Taxa de inscrição do Enem: prazo para pagamento é estendido; veja nova data

Após prorrogação, prazo de inscrições do Enem 2025 termina nesta sexta
Provas serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro. Quem não tem isenção deve pagar taxa de R$ 85 via boleto, cartão de crédito ou PIX. Cadernos de provas do 1º dia do Enem 2024
Lívia Ferreira/ g1 Piauí
Após prorrogar o prazo de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e estendê-lo até a última sexta-feira (13), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) decidiu também esticar a data-limite para o pagamento da taxa de R$ 85.
➡️Os candidatos que não estão isentos terão até 27 de junho para quitar o valor por boleto, cartão de crédito ou PIX.
Passo a passo da inscrição no Enem 2025
Confira o cronograma
Inscrições: de 26 de maio a 13 de junho (prazo ampliado)
Pagamento da inscrição: até 27 de junho (prazo ampliado)
Provas: 9 e 16 de novembro
Disciplinas e horários
O Enem será aplicado em dois domingos de novembro (menos em Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará).
9 de novembro
O candidato deverá fazer:
45 questões de linguagens (40 de língua portuguesa e 5 de inglês ou espanhol);
45 questões de ciências humanas; e
redação.
16 de novembro
A prova trará:
45 questões de matemática; e
45 questões de ciências da natureza.
Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília):
Abertura dos portões: 12h
Fechamento dos portões: 13h
Início das provas: 13h30
Término das provas no 1º dia: 19h
Término das provas no 2º dia: 18h30
Vídeo
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Internato de medicina: tem salário ou bolsa? É obrigatório? Quantas horas de plantão? Veja respostas

Após prorrogação, prazo de inscrições do Enem 2025 termina nesta sexta
Estudantes de universidade particular no litoral de São Paulo afirmam que são submetidos a condições abusivas no estágio. Entenda as regras do Ministério da Educação (MEC) para essa etapa do curso. Estudantes de Medicina denunciam condições de internato da Unoeste Guarujá (SP)
Arquivo Pessoal
Os dois últimos anos da graduação em Medicina formam a etapa chamada "internato": um estágio obrigatório no qual o aluno deve consolidar, na prática, tudo o que aprendeu durante o curso. Nesta reportagem, saiba:
a remuneração desses estudantes;
quais as cargas horárias exigidas deles;
que tipo de atividade desempenham nos hospitais;
as diferenças em relação aos residentes.
📈Contexto: Nesta segunda-feira (16), o g1 mostrou que internos da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), em Guarujá (SP), afirmam ser frequentemente submetidos a condições degradantes de trabalho, como plantões exaustivos e mais de 60 horas semanais de expediente. A instituição de ensino nega as informações.
LEIA TAMBÉM: Ostentação na faculdade? Em trend, alunos mostram miojo de copo, ônibus cheio e água contaminada
🩺O que é o internato?
O internato é a reta final da graduação em medicina. Nos dois últimos anos do curso, os estudantes trocam as salas de aula por hospitais, ambulatórios e unidades de saúde. É nesse período que, sob supervisão de médicos, colocam em prática tudo o que aprenderam. A etapa é obrigatória.
🩺O aluno já é considerado médico no internato?
Não. Apesar de vestir jaleco, circular pelos hospitais e participar de atendimentos, ele ainda é um estudante e não pode assumir a responsabilidade por pacientes nem tomar decisões sozinho. Deve estar sempre sob a supervisão de preceptores e professores, que acompanham cada atividade.
🩺Qual é o salário de um interno?
A atividade não é remunerada — faz parte do currículo acadêmico.
Algumas instituições, por escolha própria, oferecem auxílios de alimentação e de transporte. É comum ouvir depoimentos de internos que não podem se alimentar no refeitório do hospital, onde ficam os profissionais contratados.
🩺Onde os alunos podem fazer o internato?
A etapa pode ser realizada em:
serviços próprios da instituição de ensino;
locais conveniados;
parcerias formalizadas com as Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, conforme prevê a Lei nº 12.871/2013.
No mínimo, 30% da carga horária do internato deverá ser desenvolvida na Atenção Básica e em Serviço de Urgência e Emergência do SUS.
Os outros 70% precisam incluir, necessariamente, aspectos essenciais das áreas de:
Clínica Médica;
Cirurgia;
Ginecologia-Obstetrícia;
Pediatria;
Saúde Coletiva
e Saúde Mental.
🩺Quem supervisiona as atividades do internato?
A preceptoria é exercida pelos profissionais que atuam nos serviços de saúde, mas sempre deve contar com a supervisão de docentes da própria instituição de ensino responsável pela formação do aluno.
🩺Qual é a carga horária mínima do internato? Quanto podem durar os plantões?
