Fundação Bradesco aposta em inovações tecnológicas para transformar o ensino

Pé-de-Meia pagará R$ 200 a alunos da rede pública até 4 de agosto
Com histórico de pioneirismo tecnológico desde sua criação, em 1956, instituição incorpora novas ferramentas para fortalecer a aprendizagem e conexão com futuro
Divulgação
Há gerações a Fundação Bradesco transforma a vida de milhares de crianças e jovens em vulnerabilidade social por meio da Educação e o pioneirismo tecnológico é uma de suas grandes marcas desde sua criação. A instituição sempre esteve atenta às inovações tecnológicas com o objetivo de potencializar a qualidade do ensino gratuito que beneficia a mais de 42 mil alunos todos os anos e essa evolução é percebida no histórico de incorporação de inovações que sempre causaram impacto positivo direto no desempenho acadêmico e a preparação dos alunos para os desafios futuros.
Barbara Frasseto, líder de Inovação da instituição, afirma que a Fundação Bradesco tem a inovação em seu DNA e este perfil é herança do pioneirismo de seu fundador, Amador Aguiar. “A Fundação Bradesco sempre buscou ampliar as possibilidades de aprendizagem com ferramentas alinhadas às transformações do mundo e isso está contemplado nos equipamentos oferecidos aos professores e alunos nos espaços escolares”, conta.
A infraestrutura tecnológica da instituição é ampla e diversificada. Os alunos contam com laboratórios de informática, tablets, recursos de chroma-key, estações de edição de vídeo, kits de robótica, impressoras 3D e máquinas de corte a laser. Além disso, os profissionais da Fundação Bradesco utilizam ambientes virtuais de aprendizagem integrados à rotina escolar, com recursos adaptativos. Cada vez mais relevantes, esses recursos ampliam as oportunidades de ensino e aprendizagem – no entanto, não devem atuar isoladamente.
“Muito antes de a transformação digital se consolidar como pauta no setor educacional, ela já fazia parte da experiência formativa em nossas escolas. Esse mesmo princípio orienta nossa atuação na educação continuada, especialmente por meio da Escola Virtual, criada em 2001. Com acesso gratuito e alcance nacional, a plataforma tornou-se uma referência no uso responsável e democrático da tecnologia para a formação de jovens e adultos”, destaca Barbara.
Desde a introdução dos primeiros computadores até a integração de temas como inteligência artificial, cultura digital e pensamento computacional ao currículo, essa transformação vem sendo construída com pioneirismo que atravessa 5 gerações desde a criação da Fundação Bradesco, em 1956. Visionária desde o início, disponibiliza uma estrutura que favorece o desenvolvimento de projetos voltados à criatividade, ao raciocínio lógico e à experimentação.
Professores desempenham papel essencial na transformação
A Fundação considera todos os aspectos do processo educacional. Hoje, o maior desafio não é mais levar tecnologia para as escolas, mas garantir seu uso com intencionalidade pedagógica. Por isso, investir na formação continuada dos professores e na curadoria criteriosa dos conteúdos é essencial.
“Ferramentas digitais só geram impacto quando estão alinhadas a objetivos claros de aprendizagem e integradas coerentemente à proposta curricular. Sem essa intencionalidade, a tecnologia corre o risco de se tornar um acessório ou dispersão, em vez de recurso formativo”, explica a Barbara.
O diretor da escola da Fundação Bradesco de Gravataí (RS), Frederico Guedes, reforça que a infraestrutura tecnológica moderna disponibilizada aos profissionais amplia as possibilidades de ensino e aprendizagem. “A tecnologia não substitui o professor, mas é capaz de potencializar seu trabalho apresentando novas metodologias que tornam aulas mais dinâmicas e interativas”.
“O aluno está no centro do processo de aprendizagem e este protagonismo precisa ser acompanhado do estímulo ao desenvolvimento de habilidades como pensamento crítico, criatividade, colaboração e resolução de problemas. A partir dessa premissa, despertamos o aluno para a aprendizagem a partir da apresentação de problemas cotidianos que eles são desafiados a desenvolver propostas de resolução”, completa o diretor da unidade.
