Unicamp isenta 9,4 mil de pagar taxa do vestibular 2026; veja como consultar

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Imagem aérea do campus da Unicamp em Campinas
Reprodução/EPTV
A Unicamp divulgou nesta sexta-feira (25) a lista de estudantes contemplados com a isenção do pagamento da taxa de inscrição do Vestibular 2026, que também valerá para a modalidade Enem-Unicamp 2026.
Do total de 10.605 candidatos que fizeram a solicitação, 9.404 receberam o benefício após análise da documentação comprobatória. As inscrições começam em 1º de agosto e seguem até o dia 1º de setembro (veja o calendário abaixo).
A relação dos contemplados pode ser consultada pela internet clicando AQUI.
Isentos precisam se inscrever no vestibular
A Comvest lembra que os contemplados não são automaticamente inscritos no Vestibular Unicamp 2026 ou na modalidade Enem-Unicamp. É preciso fazer as respectivas inscrições, utilizando o código fornecido pela Comvest. O código de isenção será enviado aos beneficiados a partir desta sexta.
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Não contemplados podem recorrer
Os candidatos que tiveram a solicitação de isenção indeferida poderão entrar com recurso, devidamente justificado, por meio de formulário eletrônico disponível no site da Comvest.
O prazo para esse procedimento vai desta sexta até 17h do dia 1º de agosto (horário de Brasília). O resultado dos recursos será divulgado no dia 6 de agosto de 2025.
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Modalidades de isenção
As isenções foram oferecidas em quatro modalidades, sendo que a maior parte foi concedida para a primeira:
Modalidade 1: estudantes de baixa renda (até um salário mínimo e meio bruto mensal por morador do domicílio) que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas.
Modalidade 2: funcionários da Unicamp e da Funcamp;
Modalidade 3: candidatos aos cursos noturnos de licenciatura ou tecnologia;
Modalidade 4: estudantes bolsistas (com bolsa integral ou parcial) de escolas particulares.
📅 Confira abaixo o calendário completo:
Isenções da taxa de inscrição: 12 de maio a 6 de junho
Inscrições e pagamento da taxa de Inscrição: 1º de agosto a 1º de setembro
Prova de habilidades específicas – música: setembro
1ª fase do vestibular: 26 de outubro
2ª fase do vestibular: 30 de novembro a 1º de dezembro
Provas de habilidades específicas: 3 a 5 de dezembro
Divulgação dos aprovados em 1ª chamada: 23 de janeiro de 2026
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PND: prazo de inscrição termina nesta sexta; veja respostas sobre taxa, conteúdos e aplicação da Prova Nacional Docente

Pela 1ª vez, modelos de IA ganham ouro em Olimpíada Internacional de Matemática; ainda assim, humanos tiveram as maiores pontuações
Inscrições para Prova nacional docente 2025 estão abertas até 25 de julho
Termina nesta sexta-feira (25) o prazo de inscrição para a primeira edição da Prova Nacional Docente (PND). A avaliação vai funcionar de maneira semelhante a um concurso nacional e unificado para selecionar professores de educação básica que lecionarão nas redes públicas de ensino do país.
Abaixo, entenda como o exame vai funcionar, confira o cronograma completo, links de inscrição e respostas para as 10 principais dúvidas sobre a PND.
1. O que é PND 2025?
A Prova Nacional Docente (PND) é um exame do Ministério da Educação que faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, anunciado em janeiro.
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A avaliação foi criada na intenção avaliar a qualidade da formação oferecida em Licenciaturas (cursos voltados à formação de professores). E também de estimular a realização de concursos públicos e induzir o aumento de professores nas redes públicas de ensino, enquanto unifica os processos seletivos de profissionais qualificados.
🚨 A PND não substituirá os concursos públicos, e sim servirá como uma alternativa aos processos seletivos voltados a professores que visa auxiliar na captação de profissionais com a formação adequada.