Pelas regras do MEC, o internato deve representar, no mínimo, 35% da carga horária total do curso de medicina (que, no Brasil, é de pelo menos 7.200 horas). A rotina costuma envolver jornadas longas, com atividades de manhã, à tarde e, frequentemente, à noite e aos finais de semana.
A jornada semanal pode incluir plantões de até 12 horas diárias, desde que o limite de 40 horas semanais seja respeitado, como estabelece a Lei Federal nº 11.788/2008.
🩺As atividades são todas práticas?
A maior parte, sim. Conteúdos teóricos não podem ultrapassar 20% da carga horária de cada estágio.
🩺O internato pode ser feito fora do estado da faculdade?
Sim, o colegiado do curso pode autorizar que até 25% da carga horária do internato seja cumprida em outro estado. Preferencialmente, isso deve ocorrer em serviços do SUS, em instituições conveniadas com programas de residência médica reconhecidos no Brasil ou em programas de qualidade equivalente fora do país.
🩺Internato é o mesmo que residência médica?
Não. O internato é uma etapa obrigatória da graduação. Sem ela, o estudante não obterá o diploma.
Já a residência médica é uma etapa opcional e posterior à faculdade. Nessa fase, que costuma envolver processos seletivos concorridíssimos, o médico escolhe uma área específica na qual se especializar, como ginecologia, dermatologia, ortopedia, pediatria ou clínica médica.
Apenas os residentes são remunerados: eles recebem uma bolsa de, no mínimo, R$ 4.106,09 (algumas instituições oferecem auxílios extras). É importante ressaltar que o valor não é um salário, já que não há vínculo empregatício com o hospital.
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Arquivo Pessoal
Os dois últimos anos da graduação em Medicina formam a etapa chamada "internato": um estágio obrigatório no qual o aluno deve consolidar, na prática, tudo o que aprendeu durante o curso. Nesta reportagem, saiba:
a remuneração desses estudantes;
quais as cargas horárias exigidas deles;
que tipo de atividade desempenham nos hospitais;
as diferenças em relação aos residentes.
📈Contexto: Nesta segunda-feira (16), o g1 mostrou que internos da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), em Guarujá (SP), afirmam ser frequentemente submetidos a condições degradantes de trabalho, como plantões exaustivos e mais de 60 horas semanais de expediente. A instituição de ensino nega as informações.
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🩺O que é o internato?
O internato é a reta final da graduação em medicina. Nos dois últimos anos do curso, os estudantes trocam as salas de aula por hospitais, ambulatórios e unidades de saúde. É nesse período que, sob supervisão de médicos, colocam em prática tudo o que aprenderam. A etapa é obrigatória.
🩺O aluno já é considerado médico no internato?
Não. Apesar de vestir jaleco, circular pelos hospitais e participar de atendimentos, ele ainda é um estudante e não pode assumir a responsabilidade por pacientes nem tomar decisões sozinho. Deve estar sempre sob a supervisão de preceptores e professores, que acompanham cada atividade.
🩺Qual é o salário de um interno?
A atividade não é remunerada — faz parte do currículo acadêmico.
Algumas instituições, por escolha própria, oferecem auxílios de alimentação e de transporte. É comum ouvir depoimentos de internos que não podem se alimentar no refeitório do hospital, onde ficam os profissionais contratados.
🩺Onde os alunos podem fazer o internato?
A etapa pode ser realizada em:
serviços próprios da instituição de ensino;
locais conveniados;
parcerias formalizadas com as Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, conforme prevê a Lei nº 12.871/2013.
No mínimo, 30% da carga horária do internato deverá ser desenvolvida na Atenção Básica e em Serviço de Urgência e Emergência do SUS.
Os outros 70% precisam incluir, necessariamente, aspectos essenciais das áreas de:
Clínica Médica;
Cirurgia;
Ginecologia-Obstetrícia;
Pediatria;
Saúde Coletiva
e Saúde Mental.
🩺Quem supervisiona as atividades do internato?
A preceptoria é exercida pelos profissionais que atuam nos serviços de saúde, mas sempre deve contar com a supervisão de docentes da própria instituição de ensino responsável pela formação do aluno.
🩺Qual é a carga horária mínima do internato? Quanto podem durar os plantões?
Pelas regras do MEC, o internato deve representar, no mínimo, 35% da carga horária total do curso de medicina (que, no Brasil, é de pelo menos 7.200 horas). A rotina costuma envolver jornadas longas, com atividades de manhã, à tarde e, frequentemente, à noite e aos finais de semana.
A jornada semanal pode incluir plantões de até 12 horas diárias, desde que o limite de 40 horas semanais seja respeitado, como estabelece a Lei Federal nº 11.788/2008.
🩺As atividades são todas práticas?
A maior parte, sim. Conteúdos teóricos não podem ultrapassar 20% da carga horária de cada estágio.
🩺O internato pode ser feito fora do estado da faculdade?