Ferramentas tecnológicas como computadores, notebooks, tablets e celulares fazem parte da vida dos adolescentes e, com a proibição ao uso de celulares em suas unidades escolares, a Fundação Bradesco intensificou a modernização de espaços para que se tornassem ainda mais atrativos aos alunos.
A líder de inovação explica que esta infraestrutura tecnológica das escolas fortalece o protagonismo do aluno. “Hoje, eles podem acessar conteúdos de qualidade de diversas formas em inúmeras fontes, por isso também investimos na formação contínua dos nossos professores, para que eles também se sintam capazes e seguros de explorar estes recursos e orientem os alunos para o uso seguro, ético crítico e produtivo destas ferramentas”, conclui.
Com olhar atento ao futuro, característica presente no DNA, a Fundação Bradesco mantém um movimento contínuo de escuta interna e conexão externa. Além de acompanhar de perto o cotidiano das escolas e as necessidades reais de alunos, professores e comunidades, mantém parcerias com instituições de ensino e pesquisa (no Brasil e no exterior) para compreender como as tecnologias emergentes podem ser aplicadas de forma pedagógica.

Fies: renegociação de dívidas começa quando? Quem pode participar? Tire dúvidas

Pé-de-Meia pagará R$ 200 a alunos da rede pública até 4 de agosto
Fies concede 'empréstimo' a estudantes de baixa renda, mas registra altos índices de inadimplência
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Alunos e ex-alunos que tenham dívidas em contratos do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) poderão renegociá-las a partir de 1º de novembro deste ano. A decisão foi anunciada pelo MEC (Ministério da Educação) no último sábado (26).
➡️O que é o Fies? É um programa criado para oferecer financiamento a estudantes em instituições privadas de ensino superior. O principal objetivo é permitir que alunos que não têm condições de arcar imediatamente com as mensalidades possam cursar a graduação e quitar o "empréstimo" após a formatura. Os participantes devem ter renda familiar mensal per capita de até três salários mínimos.
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Um dos principais problemas do Fies é a alta taxa de inadimplência: alunos concluem a graduação, mas atrasam o pagamento de parcelas da dívida estudantil. Por isso, nos últimos anos, o MEC tem implementado possibilidades de renegociação, como parcelamento do saldo devedor e descontos nos juros.
Abaixo, entenda:
💰Em que casos será possível renegociar a dívida?
A oportunidade atual é válida para contratos:
firmados a partir de 2018,
que estejam na fase de pagamento (amortização),
com atraso maior que 90 dias em 31 de julho de 2025.
A oportunidade também pode servir para quem teve a dívida coberta pelo Fundo Garantidor (FG-Fies), dependendo do regulamento.
⚠️Atenção: a resolução não prevê descontos sobre o valor do financiamento, e sim sobre os juros e as multas. (Veja mais abaixo.)
💰Quando ocorrerá a renegociação?
O processo acontecerá de 1º de novembro de 2025 a 31 de dezembro de 2026. O pedido de renegociação da dívida deve ser feito diretamente com o banco responsável pelo contrato, nos canais indicados por ele.
💰Quais serão as condições da renegociação?
As regras são as seguintes:
pagamento inicial no valor da primeira parcela da negociação;
parcelamento da dívida restante em até 180 meses (15 anos);
desconto de 100% dos encargos moratórios (ou seja, perdão total de juros e multas por atraso);
parcela mínima de R$ 200,00, exceto se a dívida total for menor do que isso.
💰O que acontece com quem atrasar o pagamento após a renegociação?
O estudante que aderir à renegociação e não cumprir com os pagamentos combinados poderá, assim como seu fiador, ter o nome negativado nos serviços de crédito.
💰Dívidas com a faculdade também podem ser renegociadas?