Por meio da avaliação, será possível que um docente se candidate tanto para uma vaga de um município na região Sul quanto para uma oportunidade no Nordeste, por exemplo.
2. Quando a PND será aplicada?
A PND será aplicada anualmente para avaliar os cursos de Licenciatura e selecionar profissionais para lecionar em escolas públicas. A primeira edição da prova será aplicada em 26 de outubro em todo o país.
3. É preciso pagar a inscrição na PND?
Para participar da PND, é preciso pagar uma taxa no valor R$ 85 referente à inscrição. O valor deve ser pago até 31 de julho.
No entanto, alguns grupos têm direito à isenção da taxa. São eles:
candidatos de baixa renda inscritos no CadÚnico;
doadores de medula óssea; e
estudantes concluintes inscritos no Enade das licenciaturas.
Os candidatos de baixa renda e doadores de medula precisaram solicitar a isenção dentro do prazo estipulado em edital. Já os concluintes têm isenção automática e não precisam se inscrever no exame — a inscrição é realizada pela coordenação do curso.
Aula de matemática na rede municipal de ensino em Ribeirão Preto, SP.
Valdinei Malaguti/EPTV
4. Qual o nível de concorrência?
Ainda não se sabe quantas vagas serão preenchidas por meio da seleção de professores via PND. No entanto, o exame teve um nível considerável de adesão por estados e municípios (veja mais abaixo), e o Ministério da Educação prevê que 2,3 milhões de docentes em todo o país sejam atendidos pela iniciativa.
5. Qual a diferença entre o PND e os processos seletivos para ser professor da rede pública?
Os estados e municípios têm autonomia para realizar processos seletivos e concursos públicos com critérios e calendários próprios para selecionar professores para sua rede de ensino. A PND não muda ou anula essa independência da rede.
A prova vai servir como alternativa para quem não quiser realizar concursos próprios, ou como complemento para processos seletivos da rede. Ela vai servir como um instrumento avaliativo adicional, podendo ser utilizado tanto como etapa única quanto complementar nos processos seletivos das redes a depender da decisão do ente.
O estado ou município ainda será responsável por todos os procedimentos necessários para planejamento e efetivação do processo seletivo, bem como das contratações/nomeações dos professores aprovados.
6. Quem aderiu à PND?
A adesão à PND é opcional. Ou seja, a seleção por meio da prova só será válida para os estados e municípios que sinalizaram interesse de utilizar a iniciativa em suas redes.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), 22 unidades da Federação e 1.508 municípios de todas as regiões do país, dos quais 18 são capitais, aderiram à PND para a seleção de docentes para suas redes de ensino. Confira na tabela:

7. Caso eu passe, é para começar quando?
Os processos de complementação de seleção (caso necessário) e de efetivação e ocupação das vagas serão definidas e divulgadas pelos respectivos entes responsáveis pelas redes de ensino.
8. O que vai cair na PND? Como será a prova?
A PND vai avaliar a Formação Geral Docente (FGD) para todos os participantes. Além disso, a prova vai testar áreas específicas. O participante deve indicar a área específica na qual deseja ser avaliado no ato de inscrição. São elas:
Artes Visuais
Biologia
Ciências Sociais
Computação
Educação Física
Filosofia
Física
Geografia
História
Letras Português
Letras Português e Espanhol
Letras Português e Inglês
Letras Inglês
Matemática
Música
Química
Pedagogia
A prova terá 5h30 de duração e será composta por uma parte de formação geral docente, comum aos cursos de todas as áreas, e uma de componente específico, próprio de cada área de avaliação das Licenciaturas.
Formação geral:
30 questões de múltipla escolha, envolvendo situações-problema, com conteúdos transversais pedagógicos comuns a todas as áreas que serão avaliadas (FGD); e
uma questão discursiva para avaliar clareza, coerência, coesão, estratégias argumentativas, vocabulário e gramática adequados à norma padrão da língua portuguesa.
Componente específico:
50 questões de múltipla escolha envolvendo situações-problema e estudos de caso.