Sim, o colegiado do curso pode autorizar que até 25% da carga horária do internato seja cumprida em outro estado. Preferencialmente, isso deve ocorrer em serviços do SUS, em instituições conveniadas com programas de residência médica reconhecidos no Brasil ou em programas de qualidade equivalente fora do país.
🩺Internato é o mesmo que residência médica?
Não. O internato é uma etapa obrigatória da graduação. Sem ela, o estudante não obterá o diploma.
Já a residência médica é uma etapa opcional e posterior à faculdade. Nessa fase, que costuma envolver processos seletivos concorridíssimos, o médico escolhe uma área específica na qual se especializar, como ginecologia, dermatologia, ortopedia, pediatria ou clínica médica.
Apenas os residentes são remunerados: eles recebem uma bolsa de, no mínimo, R$ 4.106,09 (algumas instituições oferecem auxílios extras). É importante ressaltar que o valor não é um salário, já que não há vínculo empregatício com o hospital.
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‘Formatura de meio-médico’: alunos de medicina viralizam com festa de R$ 1,4 milhão

7 em cada 10 que cursaram faculdade no Brasil vieram da rede pública, mostra IBGE

Após prorrogação, prazo de inscrições do Enem 2025 termina nesta sexta
Percentual de oriundos da rede pública também é alto entre quem frequentou cursos de pós-graduação. Dados são da PNAD Contínua da Educação de 2024, divulgada pelo IBGE. Sala de aula na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)
UCDB/Reprodução
7 a cada 10 pessoas que já frequentaram algum curso do ensino superior no Brasil estudaram todo o ensino médio em escolas da rede pública. Comparativamente, apenas 2 pessoas a cada 10 que frequentaram o ensino superior são oriundas da rede privada.
O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua da Educação de 2024, realizada pelo IBGE e divulgado nesta sexta-feira (13). O número não diz respeito apenas aos que estudavam em 2024, mas considera pessoas que, em algum momento, frequentaram o ensino superior, mesmo que não necessariamente tenham concluído a etapa.
As pessoas que estudaram o ensino médio na rede pública também são maioria entre aquelas que frequentaram cursos de especialização, mestrado ou doutorado, sendo quase 6 a cada 10.
Pessoas que frequentaram ensino superior, especialização, mestrado ou doutorado, por curso mais elevado que frequentou e rede do ensino médio frequentado.
Arte: Gui Souza/g1 (Dados da PNAD Contínua da Educação 2024)
Para William Araújo Kratochwill, pesquisador do IBGE responsável pela divulgação dos dados, estes números podem ser resultado das políticas de cotas e programas de bolsas para alunos oriundos da rede pública e pessoas de baixa renda.
Pode, sim, ter relação com políticas de inclusão, como cotas para alunos da rede pública e programas como Prouni e Fies, que focam principalmente em alunos de baixa renda, que geralmente estudaram em escolas da rede pública de ensino.
O ensino superior segundo a PNAD Educação 2024
A PNAD da Educação de 2024 revela um aumento na proporção de pessoas com nível superior completo. Em 2023, 19,7% das pessoas com 25 anos ou mais de idade tinham concluído o ensino superior. Em 2024, essa proporção pulou para 20,5%, o nível mais alto desde o início da série histórica, em 2016.
O levantamento também destaca um crescimento no percentual de estudantes pretos e pardos em cursos de graduação tecnológicos e tradicionais. Apesar do crescimento, brancos ainda são maioria nestes cursos.
Essa diferença também reflete na taxa de frequência escolar líquida de alunos de 18 a 24 no ensino superior. O recorte considera a frequência escolar adequada dos alunos com relação a quem não estuda e quem já concluiu a etapa.
O resultado é que a taxa de frequência é muito maior entre os brancos (37,4%) do que entre pretos e pardos (20,6%). Na média nacional, a taxa de frequência ficou em 27,1% em 2024, muito abaixo dos 33% definido pela meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE) para o ano.
Distribuição por cor ou raça da frequência no ensino superior entre a população de 18 a 24 anos.
Arte: Gui Souza/g1 (Dados da PNAD Contínua da Educação 2024)
Outros destaques da PNAD Educação 2024
Em 2024, o Brasil tinha 9,1 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 5,3%, a menor da série histórica iniciada em 2016. Essa taxa recuou de 6,7%, em 2016, para 5,4%, em 2023 e para 5,3%, em 2024.
A proporção de pessoas de 25 anos ou mais de idade que terminaram a educação básica obrigatória no país (pelo menos o ensino médio) chegou a 56,0% em 2024, maior percentual da série iniciada em 2016 (46,2%).
A escolaridade média das mulheres (10,3 anos) continua superior à dos homens (9,9 anos). As pessoas brancas alcançaram 11,0 anos de estudo e as pessoas pretas ou pardas, 9,4 anos.