Os estudantes do Fies costumam pagar, ao longo da graduação, um valor de coparticipação à universidade. Vamos supor que a renda de um aluno tenha possibilitado a ele um financiamento de 80% da mensalidade. Todo mês, ele deveria pagar à instituição de ensino os outros 20%, além de encargos educacionais. Se isso não for feito, a renegociação dessa parte da dívida não envolverá o MEC, e sim a própria universidade.
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Prouni do 2º semestre: resultado da segunda chamada é divulgado; veja como consultá-lo

Pé-de-Meia pagará R$ 200 a alunos da rede pública até 4 de agosto
Prouni oferta bolsas de estudo em universidades privadas
Vitória Guimarães/Rede Amazônica
Os resultados da 2ª chamada do Programa Universidade Para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2025 foram divulgados nesta segunda-feira (28), no site acessounico.mec.gov.br/prouni.
Os estudantes pré-selecionados precisam entregar a documentação que comprova seus dados pessoais (como renda) até 11 de agosto. Há duas formas: levar os papéis presencialmente até a instituição de ensino ou enviá-lo digitalmente, na plataforma indicada pela universidade.    
Nesta edição do Prouni, estão sendo oferecidas mais de 211 mil bolsas, sendo cerca de 118 mil integrais (que cobrem 100% da mensalidade) e 93 mil parciais (50% da mensalidade).
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✏️O que é Prouni? É uma iniciativa do governo federal que oferece bolsas de estudo em instituições de ensino particulares.
✏️Quem pôde participar? Para se inscrever, era preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 ou 2024, com média mínima de 450 pontos nas áreas de conhecimento e nota superior a zero na redação. Também havia critérios de renda. (Confira os detalhes mais abaixo.)
✏️O que significa ser 'pré-selecionado'? O candidato pré-selecionado ainda não é "dono" da vaga. Ele precisa comprovar suas informações pessoais (como a renda familiar per capita e o certificado de conclusão de curso em escola pública, por exemplo). Esse processo é feito pelas instituições de ensino.
LEIA TAMBÉM: MEC anuncia nova oportunidade de renegociação de dívidas do Fies
Na Paraíba, Prouni oferece 2.346 bolsas para o segundo semestre
Luana Silva/g1
📅 Datas do Prouni 2025 do 2º semestre
Resultado da segunda chamada: 28 de julho
Comprovação de informações da 2ª chamada: 28 de julho a 11 de agosto
Manifestação de interesse na lista de espera: 18 e 19 agosto
Resultado da lista de espera: 22 de agosto
Total de vagas e distribuição por UF
Participam desta edição do programa 887 instituições privadas de ensino superior, com 370 cursos.
Nº de bolsas por UF
Quais são os critérios de desempate?
A seleção é feita a partir do desempenho dos estudantes no Enem. No caso de notas idênticas na média aritmética das notas, o desempate entre os candidatos é determinado de acordo com a seguinte ordem de critérios:
maior nota na prova de redação;
maior nota na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias;
maior nota na prova de matemática e suas tecnologias;
maior nota na prova de ciências da natureza e suas tecnologias;
maior nota na prova de ciências humanas e suas tecnologias.
🎓 Cotas no Prouni
Há bolsas reservadas para pessoas com deficiência e para autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.
A quantidade de vagas de cotas é equivalente à porcentagem que cada grupo representa na população do estado, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os cotistas também têm de obrigatoriamente se encaixar nos demais critérios de exigência do Prouni.
📚 Quem pôde se inscrever?
Além dos critérios relacionados ao Enem, já mencionados no início da reportagem, era preciso também:
Ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública;
Ter cursado o ensino médio completo em escola privada como bolsista integral;
Ter cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral;
Ter cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada com bolsa parcial ou sem a condição de bolsista;
Ter cursado o ensino médio completo em escola privada com bolsa parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;
Ser pessoa com deficiência, na forma prevista na legislação; ou
Ser professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia, destinados à formação do magistério da educação básica.