A estrutura será dividida da seguinte maneira:
Prova teórica: vai medir o desempenho do participante em relação a conteúdos das diretrizes curriculares nacionais das áreas avaliadas, habilidades de adaptação do desdobramento de conteúdos e competências de compreensão de temas específicos de sua profissão e assuntos contemporâneos.
Questionário para o participante do Enade das Licenciaturas 2025: vai coletar informações sobre o perfil do estudante e o contexto de seus processos formativos. Essa etapa vai ajudar a na compreensão dos resultados teóricos e práticos do Enade e no processo de avaliação dos cursos de graduação e das instituições de ensino.
Questionário contextual: destinado a coletar informações que permitam caracterizar o perfil do participante e o contexto de seus processos formativos.
Questionário de percepção de prova: vai coletar informações para medir a percepção dos participantes em relação à prova, auxiliando, também, na compreensão dos resultados.
9. Qual o cronograma da PND?
Inscrição: 14 a 25 de julho
Pagamento da taxa de inscrição: 14 a 31 de julho
Solicitação de tratamento pelo nome social: 14 a 25 de julho
Solicitação de atendimento especializado: 14 a 25 de julho
Resultado do atendimento especializado: 1 de agosto
Recurso de atendimento especializado: 4 a 8 de agosto
Resultado do recurso: 13 de agosto
Aplicação das provas: 26 de outubro
Divulgação das versões preliminares do gabarito das questões objetivas e do padrão de resposta da questão discursiva: 28 de outubro
Recurso da versão preliminar do gabarito e do padrão de resposta da questão discursiva: 28 a 29 de outubro
Resultado do recurso da versão preliminar do gabarito e do padrão de resposta da questão discursiva: 10 de novembro
Divulgação final do gabarito e do padrão de resposta da questão discursiva: 11 de novembro
Divulgação da correção preliminar da resposta da questão discursiva: 25 de novembro
Recurso da correção da resposta da questão discursiva: 25 e 26 de novembro
Divulgação do resultado final da PND: 10 de dezembro
10. Como fazer inscrição na PND?
A inscrição deve ser feita exclusivamente pelo Sistema PND (pnd.inep.gov.br/pnd/). O prazo de inscrição vai até às 23h59 de 25 de julho.
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Após anunciar compra escalonada de livros, MEC consegue verba para material didático de 2026

Pela 1ª vez, modelos de IA ganham ouro em Olimpíada Internacional de Matemática; ainda assim, humanos tiveram as maiores pontuações
Ministério da Educação afirma que terá recursos para a compra de livros didáticos
O Ministério da Educação (MEC) diz ter assegurado a verba para comprar todos os livros didáticos para o ano letivo de 2026.
A anúncio vem após a pasta avisar às editoras que compraria apenas uma parte dos livros necessários para o ano que vem por falta de verba. Os demais livros seriam comprados posteriormente.
A compra escalonada afetaria principalmente alunos de 1º, 2º e 3º ano do ensino fundamental da rede pública, que só receberiam livros novos de português e matemática.
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Os demais alunos da educação básica (ensinos fundamental e médio) também seriam afetados com possíveis atrasos na entrega dos materiais. Nos anos finais do ensino fundamental, estudantes poderiam receber com atraso a reposição dos livros.
Já os livros de alunos e professores de ensino médio — que precisam ser reformulados para seguir as diretrizes do novo ensino médio — seriam comprados em duas partes, o que também poderia ocasionar demora na entrega (entenda mais abaixo).
Livro didático é entregue em SC
Ricardo Wolffenbüttel/Secom/Divulgação
Ao g1, o presidente da Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais (Abrelivros), Ângelo Xavier, explicou que o MEC precisaria comprar os livros até o final de agosto para evitar atrasos na entrega do material.
"Em até seis meses, é possível, dentro da limitação da capacidade gráfica, que a produção dos livros seja finalizada a tempo. Se a distribuição foi feita de maneira ágil, eles podem chegar às escolas até fevereiro", avalia o presidente da Abrelivros.