Entre os jovens de 14 a 29 anos do país, 8,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2024, por terem abandonado a escola sem concluir essa etapa ou por nunca a terem frequentado. Em 2023, esse contingente era de 9,3 milhões e em 2019, chegava a 11,4 milhões.
Em 2024, entre as pessoas com 15 a 29 anos de idade no país, 18,5% não estavam ocupadas, nem estudavam ou se qualificavam. Em 2023, esse percentual era 19,8% e, em 2019, de 22,4%.
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Após prorrogação, prazo de inscrições do Enem 2025 termina nesta sexta

Após prorrogação, prazo de inscrições do Enem 2025 termina nesta sexta
Provas serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro. Quem não tem isenção deve pagar taxa de R$ 85 via boleto, cartão de crédito ou PIX até 11 de junho. Cadernos de provas do 1º dia do Enem 2024
Lívia Ferreira/ g1 Piauí
O prazo para se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 tem até às 23h59 desta sexta-feira (13). Originalmente, o prazo terminaria em 6 de junho, mas foi prorrogado devido à baixa adesão por parte dos alunos.
Os pedidos de tratamento por nome social e as solicitações de atendimento especializado também devem ser feitas até esta sexta.
Com a ampliação do prazo de inscrições, os alunos que precisam pagar a taxa de inscrição também ganharam mais alguns dias. Agora, o prazo para quitar a taca de R$ 85 termina em 18 de junho.
Passo a passo da inscrição no Enem 2025
Cuidados necessários na inscrição
Antes de se inscrever, é preciso tomar alguns cuidados para evitar cair em golpes ou cometer erros no preenchimento.
O g1 já mostrou que golpistas criaram sites falsos para receber indevidamente os R$ 85 da taxa de inscrição. Além disso, é preciso estar atento durante a escolha do local de prova, por exemplo, para evitar locais muito distantes. Veja o vídeo acima e saiba como evitar esses enganos.
As provas serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro, com exceção dos municípios Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará, onde as provas serão aplicadas em 30 de novembro e 7 de dezembro.
Quem não obteve isenção da taxa de inscrição deve fazer o pagamento de R$ 85 até 18 de junho, via boleto bancário, pix ou cartão de crédito.

Confira abaixo como se inscrever no exame sem cair em ciladas:
Passo a passo da inscrição no Enem 2025
Página de inscrição do Enem 2025.
Reprodução
Acesse a Página do Participante e clique em 'Inscrição' (ATENÇÃO: a inscrição deve ser feita unicamente pelo site enem.inep.gov.br/participante)
Selecione a imagem indicada nas orientações do desafio
Informe o CPF, data de nascimento e clique em 'Iniciar a inscrição'
Confira seus dados, leia as orientações e clique em 'Próximo'
Informe o nome do pai ou selecione 'Não quero declarar'
Preencha os dados de sexo, raça/cor, estado civil e nacionalidade
Informe seu estado e município de nascimento
Insira o CEP e clique em 'Próximo'
Confirme o endereço e complemento
Informe se precisa de recurso de acessibilidade e diga qual.
Participantes travestis, transexuais ou transgêneros que têm nome social cadastrado na Base da Receita Federal pode escolher nesta etapa o uso do nome social.
Escolha o idioma da língua estrangeira (Inglês ou Espanhol)
Informe a situação de ensino médio
Responda o questionário socioeconômico
Informe telefone e e-mail para contato
Escolha o município de aplicação da prova
Envie uma foto do participante
Confirme as informações pessoais e as escolhas de língua estrangeira, município para realização do exame
Clique em 'Enviar Inscrição'
Confira o comprovante e o número de inscrição
Faça login na Página do Participante com CPF e senha do gov.br
Clique em 'Pagamento/Isenção' e baixe o boleto de pagamento.
Escolha a forma de pagamento e pague a taxa de inscrição — é possível também pagar com Pix ou cartão de crédito, no aplicativo do banco, em uma agência bancária ou na casa lotérica.
Confira o cronograma
Inscrições: de 26 de maio a 13 de junho (prazo ampliado)
Pagamento da inscrição: até 18 de junho (prazo ampliado)
Provas: 9 e 16de novembro
Disciplinas e horários
O Enem será aplicado em dois domingos de novembro (menos em Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará).
9 de novembro
O candidato deverá fazer:
45 questões de linguagens (40 de língua portuguesa e 5 de inglês ou espanhol);
45 questões de ciências humanas; e
redação.
16 de novembro
A prova trará:
45 questões de matemática; e
45 questões de ciências da natureza.
Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília):
Abertura dos portões: 12h
Fechamento dos portões: 13h
Início das provas: 13h30
Término das provas no 1º dia: 19h
Término das provas no 2º dia: 18h30
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Jovem se forma sozinha na faculdade: ‘Só tinha meu chapéu voando’