💰 Renda
Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve ter renda familiar bruta mensal per capita de até um salário mínimo e meio (R$ 2.277 por pessoa).
Para as bolsas parciais, o limite da renda familiar bruta mensal per capita é de três salários mínimos (R$ 4.554 por pessoa).
👉🏾 Como calcular a renda familiar bruta mensal por pessoa?
Para saber se o aluno se encaixa nos critérios de renda, deve somar os salários de todos os que moram com ele e, depois, dividir pelo número de componentes do grupo.
Por exemplo: pai (R$ 2,3 mil por mês), mãe (R$ 1,7 mil por mês), candidato do Prouni (sem renda) e irmão mais novo (sem renda).
Somando os valores, chega-se ao total mensal de R$ 4 mil.
Depois, dividindo pelos 4 membros da família, o resultado é R$ 1 mil.
Esse é o valor que deve ser tomado como referência pelo Prouni. Como está abaixo de 1,5 salário mínimo per capita (R$ 2.277), o candidato poderá concorrer à bolsa de estudos integral.
🧾 É possível usar Prouni e Fies ao mesmo tempo? E Prouni e Sisu?
Fies e Prouni: Sim. Se o candidato conseguir a bolsa de estudos parcial do Prouni, que cobre apenas 50% da mensalidade, poderá financiar a outra metade pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Sisu e Prouni: Não. O aluno até pode se inscrever nos dois programas, mas precisará escolher apenas um ao efetivar a matrícula. Lembrando que o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) oferece vagas em instituições de ensino públicas, e o Prouni, em particulares.
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É #FAKE que governo federal anunciou vagas em escolas públicas com salários de até R$ 14,2 mil; trata-se de golpe

Pé-de-Meia pagará R$ 200 a alunos da rede pública até 4 de agosto
É #FAKE que governo federal anunciou vagas em escolas públicas com salários de até R$ 14,2 mil; trata-se de golpe
Reprodução
Circula nas redes sociais um suposto anúncio do governo federal sobre vagas de trabalho em escolas públicas, com salários de até R$ 14,2 mil e sem exigência de diploma. É #FAKE.
Selo #FAKE
G1
🛑Como é o anúncio?
O anúncio circula no Facebook desde esta sexta-feira (25), com a seguinte legenda: "Vagas urgentes em escolas públicas! O governo, em parceria com prefeituras de todo o país, está contratando profissionais para atuarem em escolas municipais e estaduais com salários de até R$ 14.200, sem exigir diploma ou ensino superior".
A propaganda exibe uma imagem com a descrição da suposta oportunidade, detalhando cargos e remuneração.
No final, um botão de "saiba mais" redireciona a vítima a um site que imita uma página do governo federal. A tela exibe o símbolo do "gov.br" e usa os mesmos ícones e cores do site oficial.
Trata-se de um golpe do PIX, que faz a vítima repassar dados pessoais e transferir R$ 58,86 a criminosos (leia detalhes abaixo).
⚠️ Por que isso é mentiroso?
Procurada por e-mail pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa do Ministério da Educação afirmou que as vagas são falsas. A página usada no conteúdo enganoso não passa de um canal para criminosos aplicarem golpes.
Todos os anúncios de concursos ou processos de contratação são divulgados exclusivamente pelos canais oficiais do ministério (gov.br/mec).
🚫 Como funciona o golpe?
No site falso, o candidato é induzido a inserir seu CEP para consultar a disponibilidade de vagas em escolas próximas. Em seguida, a tela exibe informações sobre cinco cargos disponíveis, como de auxiliar de sala e monitor de recreação.
Para prosseguir, é necessário informar outros dados pessoais, como telefone e e-mail, e responder a uma "avaliação comportamental", com perguntas sobre as melhores formas de lidar com situações no trabalho.
Depois, a página simula realizar uma "verificação documental", que supostamente investiga antecedentes criminais, histórico acadêmico e situação fiscal do candidato.