Na ocasião, o (FNDE) —ente do MEC responsável pela compra, distribuição, remanejamento e logística dos materiais e livros didáticos da rede pública por meio do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) — disse que era um “cenário orçamentário desafiador”.
Segundo a nota, diante da falta de verba, havia sido traçada uma estratégia de compra escalonada, começando por Língua Portuguesa e Matemática. A compra dos livros das demais áreas deveria ocorrer posteriormente.
Como funciona o PNLD, programa que distribui livros didáticos para a rede pública
De acordo com a Abrelivros, seriam necessários cerca de R$ 3 bilhões para a compra de todos os livros, mais cerca de R$ 500 milhões para realizar a distribuição do material. No entanto, apenas R$ 2,04 bilhões haviam sido direcionados ao PNLD.
VIDEO E PODCAST
Inscrições para a Prova Nacional de Docentes de 2025 já estão abertas

Laudos e orçamentos não refletem realidade em 72% das obras da educação, aponta CGU

Laudos e orçamentos não refletem realidade em 72% das obras da educação, aponta CGU
A Controladoria-Geral da União (CGU) identificou que 72% das obras de escolas de educação infantil, ensino fundamental e quadras escolares não estavam em situação compatível com o que foi descrito nos laudos técnicos e nas planilhas orçamentárias entregues ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Os documentos foram enviados no contexto do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica e Profissionalizante. O relatório da CGU foi divulgado nesta terça-feira (22).
A auditoria foi realizada entre março e dezembro de 2024 e inspecionou 230 obras em 163 municípios. Juntas, essas construções somam R$ 269 milhões em investimentos públicos. A análise priorizou obras com execução física igual ou superior a 50%.
Em estados como Amapá, Tocantins, Paraíba, Bahia, Alagoas e Mato Grosso, 100% dos laudos e planilhas analisados apresentaram inconsistências em relação à situação real das obras — o que representa cerca de 23% da amostra total.
Em nota, o FNDE afirmou que a auditoria da CGU foi realizada "durante a fase inicial da política pública" e que, desde então, "diversas melhorias estruturais foram promovidas para aprimorar a operacionalização e a eficiência do programa". O órgão acrescentou que "as informações técnicas prestadas ao FNDE são de responsabilidade exclusiva dos municípios".
Ainda segundo o FNDE, estão sendo adotadas medidas para apoiar os entes federativos na "correta instrução dos pedidos de repactuação", com o objetivo de melhorar a qualidade dos documentos enviados.
Entre as ações mencionadas estão a elaboração de modelos padronizados, a emissão de orientações técnicas e o atendimento institucional para esclarecer dúvidas dos gestores locais.
Brasil tem quase 3 mil obras de escolas paradas ou inacabadas
Exemplos de irregularidades
Um dos casos apontados ocorreu em Japaratinga (AL), onde o laudo de uma quadra coberta enviado ao FNDE continha fotos diferentes representando a mesma estrutura. Além disso, as imagens indicavam paredes internas com revestimento pronto, mas a vistoria identificou apenas reboco e esboço.
Em Turiaçu (MA), a CGU apontou falhas de acessibilidade em uma quadra esportiva: o acesso ao local exige ultrapassar um degrau com canaleta de drenagem — situação que não foi mencionada no laudo técnico.
O g1 entrou em contato com as prefeituras, que não haviam respondido até a última atualização desta reportagem.
Falhas técnicas e orçamentárias
O relatório também mostra que:
▶️82% dos laudos técnicos de engenharia não detalhavam adequadamente a realidade das obras, apresentando informações genéricas, imprecisas ou inconsistentes;
▶️82% das planilhas orçamentárias estavam incoerentes com os laudos que acompanhavam, com previsão de gastos para serviços já executados ou inexistentes.
