análise, o Departamento de Estado determinou a suspensão temporária do processo de emissão novos vistos de estudos.
Um comunicado interno foi enviado a todos os consulados dos EUA — responsáveis pela concessão de vistos — orientando que não sejam realizadas entrevistas com os candidatos, última etapa do processo de solicitação do visto de estudos.
Conflito do governo dos EUA com Harvard
A proibição de Harvard aceitar alunos estrangeiros afeta cerca de 7.000 estudantes — um em cada quatro alunos da universidade.
“Sem seus estudantes internacionais, Harvard não é Harvard”, disse a instituição, que tem 389 anos. “Com um golpe de caneta, o governo tentou apagar um quarto do corpo discente de Harvard — estudantes que contribuem significativamente para a universidade e sua missão.”
A universidade também classificou a intenção de Trump como uma “violação flagrante” da Primeira Emenda da Constituição dos EUA, além de outras leis federais.
LEIA TAMBÉM
Trump diz que Putin está brincando com fogo; Rússia reage e fala em 3ª Guerra Mundial
'Está louco'; 'Sobrecarga emocional' 'Vladimir, PARE': entenda escalada de farpas entre Trump e Putin
Eutanásia: deputados da França aprovam texto que autoriza procedimentos de morte assistida
O presidente dos EUA, Donald Trump
Ken Cedeno/Reuters
VÍDEOS: mais assistidos do g1
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‘Jairo miserável’, ‘quem mente sobre fruta?’: 3 questões de matemática que tiraram alunos de escola pública do sério na OBMEP

China promete defender ‘com firmeza’ direitos de estudantes após decreto de Trump proibir Harvard de admitir estrangeiros
Edição de 2025 da Olímpiada Brasileira de Matemática tem mais de 18,6 milhões de inscritos. Universidades como a USP e a Unicamp reservam vagas para medalhistas. ‘Quantos mentiram?’ Questão da Obmep sobre fruta preferida ‘castiga’ alunos
Não vamos reproduzir todas as manifestações de raiva dos candidatos da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), porque não seria educado colocar tantos palavrões aqui na reportagem.
Mas, tenha certeza: três questões da prova do ensino médio, aplicada na última terça-feira (3), tiraram os alunos do eixo e geraram memes de desespero nas redes sociais.
Tente respondê-las no quiz abaixo e, em seguida, veja como resolver cada uma, segundo a própria OBMEP e seis professores ouvidos pelo g1.
3 questões de matemática da OBMEP que tiraram alunos da rede pública do sério
🧮 Como resolver?
O gabarito oficial da prova só será publicado no início de julho. Mas a organização da OBMEP já adiantou ao g1 as respostas dessas três questões!
Abaixo, veja as resoluções propostas pelo próprio Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), que administra a competição, e pelos professores:
Wallace Salgueiro, do Colégio Pedro II – Campus Tijuca (RJ);
Jéssica Rama, Deivison Cunha e Phillipi Souza, do Colégio pH (RJ);
Victor Pompeo, do Curso Anglo (SP);
Paulo Ricardo Lopes, das Escolas SEB, unidades Portugal e Ribeirânia (SP).
Questão 1 do quiz – fruta favorita🍌🍎🍇
Initial plugin text
Como cada um dos 250 habitantes tem exatamente uma fruta que prefere.
Se todos dissessem a verdade, haveria exatamente 250 respostas SIM.
Cada pessoa mentirosa, no entanto, responde NÃO para a sua fruta preferida e SIM para as outras duas, ou seja, responde SIM uma vez a mais do que o esperado.
Assim, o excesso de respostas SIM mostra exatamente o número de mentirosos, já que cada um contribui com uma resposta SIM extra.
Como há 140 + 120 + 110 = 370 respostas SIM e apenas 250 pessoas na ilha, há 370 – 250 = 120 mentirosos.
Questão 2 do quiz – conta ABC 🤔
Initial plugin text
O resultado da conta tem 3 algarismos iguais; ou seja, é 111, 222, 333, 444, 555, 666, 777, 888 ou 999. Note que todos esses números são múltiplos de 111. Assim, o resultado da conta pode ser escrito como 111x A.
Como 111 = 3 x 37, é necessário ter um fator 37 em algum dos termos da multiplicação. Assim, a primeira linha, AB, deve ser ou 37 ou 74 (que é múltiplo de 37).
-> Se AB for igual a 37, teremos:
37
x C
——–
333
E essa conta dá certo para C = 9, já que 37 x 9=333
-> Se AB = 74, temos:
74
x C
——-
777
Essa conta, por sua vez, não tem resultado possível.
Assim, A = 3, B = 7 e C = 9 e, portanto, A + B + C = 3 + 7 + 9 = 19.
Questão 3 do quiz – corda de Jairo 🪢
Initial plugin text
Jairo tem cordas de 2 metros. Quando amarra duas, perde 0,3 metros com o nó: 2m + 2m = 4m → viram 3,7m → perda de 0,3m.
Ele quer fazer uma corda de exatamente 20 metros.
Se forem 2 cordas, será um nó. Em 3 cordas, 2 nós. Em 4 cordas, 3 nós. E assim por diante. Ou seja: em n cordas, ele terá (n – 1) nós.
O comprimento real será: 2n — 0,3 (n — 1) = 20.
Resolvendo: 2n — 0,3n + 0,3 = 20
1,7n = 19,7
n = 11,58 cordas (para render 20 metros)
Precisaremos arredondar para cima (ou seja, para 12), porque a ideia é que sobre um pouco de corda além dos 20 metros.
Substituindo o n por 12, teremos:
2 x 12 — 0,3 (12 — 1) = 24 — 3,3 = 20,7 metros
Ou seja, precisaremos cortar 0,7 metro.
Como funciona a OBMEP?
A olimpíada tem duas fases: a 1ª foi em 3 de junho, com 20 questões e 2h30 de duração máxima. Os candidatos que se classificarem para a etapa seguinte farão uma nova prova em 25 de outubro.
Mais de 18,6 milhões de crianças e jovens estão inscritos, divididos em três grupos: nível 1 (6º e 7º anos), nível 2 (8º e 9º anos) e nível 3 (ensino médio).
Serão distribuídas 8.450 medalhas nacionais:🥇 650 de ouro,🥈 1.950 de prata e🥉 5.850 de bronze.
Universidades públicas como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) reservam vagas para medalhistas.
Quiz da OBMEP
Imagem gerada pelo ChatGPT