No final, é necessário pagar R$ 58,86 pela "guia de regularização em aberto", valor que o site alega que será reembolsado integralmente após a aplicação da prova.
A quantia só pode ser paga via PIX e é direcionada a uma intermediadora de pagamentos, que não deixa claro quem é o destinatário final.
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Pé-de-Meia pagará R$ 200 a alunos da rede pública até 4 de agosto

Pé-de-Meia pagará R$ 200 a alunos da rede pública até 4 de agosto
Por meio do Pé-de-Meia, o estudante recebe um incentivo mensal de R$ 200, que pode ser sacado em qualquer momento
Divulgação/Governo Federal
O Ministério da Educação (MEC) começou nesta segunda-feira (28) a depositar a quinta parcela do programa Pé-de-Meia, referente a julho de 2025. Estudantes do ensino médio da rede pública que mantiveram frequência mínima de 80% nas aulas e que estão inscritos no CadÚnico receberão automaticamente R$ 200.
Os repasses seguem um cronograma escalonado, definido a partir do mês de nascimento dos beneficiários. Veja o calendário:
Janeiro e fevereiro: 28/7
Março e abril: 29/7
Maio e junho: 30/7
Julho e agosto: 31/7
Setembro e outubro: 1º/8
Novembro e dezembro: 4/8
Os depósitos são feitos diretamente em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal, abertas em nome dos estudantes. Para alunos menores de idade que ainda não têm acesso ao aplicativo Caixa Tem, é necessário que um responsável legal autorize o uso da conta.
O que é o programa Pé-de-Meia?
É uma iniciativa do Governo Federal para reduzir a evasão escolar no ensino médio. O programa oferece incentivo financeiro mensal a estudantes de baixa renda da rede pública, com o objetivo de reduzir a evasão e garantir a conclusão dos estudos.
✏️Quem tem direito ao benefício?
Jovens de 14 a 24 anos, matriculados no ensino médio regular ou na Educação de Jovens e Adultos (EJA) em escolas públicas;
Famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico);
Estudantes com CPF cadastrado, matrícula ativa no início do ano letivo, frequência mínima de 80% e participação no Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica).
✏️Como funciona o pagamento? Os valores são divididos por etapas:
R$ 200 pela matrícula anual;
R$ 1.800 ao longo do ano, pagos em 9 parcelas mensais de R$ 200, conforme a frequência;
R$ 1.000 de bônus anual por aprovação, disponível para saque apenas após a conclusão do ensino médio;
R$ 200 adicionais para quem realizar o Enem no 3º ano.
✏️O benefício é concedido automaticamente? Sim. Basta que o estudante atenda a todos os critérios (idade, matrícula, CPF, frequência e família no CadÚnico). Alunos do 1º ano em 2025 foram automaticamente incluídos. Para os demais, a renovação também ocorreu de forma automática.
✏️Como é feito o saque do dinheiro?
O valor é depositado em uma conta poupança digital da Caixa Econômica Federal, em nome do estudante.
Menores de idade precisam de autorização de um responsável, via aplicativo Caixa Tem ou presencialmente em uma agência.
Maiores de 18 anos têm a conta desbloqueada automaticamente.
✏️O que acontece se o aluno for reprovado? Ele não recebe o bônus de conclusão nem o adicional do Enem. No entanto, os valores mensais vinculados à frequência continuam garantidos, desde que a presença mínima seja cumprida.
✏️Qual o valor total possível ao final do ensino médio?
Somando os incentivos anuais, os bônus por aprovação e o valor extra do Enem, o total pode chegar a R$ 9.200 ao longo dos três anos.
✏️É possível perder o benefício? Sim, em casos de:
Reprovação;
Frequência inferior a 80%;
Desligamento da escola pública durante o ensino médio.
✏️Como acompanhar os pagamentos e o saldo? Pelo aplicativo Caixa Tem, que permite consultar os créditos na poupança digital vinculada ao estudante.
Ministro da Educação defende universalização do Pé-de-Meia para 2026