▶️Em oito estados — Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Pernambuco, Bahia, Alagoas e Mato Grosso — nenhum orçamento foi considerado coerente com o laudo correspondente.
Conclusão e críticas
Para a CGU, os dados revelam “fragilidades persistentes” na documentação e no controle das obras financiadas pelo FNDE. O órgão também criticou a falta de transparência ativa e a presença de informações incompletas nos painéis de monitoramento do Fundo.
"A baixa qualidade das informações apresentadas pelos municípios pode levar à alocação inadequada de recursos, comprometendo a conclusão das obras e a criação das vagas escolares previstas", diz o relatório.
Sobre o pacto
Criado em 2023 por medida provisória, o Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica e Profissionalizante tem como objetivo repassar recursos a estados e municípios para a conclusão de obras educacionais paradas ou inacabadas.
Ao todo, 1.697 municípios manifestaram interesse em retomar 3.783 obras. Maranhão, Pará e Bahia lideram em número de adesões.

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Pela 1ª vez, modelos de IA ganham ouro em Olimpíada Internacional de Matemática; ainda assim, humanos tiveram as maiores pontuações
Estudantes de CG vão participar de olimpíada internacional de matemática no Japão
Pela primeira vez, modelos de inteligência artificial atingiram pontuações mínimas para garantirem medalhas de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática. Ainda assim, participantes humanos tiveram desempenhos melhores que os das IAs.
O feito foi alcançado por uma versão avançada do Gemini, do Google, e por uma ferramenta experimental da OpenAI, responsável pelo ChatGPT.
🧮 A Olimpíada Internacional de Matemática (IMO na sigla em inglês) é a principal competição matemática do mundo voltada para jovens de até 20 anos. Ela acontece anualmente, e os participantes precisam responder 6 questões que valem 7 pontos cada, com um máximo de 42 pontos.
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A 66ª edição da IMO aconteceu em Sunshine Coast, na Austrália. 67 dos 630 participantes alcançaram pontuação para medalha de ouro.
O Gemini Deep Think e a IA experimental da OpenAI resolveram cinco questões corretamente e conseguiram 35 pontos, e também pontuaram o suficiente para conquistarem o ouro.
Ainda assim, cinco participantes tiveram um resultado perfeito, conquistando os 42 pontos e um desempenho superior ao das ferramentas de inteligência artificial.
De acordo com as empresas, as duas tecnologias fizeram os cálculos e chegaram aos resultados por meio de modelos de “raciocínio” que aplicam conceitos matemáticos por meio de linguagem natural.
Os cálculos e o resultado das empresas foram certificados por juízes da Olimpíada.
Confira um dos problemas aplicados na competição:
Problema aplicado na 66ª Olimpíada Internacional de Matemática, em 2025.
Repodução/IMO
O que dizem as empresas
Em uma publicação, o Google declarou que o modelo avançado do Gemini produziu demonstrações matemáticas rigorosas, dentro do limite de tempo da competição e dentro das mesmas regras aplicadas aos participantes humanos.
Um pesquisador sênior da equipe do Google DeepMind disse em uma entrevista que o desempenho da ferramenta não dependeu do apoio de humanos.
Resolvemos esses problemas completamente em linguagem natural. Isso significa que não houve intervenção humana — de nenhuma maneira.
No X, Alexander Wei, pesquisador da OpenAI, também comentou o feito e detalhou a importância da conquista.
“Os problemas da IMO exigem um novo nível de pensamento criativo sustentado em comparação com os benchmarks anteriores. (…)Obtivemos um modelo que pode elaborar argumentos complexos e sólidos no nível de matemáticos humanos.”
O Google e a OpenAI celebraram os resultados, e reafirmaram que a conquista das medalhas de ouro representam avanços importantes no desenvolvimento dos modelos de IA que estão cada vez mais próximos de reproduzirem raciocínios humanos, e que poderão, muito em breve, contribuir para o avanço da matemática.
Calculadora economia contas matemática
Divulgação
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