China promete defender ‘com firmeza’ direitos de estudantes após decreto de Trump proibir Harvard de admitir estrangeiros

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A China prometeu nesta quinta-feira (5) "defender firmemente os legítimos direitos e interesses de seus estudantes no exterior", após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinar ordem executiva proibindo que a Universidade de Harvard matricule estudantes estrangeiros.
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Em comunicado, Harvard classificou a proclamação como "mais um passo retaliatório ilegal tomado pelo governo, em violação aos direitos da Primeira Emenda de Harvard."
"Harvard continuará a proteger seus estudantes internacionais", acrescentou.
Na semana passada, Trump havia ameaçado proibir Harvard de aceitar estudantes estrangeiros por meio do Departamento de Segurança Interna, mas a Justiça bloqueou ações do tipo. Desta vez, o presidente age por meio de uma outra via legal, publicando uma ordem executiva.
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Ainda de acordo com o documento, Harvard teria 30 dias para responder se quer contestar a medida.
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No último dia 27, o governo Trump ordenou também a todos os consulados dos Estados Unidos no mundo que interrompam a concessão de vistos de estudantes, segundo a agência Reuters.
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Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre a decisão.
De acordo com o site "Politico", uma fonte da diplomacia americana afirmou que Washington também está considerando passar a analisar as redes sociais de todos os solicitantes desse tipo de visto — necessário para quem pretende fazer qualquer curso nos Estados Unidos, desde intercâmbio até programas universitários.
Como a nova diretriz ainda está em análise, o Departamento de Estado determinou a suspensão temporária do processo de emissão novos vistos de estudos.
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Conflito do governo dos EUA com Harvard
A proibição de Harvard aceitar alunos estrangeiros afeta cerca de 7.000 estudantes — um em cada quatro alunos da universidade.
“Sem seus estudantes internacionais, Harvard não é Harvard”, disse a instituição, que tem 389 anos. “Com um golpe de caneta, o governo tentou apagar um quarto do corpo discente de Harvard — estudantes que contribuem significativamente para a universidade e sua missão.”
A universidade também classificou a intenção de Trump como uma “violação flagrante” da Primeira Emenda da Constituição dos EUA, além de outras leis federais.
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